BÍBLIA CATÓLICA ONLINE

quinta-feira, dezembro 31, 2009

Pastor Boissoin é absolvido: juiz decide que carta dele sobre homossexualidade não é discurso de “ódio”

CALGARY, Canadá, 4 de dezembro de 2009 (Notícias Pró-Família) — O pastor evangélico que foi arrastado diante do Tribunal de Direitos Humanos de Alberta (TDHA) por escrever uma simples carta sobre a homossexualidade para o editor de um jornal foi absolvido por um juiz do Superior Tribunal de Justiça que decidiu que a carta não é crime de ódio, mas legítima expressão permitida sob a liberdade de expressão.
O Pr. Stephen Boissoin disse para LifeSiteNews.com (LSN) que ele está “cheio de alegria e aliviado” que a longa, estressante e dispendiosa batalha legal de sete anos por causa de sua carta ao editor acabou a seu favor.
A Comissão de Direitos Humanos de Alberta havia ordenado que Boissoin parasse de expressar suas opiniões sobre a homossexualidade em todos os tipos de fóruns públicos, mandou que ele pagasse prejuízos equivalentes a $7.000 para o queixoso ativista homossexual Dr. Darren Lund, e exortou Boissoin a fazer um pedido pessoal de perdão a Lund por meio de uma declaração pública no jornal local.
“A linguagem não chega ao extremo de incorrer na classificação proibida de ‘ódio’ ou ‘desprezo à lei’”, escreveu Wilson em sua decisão e disse que não havia nada na carta que sugerisse que Boissoin estava incentivando as pessoas a cometerem discriminações contra os homossexuais em áreas que estão dentro da jurisdição provincial e estão estipuladas nos estatutos, tais como moradia, emprego ou acesso a bens e serviços.
“O público alvo da carta são pessoas que (Boissoin) crê que são indiferentes às invasões feitas pelo ativismo homossexual”, disse Wilson.
“Inferir algum tipo de chamada a práticas discriminatórias proibidas pela lei provincial é uma interpretação irracional da mensagem da carta”.
Em sua carta, o Pr. Boissoin colocou em dúvida os novos currículos de direitos homossexuais que estavam permeando o sistema educacional da província, à luz dos perigos físicos, psicológicos e morais da homossexualidade.
“Crianças de cinco e seis anos de idade estão sendo sujeitas à psicologica e fisiologicamente prejudicial orientação e literatura pró-homossexualismo no sistema de escolas públicas; tudo sob a fraudulenta fachada de direitos iguais”, escreveu Boissoin na carta.
A Fundação da Constituição Canadense (FCC), uma organização que defende a livre expressão e interveio no caso, divulgou um comunicado à imprensa dizendo que estava feliz com a decisão de ontem, mas também advertiu que a legislação que foi usada contra o Pr. Boissoin ainda está em vigor.
“Estou feliz que a Ordem da Comissão de Direitos Humanos contra o Rev. Boissoin tenha sido revogada”, declarou John Carpay, advogado e diretor executivo da FCC.
“Infelizmente, a lei que foi usada contra o Reverendo Boissoin para sujeitá-lo a dispendiosos e desgastantes processos legais por mais de sete anos ainda está em vigor”, acrescentou Carpay.
“Apesar da decisão do tribunal hoje, os habitantes de Alberta precisam continuar exercendo cautela máxima ao falar acerca de questões de políticas públicas, para que não ofendam alguém que então entra com uma queixa de direitos humanos. Nenhum cidadão está a salvo de ser sujeito a uma ação legal custeada pelo contribuinte de imposto por ter falado ou escrito algo que um concidadão acha ofensivo”, concluiu Carpay.
Boissoin disse para LSN que ele estava “cheio de alegria e aliviado” que a decisão saiu em seu favor, mas que ele também “sentia um pouco de ira justa porque por sete anos e meio da minha vida tenho sido arrastado na lama por causa de um debate comunitário que existia em Red Deer, Alberta, que acabou virando manchete internacional por causa de uma queixa”.
“Contudo”, o Pr. Boissoin acrescentou, “essa queixa me deu um meio de compartilhar o Evangelho e compartilhar o que minha carta realmente significava, em vez de como foi mal interpretada, e me deu a chance de falar para muitos, muitos homossexuais sobre o incrível amor de Deus”.
Comparando sua experiência com o Tribunal de Direitos Humanos (TDH) de Alberta com a audiência do Superior Tribunal de Justiça, o Pr. Boissoin disse: “Comparado com o TDH que foi uma situação perdida e ridícula onde eu não tinha nenhuma chance, quando sai do Superior Tribunal de Justiça (a audiência de recurso ocorreu em 16 e 17 de setembro) foi muito difícil dizer de que jeito o juiz Wilson decidiria, mas me parecia que ele tinha um senso muito forte de liberdade de expressão e de liberdade religiosa”.
Boissoin criticou fortemente os processos do TDH, observando que num ponto o advogado nomeado pelo governo dirigiu uma pergunta à única testemunha especialista de Boissoin, dizendo: “Qual é a diferença entre a carta de Boissoin e o livro Minha Lula de Adolf Hitler?”
Os comentários do juiz Wilson sobre essa questão foram muito fortes. “A insinuação incriminadora é óbvia”, Wilson escreveu em sua decisão, acrescentando: “Por outro lado, se desse para fazer um paralelo justo deveria-se notar que, longe de ser proibido, Minha Luta encontra-se à disposição na Biblioteca Pública de Calgary”.
O Pr. Boissoin concluiu agradecendo de coração àqueles que o apoiaram em toda essa tribulação.
“Desejo agradecer a todos os que me apoiaram em todo esse tempo de muitos testes. Mais de sete anos se passaram e o que aprendi a maior parte desse tempo é que Deus é incrivelmente fiel ao longo do caminho. Nunca se envergonhe de falar o que Deus pôs no seu coração. Fale com coragem e confie em que sua fidelidade ao Senhor jamais voltará vazia”.

terça-feira, dezembro 29, 2009

Esquerda evangélica quer unificação de evangélicos do Brasil


Aí vamos nós de novo. Com a aproximação da eleição presidencial de 2010, os evangélicos marxistas — que detestam ficar de fora das eleições — ressurgem. Como sempre, com as propostas mais elegantes e enfeitadas para unir os evangélicos.
De acordo com a revista Ultimato, umas das mais antigas publicações evangélicas esquerdistas do Brasil, “no dia 14 de dezembro, cerca de 90 líderes de diversos movimentos, associações, organizações e redes evangélicas reuniram-se na Igreja Batista de Água Branca, em São Paulo, SP. Na pauta estava a proposta de formação de uma aliança que agregue organizações, movimentos, denominações e redes evangélicas no Brasil”.
A igreja do encontro é dirigida por Ed René Kiviz, considerado por Ariovaldo Ramos um dos principais desbravadores socialistas evangélicos do Brasil. Aliás, ao citar sua própria participação na comemoração dos 25 anos de MST, Ramos também mencionou outros socialistas evangélicos importantes: Geter Borges, Robinson Cavalcanti, Caio Fábio, Marina Silva, Valdir Steuernagel e tantos outros.
O “espírito” do evento pode ser percebido vendo-se o autor da carta-convite: Valdir Steuernagel, durante anos articulista da revista Ultimato.
Esse “espírito” pode também ser percebido vendo-se os autores das principais palavras da reunião: Ed René Kivitz e Paul Freston.
Kivitz dirigiu a primeira palavra, lembrando aos pastores presentes: “Precisamos de uma rede que se articule para chamar a igreja para o serviço. E não para representatividade. Não é para trabalharmos ‘por nós’, mas sim mobilizarmos as igrejas para esta bem-aventurança [compaixão e solidariedade]”.
No entanto, não se sabe se ele se lembrou de mencionar aos pastores suas ligações pessoais com a ideologia marxista, conforme está exposto neste artigo: http://juliosevero.blogspot.com/2009/06/evangelicos-progressistas-evangelicais.html
Freston, que deu a segunda palavra, já foi militante do PT e também tem ligações com a Ultimato, sendo autor de matérias de capa nela.
E, como não poderia deixar de ser, lá estava também o bispo anglicano Dom Robinson Cavalcanti, igualmente ligado à revista Ultimato, ex-militante do PT e um dos fundadores do Movimento Evangélico Progressista (MEP), que trabalhou intensamente pela eleição de Lula em anos passados. Ele também deu sua palavra.
Por algum motivo que desconheço, a matéria da Ultimato não mencionou a presença no evento de outro evangélico progressista também ligado a Ultimato: Ricardo Gondim. Será que Steuernagel se esqueceu de mandar uma carta-convite para seu irmão-kamarada? Pobre Gondim! Deve ser terrivelmente deprimente ficar de fora de uma genuína trama marxista com disfarce evangélico.
Ultimato, porém, faz questão de citar a participação de Silas Tostes, presidente da AMTB (Associação de Missões Transculturais Brasileiras) e Débora Fahur, da RENAS (Rede Evangélica Nacional de Ação Social). Inocentes úteis?
Houve a participação de muitos pastores e líderes que, sabendo ou não, estavam ali sendo direcionados por um time majoritariamente da Ultimato para a formação de algo que ninguém “sabe” o que é ou o que será.
O resultado final do encontro produziu uma “Carta de Princípios” — ao que tudo indica, a fim de incitar a algum tipo de aliança evangélica diante das eleições de 2010. O nome ainda não está definido, pois o objetivo primordial agora é atrair mais líderes para a visão dessa “aliança”.
Talvez não seja difícil, principalmente porque eles têm sempre uma grande mídia evangélica marxista a seu lado, financiada muitas vezes por recursos de origem duvidosa. Além disso, com muitos discursos de flores e rosas, pode ser possível vencer qualquer resistência e suspeita.
O que me preocupa é o que virá no final, depois de todas as melosidades iniciais.
Valdir Steuernagel admitiu que ainda será preciso caminhar um pouco mais quanto à fundação da aliança. “Fica definido que a próxima reunião ainda não será a assembleia fundadora. Reconhecemos a necessidade de continuarmos conversando e de aglutinar mais pessoas em torno da proposta”, concluiu Valdir, conforme matéria da Ultimato, que finalizou deixando claro: “A Editora Ultimato, que tem apoiado o Grupo de Trabalho, estava presente à reunião”.

