BÍBLIA CATÓLICA ONLINE

sexta-feira, abril 30, 2010

Intimidade com filhos pode evitar o “efeito pulseirinha”


*Por Claudio R. S. Pucci
As “pulseirinhas do sexo” chegaram ao Brasil no ano passado já carregadas de uma aura sexual devido a alguns eventos ocorridos na Inglaterra. Feitas de silicone, viraram parte de uma brincadeira infame que consistia em tentar arrebentar a pulseira de outra pessoa em troca de um favor sexual, dependendo da cor. De beijo a transas, passando por exposição de peitos ou pênis e sexo oral, a coisa explodiu quando uma adolescente de 13 anos de idade, em Londrina (PR), sofreu um estupro atribuído ao uso da pulseirinha.
O escândalo levou escolas e prefeituras a proibirem seu uso e obviamente deixou muitos pais de cabelo em pé. Conversamos com Sandra Vasques, psicóloga e terapeuta sexual do Instituto Kaplan, uma organização não-governamental que estuda a sexualidade humana e trabalha com adolescentes em escolas e entidades para tentar entender como pais e educadores devem lidar com essa situação e, principalmente, proteger seus filhos. O segredo está no diálogo franco, diz ela:

Terra: A “pulseirinha do sexo” é causa ou consequência do contato do jovem com sexo e da erotização da cultura?
Sandra Vasques: A pulseirinha é mais um dos canais de erotização entre os que já existem direcionados para as crianças. Tivemos aquela antiga música da boquinha da garrafa, por exemplo, onde os pais, inocentemente, estimulavam a criança a dançar, além do namoro de crianças na TV, uso de maquiagem e roupas sensuais, desenhos erotizados. Enfim, são situações que nossa sociedade vem criando para estimular a criança a olhar para o sexo e a viver esse sexo. Só que a criança continua no passo dela. Ela assimila tudo isso que a sociedade empurra em sua direção, mas vai fazer isso do jeito dela.

E qual é esse jeito de a criança compreender tudo isso?
Dando um exemplo, a mãe estimula uma menina a usar uma sainha curta ou maquiagem para parecer mais velha, e a menina vai obedecer porque sabe que isso a valoriza frente aos pais. Todos nós queremos ser amados e valorizados pela sociedade. Faz parte da construção da nossa autoestima. Só que a criança quer chamar a atenção, mas não quer se mostrar como mulher que quer fazer sexo. Ela não vai deixar de brincar porque ela está se vestindo daquela maneira. No caso das pulseirinhas, muitas foram compradas pelas mães ou junto com as mães porque aquilo fazia parte de se enfeitar, de ser colorida ou ter algo para trocar com as amigas, e não porque havia um código atrelado a sexo nelas.

A conotação sexual já não estava atrelada às pulseirinhas quando chegou aqui? Porque o escândalo em cima de seu significado começou na Inglaterra anos atrás, certo?

Aqui no Brasil, essa conotação só chegou ao público no final do ano passado, então, na realidade, essa moda demorou a pegar no Brasil e muitos pais se surpreenderam com essa notícia. E muitos pais que antes permitiam que suas filhas usassem as pulseirinhas agora não permitem mais. E essa é a grande discussão: deve-se permitir ou não?
E mais ainda depois de Londrina, onde a menina teria sido violentada por causa da pulseirinha, não é?
Só que aí tem que de pensar em quantas mulheres já não foram estupradas porque o cara justificou que ela provocou porque estava de minissaia. A culpa não é da pulseirinha, mas ela é uma justificativa para pessoas que se permitem invadir a liberdade alheia, violar a autonomia e o direito do outro de não viver situações sexuais. É o caso de pessoas que dizem “ela está pedindo”, porque está de calça justa, de miniblusa ou andando sozinha na rua tarde da noite.
A exposição dos adolescentes em redes sociais como Orkut, onde as próprias meninas se mostram em fotos sensuais ou comentando abertamente de sua vida sexual, não acaba dando margem para esse tipo de coisa?
Sim, veja o caso do Twitter, onde as pessoas colocam a todo o momento o que pensam, e se não estiverem lá não fazem parte do mundo. Acontece que a exposição não pode dar o direito ao outro de achar que ele pode fazer o que quiser. E aí vem a questão da educação e da cultura. As pessoas estão se tornando muito individualistas, brigando pelo seu espaço e preservando seu ganho pessoal e isso traz uma solidão muito grande e, a meu ver, as pessoas buscam sair dessa solidão dando um jeito de se valorizar. Nos últimos 30 anos, o sexo se tornou uma matéria de valorização muito grande. A menina se mostrar mais sexy está sendo a moeda necessária para ela encantar.