FONTE: BLOG JULIO SEVERO 



sexta-feira, dezembro 25, 2009

Reinaldo Bezerra dos Reis concede entrevista ao Portal Carismático e explica o que é batismo no Espírito.


Portal Carismático – Como a RCC entende e explica o “batismo no Espírito”?
Reinaldo: É uma efusão renovada daquele Espírito que já está em nós, portanto não se trata de um novo sacramento, obviamente, mas tanto a tradição, como a doutrina prevê esta “ação”, por exemplo, o padre reza após a consagração, na Oração Eucarística número três: “daí-me Senhor, que pela participação deste sacramento sejamos repletos do Espírito Santo”, ou seja, por mais que já o tenhamos em nós, podemos ficar repletos e a Eucaristia é uma maneira.
No catecismo, parágrafo 667, fala que Jesus intercede por nós para que tenhamos uma efusão permanente do Espírito Santo. Santo Agostinho também em seu discurso comentava também sobre o evangelho de São João, n° 74,2 – que o Espírito Santo é dado para quem não tem, para quem tem e para os que tem, para que tenham mai. Dessa forma, entende-se por “batismo no Espírito” uma capacitação do próprio Espírito, a partir de um “enchimento” contínuo dele.
Pelo pecado, vamos “amarrando” a ação do Espírito Santo em nós, por isso quando nos abrimos a sua ação, ele que já está em nós, se manifesta com mais poder na vida daquele que crê. Portanto, não se trata de um novo batismo, mas também nós sabemos que não basta dizer que tem o Espírito Santo. Há muitos batizados por aí que não querem saber de Jesus, então a diferença  é atender ao que Paulo fala aos Efésios 5, 18b: “enchei-vos do Espírito Santo”.
Portal Carismático – Sobre a Oração em Línguas. Os Padres da Igreja já falavam alguma coisa a respeito desse carisma?
Reinaldo: Sem dúvida. O próprio Irineu de Lião, no século II, já falava sobre esse carisma, de maneira especifica no seu livro Contra as Heresias, portanto lá nos primórdios da igreja existem citações e assim através dos séculos muitos outros abordaram esse carisma. De uma maneira muito popular tem um livreto que eu escrevi, RCC Responde, onde eu abordo sobre esse dom. E Dom Alberto me pediu um estudo para apresentar para a CNBB, eu fiz, ele apresentou e a CNBB gostou. O livro se encontra disponível no portal dele (...).
Portal Carismático – Tem-se falado muito em “Cultura de Pentecostes”. Como surgiu essa expressão?
Reinaldo: Especialmente com João Paulo II, em 13 maio de 2002, falou a Renovação Carismática da Itália – “No nosso tempo, ávido de esperança, fazei com que o Espírito Santo seja conhecido e amado. Assim, ajudareis a fazer que tome forma aquela "cultura do Pentecostes", a única que pode fecundar a civilização do amor e da convivência entre os povos. Com insistência fervorosa, não vos canseis de invocar: Vem, ó Espírito Santo! Vem! Vem!", a partir daí muitos discursos tem se embasado nessa expressão. Então Cultura de Pentecostes seria aquela cultura que leva ao encontro do transcendental, do primatur da graça. Muitos teólogos tem usado essa expressão e inclusive, a revista italiana Renovamento no Espírito há anos tem feito um artigo mensal sobre essa temática.
Portal Carismático – Obrigado Reinaldo pela entrevista, que Deus o abençoe por sua disponibilidade.


quarta-feira, dezembro 23, 2009

PASTORES PROTESTANTES PASSAM PARA A IGREJA CATÓLICA


Um fenômeno muito interessante tem acontecido nos Estados Unidos; uma grande quantidade de pastores protestantes têm se convertido ao catolicismo depois de perceberem que a Igreja Católica é a Verdadeira Igreja de Jesus Cristo, fundada sobre Pedro e os Apóstolos.

Isto é fruto do estudo profundo da doutrina católica, especialmente dos Padres da Igreja. Em sua coluna semanal, publicada no jornal da paróquia “Ascension Catholic Church” (Melbourne-FL) no dia 13.08.06, o padre Tobin abordou o tema com o artigo: “Leigos católicos deixando a Igreja, ministros protestantes se juntando à Igreja. O que está acontecendo?”

Ex-pastores estão tendo muita influência nessa conversão de outros ao catolicismo. Há muitos livros, dvd´s e cd´s de testemunhos e palestras desses convertidos; o “Surprised by Truth” – “Surpreso pela Verdade”, com mais de 300.000 cópias vendidas, trás histórias das conversões de 11 ex-ministros protestantes, escritas por eles mesmos; além de programas em tvs e rádios católicas. Alguns dos convertidos à Igreja Católica são:

- Dr. Scott Hahn ex-pastor presbiteriano, hoje é professor na Franciscan University of Steubenville – Ohio. Tornou-se um dos maiores pregadores católicos dos EUA. Ele foi um ferrenho aliciador de jovens católicos para o protestantismo, tendo distribuído inúmeras cópias do livro Roman Catholicism, de Loraine Boettner , conhecido como a bíblia do anti-catolicismo, mais de 450 páginas contendo todo o tipo de distorções e mentiras sobre a Igreja Católica. O cd do seu testemunho de conversão atingiu o maior número de cópias distribuídas em todos os tempos,tem um programa às segundas-feiras, às 20h, na televisão EWTN (católica) com uma ótima audiência, no qual sempre entrevista um ex-protestante convertido. Muitos ligam durante o programa para perguntar algo e terminam dizendo que já estão se convertendo.

É importante dizer que eles cresceram e receberam formação no meio protestante, odiando mesmo a Igreja Católica, num ambiente onde ela é denominada “prostituta da Babilônia” e, de repente, sentem que foram enganados nos seus ensinamentos, principalmente quando falam da fundação da Igreja (Mt 16:18-19) e na transformação do pão e do vinho em Corpo e Sangue de Jesus (Mt 26:26-28).