E ainda por cima tem os exemplos vindos da televisão como as BBB’S, não é?
Sim, as modelos e as BBB¿s que aí vão tiram a roupa, ganham dinheiro, saem com homens interessantes. Parece que ter um corpo que é o máximo e transar gostoso é o caminho para sua felicidade.
E nesse cenário todo como fica a posição dos pais?
Os pais não podem mais ignorar que a sexualidade está aí e têm de fazer parte da educação. Só que não é simplesmente falar de sexo para a criança. Outra coisa que é mais importante que isso é ter tempo para estar próximo ao seu filho, porque hoje os pais têm de trabalhar muito ou estão envolvidos em outras atividades e acabam se distanciando das crianças. O filho precisa perceber que os pais se importam com ele, que ele é especial, e nesse contexto os pais passam os preceitos éticos e morais da família – não confunda com moralismo – mostrando à criança que eles desejam que seus filhos tenham liberdade, autonomia e responsabilidade sobre si mesmos.

O primeiro passo é escutar o filho?
Os pais têm de conversar e se importar com o que os filhos fazem. Assim, voltando ao caso das pulseirinhas, na hora que eles falam que é melhor não usá-las porque muitas pessoas estão se aproveitando do fato de uma menina estar com a pulseira para avançar em cima, a filha precisa escutar isso não como uma ordem que tem de ser seguida por causa de uma hierarquia familiar e, sim, porque está sendo transmitida uma preocupação real e legítima com ela. Se essa moda está provocando uma situação de excessos por parte de gente que não respeita limites, a criança tem de ser protegida, e o pai ou a mãe devem colocar limites aceitáveis. Exemplo: pedir para que não seja usada na escola e, sim, quando a criança estiver em sua companhia, numa festinha, onde eles estejam por perto. E mais, é preciso explicar a mensagem que está sendo atribuída às pulseirinhas, por mais que elas deixem o braço mais bonito. No caso dos adolescentes, aqueles acima de 12 ou 13 anos, os pais precisam dialogar ainda mais porque o jovem está formando sua personalidade, que é um amálgama entre os valores familiares e os do grupo no qual ele pertence. O pai e a mãe podem, por exemplo, expressar sua preocupação sobre a pulseirinha e perguntar “como isso está lá na sua escola? Tem acontecido alguma coisa? Se acontecer como você acha que lidaria com a situação?”. Isso é fazer o jovem pensar e não dar ordens e conselhos impostos. O melhor jeito de se conversar com um filho é perguntando. Até para poder saber como está a situação, sem passar a ideia que se controlando sua vida.
Proibir o uso simplesmente não é eficaz?

Não, os pais podem proibir, mas só isso não basta. A criança não sabe se defender, então tem de fazer com que ela saiba que é uma questão de segurança. Para o adolescente, a meu ver, a proibição é muito complicada e o melhor é um papo mais profundo para que ele possa avaliar essa situação. E não só isso, a escola também tem de conversar. O próprio Instituto Kaplan, do qual faço parte, tem essa preocupação há muito tempo, oferecendo aos pais e educadores uma orientação de como conversar com crianças e adolescentes. De como instruir a criança sobre sexo desde pequena, lembrando que em cada idade isso exige um tipo de conversa.

Isso ajuda também a lidar com a pressão dos colegas na escola?