O pe. Tobin considera isso um fenômeno interessante porque: “nos últimos 20 anos enquanto alguns membros católicos se vão, um número crescente de ex-ministros liderados pelo Espírito Santo, se convertem ao catolicismo. Também um grande número de leigos protestantes está se juntando a nós”. Isso é fantástico, porque: “Quase todos os ministros protestantes, agora católicos, cresceram numa atmosfera anti-católica; foram muito bem educados nas crenças de suas religiões; juntando-se à Igreja Católica, significava perderem os seus trabalhos, as suas regalias; muitos deixaram comunidades de fé vibrante para se juntarem a uma paróquia que poderia não ser muito viva espiritualmente; agora, perguntemo-nos: por que, então, esses ministros vieram para a nossa Igreja? Porque eles sentiram insipiência na sua doutrina. Nos seus testemunhos, percebemos que coisas pequenas é que começaram a suscitar dúvidas em seus corações. E nos seus questionamentos, como não obtinham resposta lá, procuravam-na no catolicismo e assim adentravam nas raízes do cristianismo, só encontradas na Igreja Católica, a Igreja fundada por Jesus Cristo”.

O padre Tobin diz ainda que “esse processo de conversão não era breve e fácil. Levava muito tempo, anos, de estudos profundos e comparações entre as doutrinas (a nossa igreja não ensina isso assim e aí, percebiam a verdade). Também significava uma mudança radical nas suas vidas.”

Essa conversão de muitos pastores ao catolicismo mostra o quanto a doutrina é importante para a fé; nós católicos temos a obrigação de conhecer a fundo a nossa doutrina. “Hoje esses ex-pastores falam da nossa fé com orgulho, com conhecimento profundo, buscando inspiração e citações nos nossos santos que desprezavam”, disse o padre Tobin.

A revista norte-americana “Sursum Corda! Special edition 1996”, há dez anos também trouxe uma notícia de que nos últimos dez anos cinqüenta pastores protestantes se converteram ao Catolicismo, sendo que outros mais estão a caminho da Igreja Católica. Cita vários casos, e mostra os motivos que levaram tais cristãos à conversão. As três razões mais freqüentemente apontadas são as seguintes:

1) subjetivismo que reina nas denominações protestantes em conseqüência do princípio do “livre exame da Bíblia”, cada cristão é tido como apto a interpretar a Palavra de Deus segundo lhe pareça;

2) o retorno à literatura Patrística ou dos oito primeiros séculos da Igreja, evidenciando o modo de entender a fé professado pelos antigos cristãos;

3) a definição do cânon da Bíblia, que não é deduzida da própria Bíblia, mas sim da Tradição oral, que é anterior à Bíblia e a identifica ou abona, indicando o respectivo catálogo.

O artigo é de autoria de Elizabeth Althau, tem por título “Protestant Pastors on the Road to Rome” (pp. 2-13).

FONTE: BLOG - GRUPO RENSASCER

terça-feira, dezembro 22, 2009

O PRESENTE DAS TREVAS


Enquanto a população e o Congresso Nacional estão ocupados e distraídos com a estação do Natal e reuniões de família, governo Lula dá um presente para o Brasil.
Em 21 de dezembro de 2009, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva lançou o 3º Programa Nacional de Direitos Humanos, um documento de 121 páginas que faz as seguintes recomendações:
* Criação de mecanismos para impedir a ostentação de símbolos religiosos — como o crucifixo ou a Bíblia — em estabelecimentos públicos.
* Inclusão no currículo escolar do ensino da “diversidade religiosa”, com destaque especial para as religiões afro-brasileiras como o candomblé.
* Criação de uma comissão para investigar os “crimes” cometidos durante a ditadura militar, transformando comunistas armados e mortos em “heróis” e transformando os militares em “criminosos”.
* Modificação do Código Penal para garantir a “descriminalização do aborto”.
* Defesa de projeto de lei que regulariza o “casamento” de casais homossexuais.
Grupos homossexuais, abortistas, comunistas e religiosos afro-brasileiros estão comemorando o lançamento do 3º Programa Nacional de Direitos Humanos.
Com o aborto e o “casamento” homossexual sendo tratados oficialmente como “direitos humanos”, a população tem o que para comemorar?
Numa sociedade ideal, a defesa da vida dos bebês em gestação seria considerada fundamental. A proteção ao casamento natural contra ameaças à sua existência seria igualmente vista como vital.
Contudo, um governo pervertido insiste em inverter tudo.
Direitos humanos agora viraram desculpa para matar bebês inocentes por meio de leis de aborto.
Direitos humanos agora viraram desculpa para permitir o casamento de dois seres cuja sexualidade não tem nenhuma função e valor para a família e para a sociedade. Pelo contrário, com o reconhecimento da disfunção homossexual como merecedora de “casamento”, crianças serão entregues em adoção diretamente na boca dos leões.
Direitos humanos agora viraram desculpa para apoiar, defender e promover o crime e os criminosos.
No Reino Animal, os animais protegem seus filhotes dos predadores. No mundo humano, as crianças estão sendo entregues ao aborto e as que sobreviverem serão entregues aos predadores homossexuais, com as desculpas mais elegantes do governo de Herodes, que tem sede de sangue.
Na calada da noite, o criminoso de máscara tira vantagem da desatenção da vítima, pegando-a de surpresa e dando-lhe pouca oportunidade de reação. Na euforia dos feriados, bem às vésperas da comemoração do nascimento do Salvador Jesus Cristo, o governo Lula entrega para a desprevenida população brasileira seu presente de aborto e “casamento” homossexual.
Verdadeiramente, um presente de Herodes.
Verdadeiramente, um Presente das Trevas.

FONTE: BLOG - JULIO SEVERO

segunda-feira, dezembro 21, 2009

CRISTOFOBIA: HOMOSSEXUAIS E AS SUA JIHAD CONTRA OS CRISTÃOS


Eis aqui um bom artigo relativo à guerra cultural que já está a acontecer em muitos pontos do globo, quer os cristãos aceitem isso ou não.
Táticas de Guerra

Então, uma utopia homossexual aguarda esses ativistas, se tão somente eles conseguirem lidar com esses incômodos cristãos. Mas se a estratégia é remover o obstáculo que a Igreja representa, quais são as táticas que serão usadas para alcançar a vitória?

Essa pergunta foi respondida já em 1985, quando em seu artigo para a revista gay Christopher Street, Marshall Kirk e Hunter Madsen causaram sensação com seu plano de “persuadir os heterossexuais” a aceitar o homossexualismo. O artigo deles foi expandido num livro sobre o assunto, o bestseller número um nos EUA After the Ball: How America Will Conquer Its Fear and Hatred of Gays in the ’90s (Depois do Baile: Como os Estados Unidos Vencerão Seu Medo e Ódio dos Gays na Década de 1990).

FONTE: BLOG - GENESIS CONTRA DARWIN

LEIA: O ARTIGO COMPLETO AQUI

domingo, dezembro 20, 2009

Pós-Modernidade: sociedade em constante mudança


Uma lógica cultural que valoriza o relativismo e a indiferença, mudanças dos sistemas produtivos e crise do trabalho. Falência de propostas como aquelas da Revolução Francesa: liberdade, igualdade e fraternidade. Essas são algumas características que o professor Márcio Balbino Calcante, geógrafo da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) e especialista em Ciências Ambientais, atribui ao que alguns chamam de pós-modernidade ou segunda modernidade. Existem, porém, os que questionam até mesmo sua pertinência e significado.

Embora já tenhamos vivido 100 anos desde o fim do realismo, em 1900, que deu lugar à modernidade, os conceitos de moderno e pós-moderno ainda não estão bem claros. O cientista político e ensaísta brasileiro Sérgio Paulo Rouanet, no estudo “As origens do Iluminismo”, diz que o prefixo pós tem o sentido de expurgar a modernidade, que ocupa o lugar do velho, e não o de criar o novo, que seria o pós-moderno.

Supremacia sobre todas as coisas

Para a professora de Filosofia da PUC Minas, Maria de Lourdes Caldas Gouveia, doutora em Filosofia pela Universidade Complutense de Madri, o pós-moderno além de uma perda de referência quanto ao domínio da racionalidade é um tipo de pensamento que se evidencia após a revolução industrial com todas as suas mudanças na cultura e até mesmo na natureza, resultantes das interferências da industrialização sobre os rios, as escolhas de agriculturas e as inumeráveis agressões ao meio. Há um traço de arrogância racionalista no uso dos recursos naturais nesse período indicando um homem egoísta e fechado em seus desejos. Não somente a forma de pensar e de utilizar os recursos naturais marcam a ação do homem pós-moderno em sua relação com a natureza, mas um domínio sem limites, uma completa falta de respeito diante das ”coisas do mundo”. Ele, homem, senhor da razão, sendo o centro de tudo. Tudo lhe pertence e sobre tudo ele tem supremacia.

Transgressão e ousadia

Contraponto à modernidade. Pretensão de se reorganizar num lugar novo, romper com o passado e quebrar a lógica aristotélica de começo meio e fim. “A pós-modernidade é a nossa percepção de que todas as vezes em que retomamos algo, dentro na nossa cultura, acabamos caindo no oposto”. Esta é a definição do diretor de teatro Ronaldo Boschi para o novo contexto que sucede e, ao mesmo tempo, convive com os valores da modernidade.

Boschi, que é também professor de Circuitos Artísticos, Literatura e Comunicação a partir do texto literário, na PUC Minas, ensina História da Arte e Texto Teatral na Universidade do Estado de Minas Gerais (Uemg), diz que a palavra primeira da pós-modernidade é a transgressão, lugar onde tudo pode. “A gente deixa de trabalhar com isto ou com o aquilo e passa a trabalhar com os dois ao mesmo tempo. Dentro desta cultura, temos hoje acontecendo em primeiro plano esse excesso de desmontagem: de sistema e de posturas anteriores que eram óbvias e precisavam fechar com a lógica aristotélica”.

Quando se aborda o pós-modernismo se fala da transgressão e da ousadia para o novo. Segundo Ronaldo Boschi, a percepção do lugar virtual, a partir da computação, ajudou muito. Ele lembra o princípio do século XX, com a popularização da fotografia, seguida da televisão e do computador. “A computação nos abriu os olhos sobre as nossas possibilidades virtuais e a nossa relação com o todo”, observa.

Diferente da Semana de 22 (subtítulo)

Quando se fala da desconstrução no pós-modernismo, segundo Boschi, está implícita a percepção de mil outros caminhos que ficam abertos, diferentemente do que ocorreu na Semana de Arte Moderna, de 1922, quando o objetivo era desconstruir o realismo do passado, no sentido de destruição.

“No moderno se trabalhava com a ideia do concreto e do abstrato. Hoje trabalha-se com a ideia do virtual. No livro “O que é o Virtual”, Pierre Lévy nos dá uma visão ampla das possibilidades atuais: da empresa que não precisa ter mais endereço físico, do cidadão que trabalha na rua a partir de uma máquina, e que se relaciona com o mundo por meio do computador e essa possibilidade de certa forma desmonta todos os acessórios anteriores”.

Ronaldo Boschi acredita que, na pós-modernidade, muda-se o meio de atuação do artista, do trabalhador que, nos tempos modernos - como mostra o filme homônimo de Charllin Chaplin, tinha medo da máquina. “Achávamos que ela iria tomar o lugar do homem, hoje percebemos o avesso, ou seja, que a máquina é a ponte para tudo”.

Ser X Ter (subtítulo)

O professor da PUC Minas concorda que, do ponto de vista do conteúdo, dos valores, o ser, tido com valor intrínseco na modernidade, perde força para o ter, característica marcante na pós-modernidade. Segundo ele, atualmente, o que se vê é a relação material, mas o que não se vê é mais amplo, ou seja, as estratégias usadas para que se chegue ao material concretizado. “Então se trabalha mais com a ideia e com a possibilidade virtual. “O virtual não nega a realidade, ela existe, só que às vezes não foi percebida”, avalia. O professor observa que o realismo morre em 1900, com o rompimento que a modernidade veio trazer e a pós-modernidade amplia o lugar do moderno.

Com relação aos valores, Boschi afirma que a ideia hoje é a do tudo pode. “O valor depende do olhar de quem está falando. E os olhares hoje não são mais únicos. No realismo, todos nós enxergávamos com a mesma idéia de valor. A moeda era uma só, a percepção era única. Hoje, quando se fala em ética, ela está hiper ampliada, porque vai depender do lugar, do momento, onde a pessoa se situa."

FONTE: JORNAL DE OPINIÃO

quinta-feira, dezembro 17, 2009

Perguntas e Respostas Sobre Combate Espiritual


1. O Demônio existe?

R: Sim. O Catecismo, corretamente, escreve a palavra Mal com maiúscula inicial e explica: “Neste pedido, o Mal não é uma abstração; indica , pelo contrário, uma pessoa: Satanás, o Maligno, o anjo que se opõe a Deus”. (nº2.851)

2. Eu posso ser atacada pelo Demônio?

R: Todos nós estamos suscetíveis as tentações do Maligno, por isso devemos estar vigilantes em oração. Porém, as pessoas que tem vivido no pecado possuem "portas abertas" a ação do Mal, ou seja, mentira, inveja, ressentimentos, sexualidade desregrada, etc.

3. Como o Demônio nos ataca?

R: Com seus poderes maléficos, travam uma luta contra nós, confundindo nossas vontades, criando tentações, nos envolvendo em paixões, nos deixando confusos e obstruindo nosso tempo de oração. Para tanto, usa de várias faces e máscaras, gerando toda espécie de conflitos, perturbações e até mesmo enfermidades.

4. Porque Deus permite que o Demônio nos ataque?

R: Deus, não suprime a liberdade dos seres racionais. Deste modo, permite que o diabo, usando de sua liberdade, persista na obra do mal, porque também ele é um ser livre. No entanto, limita seu agir destrutivo por sua amizade e grande amor pelos seres humanos.

5. O que são falsas enfermidades?

R: São doenças de origem espiritual, por isso muitas delas não são curadas com medicação ou tratamento.

6. Como posso ser curado de falsas enfermidades?

R: Através de orações de libertação. No livro Orações de Combate Espiritual há uma série de orações para diversos casos.

7. O que é jugo hereditário negativo?

R: Assim como herdados traços físicos e emocionais, ou coisas boas de nossos antepassados, podemos herdar as cargas negativas, por exemplo, doenças, temperamentos de vingança, impaciência, orgulho, etc.

8. Como posso me libertar de um jugo hereditário?

R: No livro Orações de Combate Espiritual há uma série de orações que podem ser usadas para esse fim, de maneira especial a Oração de Renuncia Geral e a Oração de Libertação dos Miasmas.

9. Maldição existe mesmo?

R: Sim. A passagem mais clássica que temos na bíblia é a figueira amaldiçoado por Jesus. Uma maldição pode ser lançado para fins benévolos, ou seja, quando há interesse em forçar a pessoa a se converter, por exemplo, ou fins malévolos, quando o único objetivo da maldição é o mal em si. Nossas palavras tem poder e quando proferidas com fé mais ainda. Se desejamos mal há alguém, isso pode ser concretizado e ter efeitos devastadores não somente na vida daquela pessoa como de toda árvore genealógica desta família.

10. Como quebrar maldições?

R: Uma maldição bem feita, ou seja, predição feita por pessoas de fé que utilizaram auxilio direto do Mal, é difícil de ser quebrada, há certas maldições que somente por meio de intenso jejum e oração, justamente porque será necessário expulsar aquele espírito maligno que vem acompanhando a pessoa ou as gerações. O Oração de Comando direto para expulsar as forças do mal é muito eficaz se rezada com fé entre outras orações.

11. Encontrei três botões no bolso da camisa do meu esposo, que não foi colocado por mim, nem por ele. Será uma espécie de malefício?

R: Há diversas formas de realizar magia, e uma delas é utilizar algo da pessoa ou colocar algo de si na pessoa, seria uma forma de instalar o mal na casa, pois esses botões poderiam não ser jogados fora, por exemplo, mas guardados em alguma gaveta e esta seria uma forma da intenção maléfica que a pessoa fez estar presente.

12. O que fazer com objetos que foram usados em magia?

R: O ideal é que seja feito uma oração sobre eles e se possível jogados fora, em água corrente ou queimados.

13. De uns tempos para cá, tudo tem dado errado na minha, pode ser um encosto?

R: Os encosto são espíritos malignos que oprimem não somente a nossa maneira de pensar, agir e julgar, como das pessoas que estão próximas de nós. Muitas pessoas passam a fazer negócios errados, serem demitidas sem explicação, ficarem doentes; surgem brigas na família, vícios e hábitos, adultérios, prostituição e etc.