Veja bem, os pais deixam a criança ver novelas com cenas de sexo e a o filho não vai perguntar nada porque “não dá ibope” perguntar sobre isso em casa. Mas ele fica curioso e vai comentar com os colegas e tirar as conclusões, geralmente erradas, deles. Mesmo que você não permita esse acesso, na escola eles vão comentar e ele vai ficar sabendo de tudo. Sexo não é uma coisa ruim, mas exige maturidade. Sexo é um carinho que traz consequência e você tem de estar preparado para ele. Lembre-se que atualmente os meninos e as meninas estão sendo levados a acreditar que quanto antes fizerem sexo, melhor, e isso está levando a uma queda na idade média da primeira relação sexual, o que é muito preocupante. Pela minha experiência, quanto mais proximidade e diálogo houver entre pais e filhos, diálogo esse que não passe a ideia de vigilância e monitoramento, mais tarde o jovem inicia sua vida sexual, porque entende que exige uma preparação maior para se ter sexo e um conhecimento grande de como lidar com o outro. E ainda passa pelas etapas normais do relacionamento como se conhecer, depois se interessar pelo outro, ficar, ter namoricos e assim por diante, até uma hora chegar ao sexo com maturidade.
FONTE: PORTAL TERRA

terça-feira, abril 27, 2010

Luiz Mott livra Igreja Católica de sofrer mega-escândalo de pedofilia

Um seminarista saiu do seminário católico porque achou que ali não era o lugar ideal para ele. Ele acabou encontrando no marxismo a maioria das respostas para suas “necessidades” sexuais.

Hoje, o ex-seminarista, além de homossexual assumido, é considerado o maior líder homossexual do Brasil (veja aqui entrevista dele no Programa do Jô: http://juliosevero.blogspot.com/2010/04/luiz-mott-no-programa-do-jo-propaganda.html). Mas ele é também acusado de defender a pedofilia. Veja aqui: http://juliosevero.blogspot.com/2007/08/luiz-mott-pedofilia-j.html

Não é fácil esconder por muito tempo a homossexualidade e a pedofilia num ambiente onde há restrições morais cristãs.

Mas dentro do marxismo e do movimento homossexual, é possível sair do armário, com o devido acobertamento e proteção, pois ilusões e mentiras fazem parte do jogo homossexual e marxista.

Por isso, não pipocam todos os dias escândalos de pedofilia vindo diretamente do movimento homossexual ou dos movimentos marxistas. É como se no meio deles não existisse nenhuma ameaça sexual aos meninos. É como se ali fosse o paraíso da pureza sexual, o lugar ideal para bebês e crianças.

Contudo, essa não é de forma alguma a realidade. Em 2007, desmascarei para o Brasil inteiro no meu blog o Dr. Denilson Lopes, professor universitário que publicou o artigo “Amando Garotos: Pedofilia e a Intolerância Contemporânea” num site homossexual. Para ver na íntegra o artigo dele salvo no meu blog, siga este link: http://juliosevero.blogspot.com/2007/07/pedofilia-e-homossexualismo.html

Depois de 3 anos, nenhuma autoridade tomou qualquer providência. Mas imagino que se eu tivesse me referido ao defensor da pedofilia como “Padre Denilson Lopes”, em menos de 3 dias a mídia nacional e internacional, o Ministério Público Federal, a polícia federal e um bando de outras criaturas apareceriam correndo para denunciar “mais um escândalo de pedofilia da Igreja Católica”, omitindo o fato óbvio de que, acima de tudo, Lopes é homossexual. Pelo visto, Lopes está muito bem abrigado e protegido num ambiente acadêmico marxista que, com toda a justiça, merece o nome de “Imbecil Coletivo”, título de um dos livros de Olavo de Carvalho.

Com professores universitários como Lopes e Mott, quem agora escreverá o “Coletivo de Pedófilos” para abrir os segredos desse armário marxista e homossexual?

A opção de Mott pelo marxismo e pelo movimento homossexual foi então uma questão de mera sobrevivência.

No entanto, por um lado teria sido bom se ele tivesse se tornado padre ou bispo. Só assim seus escândalos seriam destrancados do armário à força diante do público por uma mídia que está sempre pronta a acobertar a pedofilia dentro do marxismo e do movimento homossexual, mas jamais perde a oportunidade de denunciar padres que abusam de meninos. Mas, claro, sem jamais mencionar a homossexualidade deles, pois isso compromete fatalmente o movimento homossexual.

Para a mídia esquerdista, nesse jogo sujo a única atitude imoralmente válida é comprometer a Igreja Católica e suas posições contra o aborto e contra o homossexualismo.

É certeza que se o Vaticano abraçasse totalmente o marxismo, promovendo o aborto e ordenando oficialmente padres, bispos e cardeais homossexuais, os escândalos de pedofilia envolvendo a Igreja Católica desapareceriam misteriosamente dos noticiários. Afinal, amigo protege amigo.

Se a Igreja Católica fizesse essa mudança oficial, aí a mídia marxista seria obrigada a procurar outro alvo: as igrejas evangélicas conservadoras. O show então começaria: escândalos diários de pedofilia de pastores e outros líderes pipocando freneticamente diante do público.

O movimento homossexual e a elite marxista, que controlam a grande imprensa, sabem muito bem o que fazem quando “noticiam” os casos de abuso homossexual de meninos dentro da Igreja Católica, usando-a como bode expiatório das conseqüências da própria conduta que eles tanto estimulam nas escolas e na sociedade.

Mas homossexual é homossexual, seja na Igreja Católica, nas igrejas evangélicas, no marxismo ou no movimento homossexual.

A vasta maioria dos escândalos de pedofilia na Igreja Católica é de abusos sexuais de meninos, isto é, padres homossexuais abusando de menores de idade do sexo masculino.

Mas por que pensar que só dentro da Igreja Católica os homossexuais cometem abusos sexuais contra meninos? Por que pensar que no marxismo e no movimento homossexual eles automaticamente se tornam santos sexuais e protetores das crianças?

No mundo inteiro, ninguém hoje está lutando mais pela liberação sexual das crianças do que os grupos homossexuais. E, acredite se quiser, por essa “liberação” eles são considerados protetores e defensores de crianças. Nesse sentido, parece que Luiz Mott quer apenas ser um desbravador no Brasil dessa nobre “liberação”.

Mesmo com esses sinais claríssimos, veja o tratamento diferenciado que a mídia marxista dispensaria para Mott, dependendo da escolha dele:

1. Como padre ou bispo, Mott seria exposto como o demônio da pedofilia dentro da Igreja Católica. A mídia o usaria para levar o público a entender que sexo de homens com meninos tem tudo a ver com a Igreja Católica e seus valores morais, mas absolutamente nada a ver com o homossexualismo. Ele seria apresentado como escândalo de pedofilia produzido pela Igreja Católica. Eles diriam: “Que coisa horrorosa e criminosa: o padre ou bispo Mott envolvido em pedofilia!”

2. Como marxista e líder do movimento gay, ele é apresentado como um anjo, tendo sido elogiosamente condecorado por Fernando Henrique Cardoso e Lula por ter fundado o Grupo Gay da Bahia, que tagarela enfadonhamente que está havendo um “homocausto” no Brasil. Mesmo com suas declarações pró-pedofilia, ninguém na grande imprensa do Brasil o chama de “escândalo de pedofilia produzido pelo movimento homossexual”. Aliás, eles diriam: “Que coisa linda: o Dr. Luiz Mott, professor da Universidade Federal da Bahia, defendendo os direitos sexuais das crianças!”

Enquanto Mott permanecer no marxismo e no movimento homossexual, ele estará protegido e gozando todos os tipos de regalias da imprensa e do governo. Mas ai dele se quiser ser padre ou bispo. A mídia não o perdoará.

Moral da história? Se quiser esconder suas perversões sexuais, não faça isso na Igreja Católica e em nenhuma outra igreja cristã. O marxismo e o movimento homossexual são o armário ideal para esconder segredos sujos.