14. Como me libertar de um encosto?

R: Jejum e oração. Várias orações no livro Oração de Combate Espiritual auxiliam na libertação desse tipo de mal.

15. Não consigo me libertar de um vício, por quê?

R: Uma das formas do Maligno agir é por meio de obsessão, que é uma espécie de tentação mais intensa. Na obsessão o maligno atua de maneira constante em nossos pensamentos, sugerindo que façamos tal coisa, ainda que seja ruim ele nos apresenta como algo bom. Devemos nos lembrar que o Demônio é o pai da mentira e se não estivermos em oração facilmente seremos enganados por ele.

16. Quem pode exorcizar?

R: Todos podemos orar por libertação, entretanto a Igreja ensina que orações que se evoca oficialmente a autoridade da igreja (Ritual Romano de Exorcismo) sejam feitas somente por pessoas delegadas pelo bispo diocesano.

17. Por que livros de orações são importantes?

R: Porque eles nos motivam a orar mesmo quando não temos vontade ou não sabemos o que pedir, nem como rezar. Ter bons livros de orações é fundamental para quem deseja combater o Mal e ter uma vida de ascese.


FONTE: PORTAL CARISMÁTICO

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quarta-feira, dezembro 16, 2009

ADVENTO, O TEMPO DA ESPERANÇA

O Ano Litúrgico gira em torno das duas grandes festas do mistério de nossa salvação: o Natal e a Páscoa. A fim de nos prepararmos bem para essas duas solenidades de máxima importância, a Santa Igreja, com seu amor de mãe e sua sabedoria de mestra, instituiu o Advento, que nos predispõe para o Natal e a Quaresma, que nos prepara para a Páscoa. Praticamente um mês e meio de Advento-Natal e três meses de Quaresma-Páscoa. O tempo chamado “Comum”, durante o ano, ajuda-nos a caminhar com a Igreja nas estradas da história, iluminados por esses mistérios de nossa fé e conduzidos pelo Espírito Santo.

Iniciamos o tempo do Advento que assinala também o início de um novo Ano Litúrgico. Proclamaremos, aos domingos principalmente, o Evangelho de Lucas. Um novo ano que queremos que seja um aprofundamento de nossa vida cristã na história como discípulos missionários. Iniciamos com a expectativa da vinda do Messias até o anúncio que o Senhor Jesus é Rei.


Neste tempo é que a Igreja nos incentiva a colaborar com a Coleta pela Evangelização no terceiro domingo do Advento, preparada nos domingos anteriores. É a nossa corresponsabilidade de levar adiante a encarnação da Boa Notícia no tempo que chamamos hoje. O tema deste ano: “Ele se fez pobre para nos enriquecer”, já aponta para as reflexões que iremos ter durante a próxima Quaresma, pois a Iniciamos o tempo do Campanha da Fraternidade de 2010 falará sobre economia.

No decurso dos quatro domingos do Advento, o povo cristão é convidado para preparar os caminhos para a vinda do Rei da Paz. O Cristo Senhor, que há dois mil anos nasceu como homem numa manjedoura em Belém da Judéia, deseja ardentemente nascer em nossos corações, conforme as santas palavras da Escritura: “Eis que estou à porta e bato; se alguém ouvir a minha voz e abrir a porta, eu entrarei na sua casa e tomaremos a refeição, eu com ele e ele comigo” (Ap 3, 20).

No Advento temos a oportunidade de nos aprofundar na expectativa do “Senhor que virá para julgar os vivos e os mortos” e na semana que antecede a festa natalina a preparação próxima para celebrar o “Senhor que nasceu pobre no Oriente”. Entre essas duas vindas, o cristão celebra, a cada dia, o seu coração que se abre para o “Senhor que vem” em sua vida e renova a sua existência.

Celebrar o Natal é reconhecer que “Deus visitou o seu povo” (cf. Lc 7, 16). Tal reconhecimento não se pode efetivar somente com nossas palavras. A visita de Deus quer atingir o nosso coração e transformar-nos desde dentro. A tão desejada transformação do mundo, a superação da fome, a vitória da paz e a efetiva fraternidade entre os homens dependem, na verdade, da renovação dos corações. Somos convidados, em primeiro lugar, a aprender a “estar com Jesus”, e então nossa vida em sociedade verá nascer o Sol da Justiça. Nesse sentido, o Santo Padre Bento XVI chamou a atenção para a relevância social da comunhão pessoal com Cristo: “O fato de estarmos em comunhão com Jesus Cristo envolve-nos no seu ser « para todos », fazendo disso o nosso modo de ser. Ele compromete-nos a ser para os outros, mas só na comunhão com Ele é que se torna possível sermos verdadeiramente para os outros, para a comunidade” (Carta encíclica Spe Salvi, n. 28).

Enquanto todos se voltam para o lucro comercial neste tempo que antecede o Natal, os católicos se preparam para que em seu coração haja espaço para o Verbo Encarnado, que veio para salvar a todos. O festival de presépios feitos por artistas e espalhados pela cidade e os presépios das paróquias querem ajudar a cidade a ter um novo olhar e a repensar sobre o que exatamente celebramos no Natal. Dependerão do encontro com “Ele” as mudanças sonhadas para a sociedade hodierna!

O Advento constitui precisamente o tempo favorável para a preparação do nosso coração. Deixemo-nos transformar por Cristo, que mais uma vez quer nascer em nossa vida neste Natal. Celebrar bem a solenidade do Natal do Senhor requer que saibamos apresentar a Deus um coração bem disposto, pois “não desprezas, ó Deus, um coração contrito e humilhado” (Sl 51, 19). Um coração que busca com sinceridade a conversão é fonte de inestimável comunhão com o Senhor e com os irmãos. Por isso mesmo, a oportunidade das celebrações penitenciais se multiplicam pelas paróquias, dando a todos a oportunidade de uma renovação interior. Neste tempo de Advento não tenhamos medo de Cristo. “Ele não tira nada, Ele dá tudo. Quem se doa por Ele, recebe o cêntuplo. Sim, abri de par em par as portas a Cristo e encontrareis a vida verdadeira” (Bento XVI, homilia da Missa de início do ministério petrino, 24/4/2005).

Como servidor do rebanho de Cristo que me foi confiado, não poderia deixar de insistir nisso: a vida verdadeira, que todos desejamos, só o Amor no-la pode dar. “O ser humano necessita do amor incondicional. Precisa daquela certeza que o faz exclamar: « Nem a morte, nem a vida, nem os anjos, nem os principados, nem o presente, nem o futuro, nem as potestades, nem a altura, nem a profundidade, nem qualquer outra criatura poderá separar-nos do amor de Deus, que está em Cristo Jesus, Nosso Senhor » (Rom 8,38-39)” (Carta encíclica Spe Salvi, n. 26).

Que o tempo do Advento predisponha nossos corações a acolher com intensidade o “Amor que move o sol e as outras estrelas” (Dante, Divina Comédia, Paraíso, XXXIII, 145), e que, por pura bondade, manifestou-se com inigualável força no nascimento do frágil Menino de Belém para também mover com suavidade e força a nossa vontade para o Bem.

Dom Orani João Tempesta

FONTE: LUZ E VIDA

terça-feira, dezembro 15, 2009

EX- LIDER GAY, E SUA CONVERSÃO

Por:

Patrick B. Craine

11 de novembro de 2009 (Notícias Pró-Família) — Dois anos atrás Michael Glatze provocou ondas de choque em toda a elite homossexual quando declarou publicamente que ele havia abandonado sua vida como proeminente ativista homossexual, se tornado cristão e abraçado a “sexualidade humana normal”.

Contudo, depois de ser vítima de intensas críticas e zombaria após sua conversão, Glatze decidiu “se retrair”, “ficar em silêncio” e “se preparar” por um tempo, mas agora diz que se sente compelido a dar seu testemunho de novo. Numa entrevista com LifeSiteNews.com (LSN), Glatze disse que, longe de ter voltado a seu velho estilo de vida (como muitos de seus críticos da comunidade homossexual disseram que ele faria), ele está “extremamente feliz, e apto a ter uma vida muito boa, normal e saudável”.

Glatze começou a se identificar como homossexual com a idade de 20 anos. Depois disso ele fundou uma popular revista homossexual para jovens — Young Gay America — com pouco mais de 20 anos, e se tornou uma fonte para os meios de comunicação nacionalmente reconhecida em questões homossexuais aos 30 anos.