Como a Igreja Católica do Brasil pode enfrentar essa pilantragem midiática sustentada pelo movimento homossexual e pelo marxismo?

Fechando-se radicalmente para a teologia da “libertação” e abrindo-se radicalmente para o Espírito Santo e seus dons. Quando Mott estudou num seminário católico, era uma excelente oportunidade de ele receber ministração de libertação.

Conforme Marcos 16, o seguidor de Jesus Cristo tem o poder e a autoridade para ministrar cura e libertação para os que estão oprimidos, e é inegável que Mott entrou no seminário oprimido pelo homossexualismo. Mas os seminários católicos estavam infectados com a teologia da libertação e com um liberalismo doentio. O homossexualismo não é prática incomum entre liberais, sejam católicos ou não.

Para evitar abuso sexual de meninos, a Igreja Católica e todas as igrejas cristãs devem fazer uma triagem rigorosa para impedir que homossexuais enrustidos sejam ordenados. E devem se preparar, sob o poder e unção do Espírito Santo, para lidar com todos os que entram em seus seminários com problemas homossexuais. Aliás, essa abordagem apostólica deve ser regra para todos os que entram em igrejas cristãs.

A resposta para prevalecer sobre a mídia tendenciosa, o movimento homossexual e os movimentos marxistas é o Espírito Santo. Nenhuma força na terra, debaixo da terra ou nas esferas espirituais tem mais poder que o Espírito Santo.

O Espírito Santo é também a resposta para os homossexuais que, como Luiz Mott, entram no seminário em busca de soluções espirituais, mas só encontram liberalismo e mais homossexualismo. O Espírito Santo liberta dos piores vícios homossexuais, inclusive do sexo com meninos.

É verdade que ao deixar o seminário, Mott livrou a Igreja Católica de um mega-escândalo. Mas se alguém ali o tivesse ajudado a conhecer e experimentar o Espírito Santo, em vez de dizer hoje que o Cristianismo é opressivo, Mott estaria testemunhado que foi liberto de uma grande opressão.

Agora, quem livrará aquele que livrou a Igreja Católica?
Por Julio Severo

segunda-feira, abril 26, 2010

Cenaculos com Maria no Estado de São Paulo - Por favor divulguem para quem quer alcancar gracas dificeis!

Ola, a Paz de Jesus e o Amor de Maria !
Gostaria de convida-los para os
Cenaculos com Maria:

Dia 21/Abril - Cenáculo em Limeira, contato Emerson e Valquiria - fone 19-3451-9752 e-mail vdomingues1@hotmail.com ou ermvdm@widesoft.com.br

Horário: início às 14h00

Local: Centro Pastoral Bom Jesus (Capela Rural que pertence à Paróquia Santa Luzia)

Entrada de Limeira, Rodovia Anhangüera saída Km 143. Seguir para estrada sentido bairro rural, na bifurcação pegar a estrada da direita Botafogo/Pereiras e andar 1,5km. Haverá cartazes de indicação.

Dia 22/Abril – Pirassununga – Visitas a cemitérios

Dia 23/Abril – Pirassununga - Cenáculo com Início às 18:30. Local: Associação Atlética Banco do Brasil (AABB). Endereço: Rua José Lebeis, 2134. Bairro Vila Guilhermina. Contato (19) 9667-1633 com Abílio.

Dia 24/Abril - SÃO CARLOS – Início às 14:00 horas com a Santa Missa. Local: Avenida José Pereira Lopes, 386 - centro Diocesano de Pastoral (antigo seminário) - Bairro Botafogo.Contatos: (16) 3368-4629 / 8157-5606 com Magda.(16) 3368-3815 / 8165-6148 com Marilsa.
Dia 25/Abril - BOTUCATU – Início às 14,30 - Local: Colégio Santa Marcelina, Dr. Costa Leite, 548 - Esta Rua passa atrás da Catedral e é paralela à Avenida D. Lúcio. Passando a Prefeitura é a primeira rua à esquerda. E-mail: rosescocenas@hotmail.com ou Contato: (15) 9124-6998 com Lydia
http://www.salvaialmas.com.br/

ÓLEO DE SÃO RAFAEL NA CIDADE DE CAMPO GRANDE (MS): Com MIRIAM L.CASTRO SESMEIRO - (67) 3341-8340 - E-mail miriam_castro26@hotmail.com. Se possível levar ou fornecer vasilhame pequeno com conta-gotas.