Durante esse tempo, porém, ele começou a ter dúvidas sobre a homossexualidade, e em 2005, depois de uma década trabalhando no movimento homossexual, ele desistiu de tudo, decidindo que era “errado e imoral”. Pouco antes de deixar sua posição na revista, conforme ele relatou em 2007 quando revelou pela primeira vez acerca de sua conversão, ele escreveu em seu computador de escritório: “Homossexualidade é morte, e eu escolho vida”.

Depois de anunciar sua conversão, Glatze diz que foi “duramente criticado por pessoas que não me conheciam ao ponto em que eu precisava me retrair, para entender melhor tudo o que eu estava discutindo”.

“A fúria que vem dos indivíduos ‘gays’ contra pessoas como eu pode ser cruel e vil, e pode machucar”, ele disse para LSN. “Eles não param por nada para fazer me sentir envergonhado por minha atual posição acerca da homossexualidade, e tentar me fazer duvidar do que experimentei em minha vida”.

“Cheguei ao ponto em que decidi ficar em ‘silêncio’, e recusar ofertas para falar, e me preparar”, disse ele.

Desde então ele diz que “está confiando em Deus, e somente em Deus”. “Venho adorando viver uma vida relativamente normal”, disse ele. “Vou à igreja. Tenho namorado moças. E, continuo a entender as ramificações do pecado homossexual de forma cada vez mais profunda, e à medida que encontro outros presos nesse pecado, aprendo mais sobre a natureza humana, e observo minhas próprias experiências — comparando-as com o modo como eu poderia ter respondido ou reagido em certas situações apenas alguns anos atrás”.

Agora pronto para compartilhar seu testemunho de novo, ele diz que insiste em fundamentar sua identidade em Deus, em vez de se definir de acordo com sua condição de “ex-gay”. “Não quero ser algum tipo de porta-voz que faz essa questão parecer exagerada acerca de mim”, ele explicou.

“Há inúmeras pessoas que saíram do estilo de vida homossexual com êxito, largaram os hábitos do pecado homossexual e que têm vidas felizes e saudáveis”, ele continuou.

Ele diz que foi edificado por “muitos, muitos e-mails de pessoas de várias partes do mundo que se identificaram com meu testemunho… que me incentivaram a prosseguir nesta caminhada, que estão felizes, que abandonaram a homossexualidade, deixando-a bem para trás, que têm filhos e que têm belas esposas”.

“Parte do problema em ‘divulgar o testemunho’ é que estamos realmente apenas falando sobre a experiência humana normal”, disse ele. “Não é o tipo de coisa onde você sente a necessidade de investir horas de sua vida, correr e gritar ‘Gente, vocês precisam respirar o ar!’”

A verdade é “óbvia”, explicou ele. “A heterossexualidade é a sexualidade humana normal, enquanto a homossexualidade é um desvio. Essas são coisas óbvias. O que é tão inovador é o modo como os ativistas estão tendo sucesso em turvar a realidade”.

“Penso que enquanto os meios de comunicação perpetuarem o mito de que a homossexualidade não pode ser curada… quero continuar a espalhar a mensagem da verdade em oposição a essa mentira”, disse ele, “sustentado pelo fato de que estou mais feliz, mais confiante e muito mais saudável — e muito, muito menos gay — desde 2007 e os anos anteriores”.

FONTE: http://noticiasprofamilia.blogspot.com

Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesitenews.com/ldn/2009/nov/09111207.html

Pequenas igrejas grandes negócios


Escrito por Pe. Alessander Carregari Capalbo

Sem dúvida nenhuma, despertou no meu interior o desejo de escrever este artigo, baseado numa matéria publicada no dia 23 de junho do corrente ano, que fazia referência a proliferação das seitas em locais carentes do DF.

O primeiro susto, ou melhor, a primeira pergunta que nasceu dentro de mim foi: será que Cristo fundou 300 igrejas (seitas) numa cidade satélite com um pouco mais de 100.000 habitantes? A coerência diante da História rapidamente respondeu minha pergunta através dos fatos ocorridos. Um dos grandes erros da Reforma foi afirmar que só a escritura basta, levando como conseqüência a livre interpretação da palavra de Deus. Neste fato já respondemos ao porquê da proliferação de tantas “igrejinhas”. É muito simples de fundar: aluga uma garagem, ou na própria casa, pega a bíblia e começa o grande empreendimento.
Faço esta afirmação porque por detrás de tantas seitas está o dinheiro e o engano das pessoas, alcançado durante sua permanência no culto numa verdadeira lavagem cerebral. Tudo começa com a afirmação de que a pessoa está endemoninhada, que sua vida está amarrada (pela falta de emprego, por ser pobre, por passar dificuldades, etc.). Então a pessoa é chamada a arriscar. Neste momento o pastor usa uma voz distorcida imitando as “vozes do além”, a música e os focos de luzes do teatro estão estrategicamente a postos para provocar a histeria coletiva: pessoas desmaiam, têm ataques psicológicos que produzem efeitos no subconsciente e a conclusão sempre é a mesma: o demônio. É até engraçado!...

Estes dias passando diante de uma destas seitas parei e fiquei olhando: apagaram todas as luzes do “templo” e acenderam uma luz vermelha que piscava, parecia filme de terror. Muitas pessoas naquele momento como afirmava o pastor estavam possuídas e por quem? Pelo diabo, é claro. Mas o mais importante é o que vem depois do “desencapetamento”: as promessas das bênçãos. Aqui deve entrar uma boa oferta porque o dinheiro é do demônio. Então tens que pagar o dízimo, tens que fazer oferta para ser levada à fogueira santa ou até mesmo para ser queimada (apesar de nunca ter escutado ou visto uma seita que queimasse o dinheiro).

Aqui começa tudo, a pessoa cada vez mais tem a necessidade de dar porque quer um emprego, tudo gira em torno do ser rico, ganhar muito, ter muito dinheiro, saúde, amor, etc.

Aqui está a explicação das “igrejas” que ficam o dia inteiro com as portas abertas: quanto mais pessoas, mais dinheiro e mais sucessos. Pessoas que diante do sofrimento de cada dia vão buscar um consolo e não sabem onde estão caindo!...

No mesmo dia 23 deste mês, num site de noticias (ACI) se publicava uma matéria da KIRCHE IN NOT (Organização Internacional), sobre uma análise desta realidade, onde estas seitas oferecem roupas, comida, sapatos, etc.. Tudo para as pessoas começarem a freqüentar tal estabelecimento. Parece brincadeira, mas é assim que começam a comprar e a induzir as pessoas fragilizadas pela vida que se aproximam, e como estas são simples, caem facilmente no conto do “chapeuzinho vermelho”.

Há mais ou menos três semanas atrás, recebi uma pessoa que freqüentou por seis anos uma destas seitas onde tudo lhe foi prometido. Foi “desencapetada” e era fiel no seu dízimo, passando até por privações em sua casa porque Deus precisava do seu dinheiro para abençoá-la. Depois de um tempo não tendo mais nada para ofertar, fez empréstimos no banco. Final da história: ficou com uma dívida grandíssima.

Preocupada com a situação, procurou o pastor da igreja que freqüentava e lhe perguntou onde estavam as bênçãos que Deus lhe prometera... Estava cheia de dividas e não tivera nenhuma prosperidade na vida... Resposta do pastor: ”você é filha do demônio, por isso você não foi abençoada”. Agora termino com duas simples perguntas:

1 – Parece séria uma resposta destas a uma mulher que fez tudo inocentemente e enganada?

2 – Você já se perguntou quantas vezes a “igreja” que você pertence já se dividiu?

Na tradução grega a palavra Diabolus significa divisor. Na origem de novas seitas, estão quase sempre divisões e desentendimentos entre pastores, e por isso proliferam. Ao não se entender com o outro pastor, logo forma a sua “igrejinha”. E o pior, ao invés de ajudarem, enganam pessoas simples que pensam estar no caminho certo. Formam-se seitas para todos os gostos do mercado: numa “igreja” é permitido aos jovens fazerem de tudo, na outra é possível casar várias vezes, na outra é fazer política partidária... E assim vai...

A religião tem se tornado um meio de enriquecimento para poucos, enquanto os simples e pobres bancam tudo isso na esperança de uma mudança. Na escritura, Cristo faz uma afirmação muito categórica: “Guardai-vos dos falsos profetas... eles falam em meu nome... mas são lobos vorazes...” (Mt 7,15), prontos para devorar os que sofrem, os “pequenos” de quem fala o Evangelho. Mas será que Cristo ensinou a divisão, ensinou uma vida tranqüila?

Pare e pense, porque você pode ser uma pessoa que está sendo enganada.

Virgem Maria rogai por nós!

Pe. Alessander Carregari Capalbo

Paróquia Santa Maria dos Pobres – Paranoá – DF

Pároco

Site: www.santamaria.org.br

FONTE: UNIVERSO CATÓLICO

segunda-feira, dezembro 14, 2009

CAMPANHA DA FRADERNIDADE 2010

Oração:

Ó Deus criador, do qual tudo nos vem, nós te louvamos pela beleza e perfeição de tudo que existe como dádiva gratuita para a vida.
Nesta Campanha da Fraternidade Ecumênica, acolhemos a graça da unidade e da conivência fraterna, aprendendo a ser fiéis ao Evangelho. Ilumina, ó Deus, nossas mentes para compreender que a boa nova que vem de ti é amor, compromisso e partilha entre todos nós, teus filhos e filhas.
Reconhecemos nossos pecados de omissão diante das injustiças que causam exclusão social e miséria. Pedimos por todas as pessoas que trabalham na promoção do bem comum e na condução de uma economia a serviço da vida.
Guiados pelo teu Espírito, queremos viver o serviço e a comunhão, promovendo uma economia fraterna e solidária, para que a nossa sociedade acolha a vinda do teu reino.
Por Cristo, nosso Senhor. Amém.

“Vocês não podem servir a Deus e ao dinheiro” Mt 6,24c”

FONTE: PORTAL KAIROS

Campanha indica que evangelização é responsabilidade de todos

Noticias:

Todo o cristão é responsável pela missão evangelizadora realizada pela Igreja. Desde 1998, a Campanha para a Evangelização, desenvolvida pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) no Tempo do Advento, busca despertar essa consciência nos fiéis católicos.

Além da doação de tempo, com o auxílio nas diversas pastorais da Igreja, participar da ação evangelizadora também implica colocar em comum os recursos para que iniciativas concretas possam acontecer.

'Tudo isso ajuda as pessoas a viver bem esse tempo, que não é só preparação para o Natal, mas também para a vinda definitiva do Senhor na Glória', indica o secretário-geral da CNBB, Dom Dimas Lara Barbosa.

Neste ano, a Campanha tem como tema Ele se fez pobre para nos enriquecer. 'Neste ano litúrgico que se inicia, daremos especial ênfase para a temática da Economia nas Campanhas (Fraternidade, Missionária e para a Evangelização). Jesus se esvazia de Sua própria riqueza para nos tornar participantes da vida divina, que recebemos pela Sua encarnação e através do mistério pascal', complementa o secretário-executivo para Campanhas da CNBB, padre José Adalberto Vanzella.

Gesto concreto

No terceiro domingo do Advento, acontece a coleta da evangelização. Os recursos ajudam os projetos desenvolvidos na área pela Igreja no Brasil.

Do total arrecadado durante a campanha, 45% é destinados às dioceses; 20% aos Regionais e 35% ao Fundo Nacional de Evangelização, administrado pelo Conselho Econômico da CNBB, e que garante recursos para o Secretariado Nacional e viabiliza projetos específicos de Evangelização.

FONTE: JORNAL OPINIÃO

O Verdadeiro Espírito do Natal


A antiga revista Manchete, há muitas décadas, costumava publicar traduções semanais das colunas do jornalista-humorista Art Buchwald. Alguns anos atrás uma destas colunas foi intitulada: “Deve-se permitir, às igrejas, abrirem no dia do Natal?” Nela o autor descrevia um evento fictício no qual “um grupo de cidadãos se organizou para protestar a maneira como certas igrejas estão tentando transformar o Natal em um feriado religioso!”

O porta-voz do grupo, inventado, presta então as seguintes declarações ao Art Buchwald, na suposta entrevista: — "Bastante dinheiro, tempo e propaganda foram colocados na preparação do Natal, para deixarmos que uma pequena minoria estrague o evento usando este dia para ir à igreja. Não somos contra igrejas,” diz o personagem fictício, “mas somos terminantemente contra estas igrejas permanecerem abertas no dia dedicado ao nosso faturamento...”

Apesar da crônica estar carregada de humor, é triste verificarmos a aproximação da história narrada com a nossa realidade. O Natal tem sido distorcido e seu verdadeiro espírito esquecido. Suas bases e origens foram relegadas a um segundo plano.

Anos atrás a revista Time publicou um artigo mostrando a diferença de ênfases na celebração de Natal existente entre os dias atuais e a prática de algumas décadas passadas. Diz a revista que antigamente se pensava, nesta época, no relacionamento do homem para com Deus ; enquanto que agora, pensa-se em termos do relacionamento do homem para com os outros homens . O ponto focal da história de Natal foi esquecido e este fato é refletido nas decorações e “slogans” natalinos da atualidade. Que melhor exemplo para isto do que os cartões que dizem apenas: “Boas Festas!”

Em Gálatas 4.4,5 nós lemos: “Mas vindo a plenitude dos tempos, Deus enviou seu Filho, nascido de mulher, nascido sob a lei, para reunir os que estavam debaixo da lei, a fim de recebermos a adoção de filhos”. Este é o propósito real do Natal. As canções, a mercantilização e mesmo o sentimentalismo fora de Cristo, que são sinônimos desta estação, tendem a obscurecer o significado real deste dia.

O Natal é mais do que um tributo à infância ou às mães; é mais do que um curto espasmo de generosidade e de bondade; é mais do que um incentivo ao comércio e ao lucro; não é meramente uma ocasião para comidas e bebidas, festas e alegrias vazias. É possível nos envolvermos tanto com o papel, os invólucros, as fitas e os cordões, que chegamos a perder o presente real.

Deus, mandando o Seu Filho para redimir aqueles que estão sob a maldição do pecado — este é o verdadeiro milagre e o verdadeiro presente de Natal! Este é o verdadeiro espírito do Natal!

A Bíblia nos diz que o Natal é muito mais do que um congraçamento entre os “homens de boa vontade”, pois é, na realidade, “boa vontade para com os homens”, da parte de Deus. A celebração sem substância do Natal nulifica o seu verdadeiro espírito. Freqüentemente entoamos o hino natalino, “Cantai que o Salvador chegou!” Se esta canção está em nossos corações, a falta de esperança se transformará em alegria e o vazio será preenchido com vida. Não fará muita diferença se estivermos numa multidão ou sozinhos. A alegria do Senhor e as vozes dos seus anjos ressoarão em nossos corações. Isto é o que é o Natal .

Um Feliz Natal para Todos!


domingo, dezembro 13, 2009

CONVERSANDO SOBRE A BÍBLIA


1) Qual o significado da palavra "Bíblia"?
A palavra "Bíblia" é de origem grega e quer dizer "LIVROS". São, ao todo, 73 livros: 46 no Antigo Testamento e 27 no Novo Testamento.

02) Quem é o autor da Bíblia?
O autor da Bíblia é Deus.Não foi Ele, porém, quem a escreveu. Essa tarefa coube aos homens e mulheres que, movidos pelo Espírito Santo, foram aos poucos escrevendo tudo o que a eles era inspirado que escrevessem.

03) Os autores humanos da BÍBLIA apenas "copiaram" o que Deus "ditou" a eles?
Não, os autores humanos da Bíblia receberam a inspiração de Deus e usaram das próprias palavras - e dos próprios conhecimentos - para redigir os textos inspirados.

04) Como a Bíblia foi escrita?
A BÍBLIA foi composta "A DUAS MÃOS": por Deus, que a inspirou, e pelos homens e mulheres que a escreveram. Não sabemos quantos são os autores humanos da Bíblia, mas sabemos que são muitos. Daí afirmarmos que a Bíblia foi escrita em "mutirão".

05) Quando a Bíblia foi escrita?
A Bíblia foi escrita entre o ano 1250 antes de Cristo e o ano 100 depois de Cristo, aproximadamente. Ou seja, ela levou mais de mil anos para ficar pronta.