12/04/2010

Grandes coisas acontecerão

Sereis grandes para Deus

“Paz!”

Filhinhos amados: Muito obrigada! Quero vos dizer que vos amo muito e que estarei ao vosso lado em quaisquer circunstâncias, para vos proteger e atender!

Não deveis então, temer nada: absolutamente nada, pois tudo o que virá é obra de Deus!

Se sois os convidados já sabeis: tereis depois, os primeiros lugares à festa que há de vir, o Novo Reino!

Tudo novo! Tudo paz!

Deus achou por bem vos convidar e por isso deveis vos alegrar por tanta confiança em vós depositada pelo Criador do Universo!

Grandes coisas acontecerão e sereis grandes diante do mundo e para Deus!

Tudo será muito lindo e vos orgulhareis de vosso trabalho e vossa Missão!

A Missão vos será dada em tempo hábil que se encontra atrás da cortina e que já podeis apalpa-la com vossas mãos!

Deus conta convosco e por isso Sou Feliz convosco!

Peço-vos também, como tarefa, como penitência, jamais falar sobre erros de qualquer sacerdote, bispo o do Papa: Deveis oferecer isto como sacrifício pela salvação do mundo! Amém?

Vosso silêncio será o ouro que revestirá os novos habitantes da Casa do Pai!

Contai sempre Comigo: Estou sempre ao vosso dispor, pois vos amo demais!

Eu vos abençôo, em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém!

“Maria, Mãe do Universo!”

Porto Belo (SC), 10 de abril de 2010

terça-feira, abril 20, 2010

MUITO MAIS QUE PEDOFILIA...

As notícias sobre pedofilia, envolvendo membros do clero, difundiram-se de modo insistente. Tristes fatos, infelizmente, existiram no passado e existem no presente; não preciso discorrer sobre as cenas escabrosas de Arapiraca... A Igreja vive dias difíceis, em que aparece exposto o seu lado humano mais frágil e necessitado de conversão. De Jesus aprendemos: “Ai daqueles que escandalizam um desses pequeninos!” E de S.Paulo ouvimos: “Não foi isso que aprendestes de Cristo”.
As palavras dirigidas pelo papa Bento XVI aos católicos da Irlanda servem também para os católicos do Brasil e de qualquer outro país, especialmente aquelas dirigidas às vítimas de abusos e aos seus abusadores. Dizer que é lamentável, deplorável, vergonhoso, é pouco! Em nenhum catecismo, livro de orientação religiosa, moral ou comportamental da Igreja isso jamais foi aprovado ou ensinado! Além do dano causado às vítimas, é imenso o dano à própria Igreja.
O mundo tem razão de esperar da Igreja notícias melhores: Dos padres, religiosos e de todos os cristãos, conforme a recomendação de Jesus a seus discípulos: “Brilhe a vossa luz diante dos homens, para que eles, vendo vossas boas obras, glorifiquem o Pai que está nos céus!” Inútil, divagar com teorias doutas sobre as influências da mentalidade moral permissiva sobre os comportamentos individuais, até em ambientes eclesiásticos; talvez conseguiríamos compreender melhor por que as coisas acontecem, mas ainda nada teríamos mudado.
Há quem logo tem a solução, sempre pronta à espera de aplicação: É só acabar com o celibato dos padres, que tudo se resolve! Ora, será que o problema tem a ver somente com celibatários? E ficaria bem jogar nos braços da mulher um homem com taras desenfreadas, que também para os casados fazem desonra? Mulher nenhuma merece isso! E ninguém creia que esse seja um problema somente de padres: A maioria absoluta dos abusos sexuais de crianças acontece debaixo do teto familiar e no círculo do parentesco. O problema é bem mais amplo!