06) Onde foi escrito o Antigo Testamento?
O Antigo Testamento foi escrito na Palestina (a terra de Jesus), na Babilônia (onde o povo judeu, num determinado momento de sua história, esteve exilado) e no Egito (para onde muitos judeus foram depois do cativeiro na Babilônia).

07) Onde foi escrito o Novo Testamento?
Os livros do Novo Testamento foram escritos na Palestina (a terra de Jesus), na Síria, na Ásia Menor, na Grécia e na Itália (lugares estes onde haviam sido fundadas comunidades cristãs).

08) Em que línguas foram escritas a Bíblia?
A Bíblia foi escrita em HEBRAICO, ARAMAICO e GREGO.

09) Quantas traduções existem da Bíblia?
A Bíblia já foi traduzida para aproximadamente DOIS MIL IDIOMAS. As cópias mais antigas estão na Biblioteca do Vaticano, no Museu Britânico (Londres, Inglaterra) e no Museu de Jerusalém (Israel).

10) No que foi escrita a Bíblia?
Os livros da Bíblia foram escritos em CERÂMICA (tijolos de argila), PAPIRO (tiras de papel feitas a partir da árvore de papiro, originária do Egito) e PERGAMINHO (couro curtido e preparado de carneiro, chamado de pergaminho por ter sido usado pela primeira vez na cidade de Pérgamo, 200 anos antes de Cristo).

11) Quem dividiu a Bíblia em capítulos e versículos?
A divisão dos livros da Bíblia em capítulos é da autoria do inglês Estévão Langton, arcebispo de Cantuária, e foi realizada no ano de 1214. Já a divisão dos capítulos em versículos foi feita, em definitivo, em 1551, pelo tipógrafo Roberto Stefano. Uma curiosidade: a Bíblia tem 1.328 capítulos e 40.030 versículos.

12) Quais são as duas grandes partes da Bíblia?
A Bíblia está dividida em duas grandes partes; ANTIGO TESTAMENTO e NOVO TESTAMENTO. O Antigo Testamento começa com o livro de Gênesis e termina com o livro de Malaquias, e o Novo Testamento vai do Evangelho escrito por São Mateus até o livro do Apocalipse de São João.

13) Como está dividido o Antigo Testamento?
O Antigo Testamento está assim subdividido: PENTATEUCO (os cinco primeiros livros, do Gênesis ao Deuteronômio; livros HISTÓRICOS (16 livros, de Josué a Macabeus); livros POÉTICOS ou SAPIENCIAIS (7 livros, de Jó a Eclesiático) e, livros PROFÉTICOS ( 18 livros, de Isaías a Malaquias).

14) Como está dividido o Novo Testamento?
O Novo Testamento apresenta a seguinte subdivisão: livros HISTÓRICOS (os 4 Evangelhos mais o livro dos Atos dos apóstolos); CARTAS DOS APÓSTOLOS (21 cartas, de Romanos a Judas) e, livro PROFÉTICO (apenas um, o Apocalipse, o último livro da Bíblia).

15) O que são os livros APÓCRIFOS?
Os apócrifos são livros escritos nos tempos em que foram escritos os demais livros da Bíblia, mas que não foram escritos sob inspiração de Deus e, por isso, não pertencem ao livro da Bíblia.

16) Quantos livros tem a Bíblia Protestante?
A Bíblia Protestante tem 66 livros, 7 a menos que a Bíblia Católica. Os livros de Baruc, Tobias, Judite, Sabedoria, Eclesiástico, 1º e 2º Macabeus e parte dos livros de Ester e Daniel fazem parte da Bíblia Católica mas não da Bíblia Protestante.
Razões teológicas e históricas levaram os judeus - e depois os protestantes - a considerar esses livros como livros apócrifos.

17) É certo brigar com pessoas de outras religiões por causa da Bíblia?
Não, não é certo. A Bíblia é instrumento de aproximação e união, e não arma de agressão.

18) Quem é o centro da Bíblia?
O centro da Bíblia é Jesus. Tudo nela aponta para o Filho de Deus feito homem. O Antigo Testamento (antiga aliança) prepara a sua vinda; o Novo Testamento (nova aliança) a realiza.

19) Quem pode interpretar a Bíblia?
Só a Igreja, instituída por Cristo, pode interpretar corretamente a Bíblia. O Espírito Santo, terceira Pessoa da Santíssima Trindade, é quem ajuda a Igreja nessa interpretação. O católico que participa das celebrações de sua comunidade vai, com o tempo, entendendo o sentido e o significado dos ensinamento da Palavra de Deus; assim ele aprende a interpretar a Bíblia junto com a Igreja.

20) Como estudar a Bíblia em grupo?
O Grupo de Reflexão (Círculo Bíblico) é um lugar e um modo seguro e privilegiado de estudar e interpretar a Bíblia em comunidade. É no Grupo de Reflexão e Vivência que os católicos "misturam"a vida com a fé e aprendem a ser solidários uns com os outros.

21) É bom e aconselhável decorar trechos da Bíblia?
Sim, é bom memorizar ou decorar trechos da Bíblia, desde que quem os memorize também os pratique. Quem conhece passagens da Bíblia "de cor" mas não se esforça por vivê-las é um falso cristão.

22) Com que atitude deve-se ler a Bíblia?
A Bíblia deve ser lida com humildade de coração. É aos pequenos e simples que Deus revela a sua sabedoria.

23) Como procurar e encontrar uma citação bíblica?
As citações bíblicas têm sempre a seguinte ordem: Título do LIvro (abreviado), Capítulo e Versículo.
Exemplo: Jo 10,10. Esta citação lê-se assim: Evangelho de São João, capítulo dez, versículo dez.

A vírgula ( , ) separa o capítulo do versículo.
Exemplo: Jo 6,50 = Evangelho de São João, capítulo seis, versículo cinqüenta.

O ponto ( . ) indica um pulo entre os versículos.Neste caso, lê-se o número que vem antes e depois do ponto.
Exemplo: Jo 1,3.9 = Evangelho de São João, capítulo um, versículos três e nove.

O traço ( - ) indica que devemos ler de um versículo até o outro.
Exemplo: Jo 17,20-26 = Evangelho de São João, capítulo dezessete, versículos de vinte a vinte e seis. O traço pode também indicar uma seqüência de capítulos.
Exemplo: Jo 17,20-18,12 = Evangelho de São João, do capítulo dezessete, versículo vinte, até o capítulo dezoito, versículo doze.

O ponto e a vírgula ( ; ) separam uma citação de outra, ou um livro de outro livro.
Exemplo: Jo 1,5;16,14 = lê-se o versículo cinco do capítulo um e o versículo quatorze do capítulo dezesseis.
Outro exemplo: Jo 1,5;Mt1,22: neste caso, deve-se procurar as duas citações pedidas, uma no Evangelho de São João e a outra no Evangelho de São Mateus.

Um esse ( S ) indica o versículo imediatamente posterior ao citado.
Exemplo: Jo 1,5s = Evangelho de São João, capítulo um, versículo cinco e seguinte, seis. Ou seja: Jo 1,5s = Jo 1,5-6.

Dois esses ( SS ) indicam os versículos seguintes ao citado.
Exemplo: Jo 1,5ss = Evangelho de São João, capítulo um, versículos cinco e seguintes, até onde interessar a citação.

Às vezes encontramos um a, ou b, ou ainda um c depois da citação do versículo.
Exemplo: Jo 1,18a = lê-se a primeira parte do versículo dezoito. Quando a letra que vem logo após a citação do versículo é a b, deve-se ler a segunda parte desse versículo e, quando é a letra c, lê-se a terceira parte do versículo. Isso acontece porque um versículo pode ser formado por uma, duas ou até três frases.

Quando o livro tem um só capítulo, omite-se a indicação do capítulo, e cita-se só o versículo.
Exemplo: Jd 3 = Carta de São Judas, versículo três. Quando o livro tem mais de um capítulo, o número que vem logo após a indicação do livro é a do capítulo.
Exemplo: Jo 2 = deve-se ler todo o capítulo dois do Evangelho de São João.

Créditos:
Padre Cristovam Iubel

REFLEXÃO

“Sentimos raiva principalmente contra aqueles aos quais pensamos que propositadamente nos prejudicaram” Santo Tomás de Aquino

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CF 2010: Economia e vida

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