Ouso recordar algo que pode escandalizar a alguns até mais que a própria pedofilia: É preciso valorizar novamente os mandamentos da Lei de Deus, que recomendam atitudes e comportamentos castos, de acordo com o próprio estado de vida. Não me refiro a tabus ou repressões “castradoras”, mas apenas a comportamentos dignos e respeitosos em relação à sexualidade. Tanto em relação aos outros, como a si próprio. Que outra solução teríamos? Talvez o vale tudo e o “libera geral”, aceitando e até recomendando como “normais” comportamentos aberrantes e inomináveis, como esses que agora se condenam?
As notícias tristes desses dias ajudarão a Igreja a se purificar e a ficar muito mais atenta à formação do seu clero. Esta orientação foi dada há mais tempo pelo papa Bento XVI, quando ainda era Prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé. Por isso mesmo, considero inaceitável e injusto que se pretenda agora responsabilizar pessoalmente o papa pelo que acontece. Além de ser ridículo e fora da realidade, é uma forma oportunista de jogar no descrédito toda a Igreja católica. Deve responder pelos seus atos perante Deus e a sociedade quem os praticou. Como disse S.Paulo: Examine-se cada um a si mesmo. E quem estiver de pé, cuide para não cair!

A Igreja é como um grande corpo; quando um membro está doente, todo o corpo sofre. O bom é que os membros sadios, graças a Deus, são a imensa maioria! Também do clero! Por isso, ela será capaz de se refazer dos seus males, para dedicar o melhor de suas energias à Boa Notícia: para confortar os doentes, visitar os presos nas cadeias, dar atenção aos abandonados nas ruas e debaixo dos viadutos; para ser solidária com os pobres das periferias urbanas, das favelas e cortiços; ela continuará ao lado dos drogados e das vítimas do comércio de morte, dos aidéticos e de todo tipo de chagados; e continuará a acolher nos Cotolengos criaturas rejeitadas pelos “controles de qualidade” estéticos aplicados ao ser humano; a suscitar pessoas, como Dom Luciano e Dra. Zilda Arns, para dedicarem a vida ao cuidado de crianças e adolescentes em situação de risco; e, a exemplo de Madre Teresa de Calcutá, ainda irá recolher nos lixões pessoas caídas e rejeitadas, para lavar suas feridas e permitir-lhes morrer com dignidade, sobre um lençol limpo, cercadas de carinho. Continuará a mover milhares de iniciativas de solidariedade em momentos de catástrofes, como no Haiti; a estar com os índios e camponeses desprotegidos, mesmo quando também seus padres e freiras acabam assassinados.

E continuará a clamar por justiça social, a denunciar o egoísmo que se fecha às necessidades do próximo; ainda defenderá a dignidade do ser humano contra toda forma de desrespeito e agressão; e não deixará de afirmar que o aborto intencional é um ato imoral, como o assassinato, a matança nas guerras, os atentados e genocídios. E sempre anunciará que a dignidade humana também requer comportamentos dignos e conformes à natureza, também na esfera sexual; e que a Lei de Deus não foi abolida, pois está gravada de maneira indelével na coração e na consciência de cada um.
Mas ela o fará com toda humildade, falando em primeiro lugar para si mesma, bem sabendo que é santa pelo Santo que a habita, e pecadora em cada um de seus membros; todos são chamados à conversão constante e à santidade de vida. Não falará a partir de seus próprios méritos, consciente de trazer um tesouro em vasos de barro; mas, consciente também de que, apesar do barro, o tesouro é precioso; e quer compartilhá-lo com toda a humanidade. Esta é sua fraqueza e sua grandeza!

Card. Odilo P. Scherer - Arcebispo de São Paulo

Fonte: O ESTADO DE SÃO PAULO, ed. 11. 04.2010

sábado, abril 17, 2010

Pepsi acusada de financiar doutrinas religiosas gays.

PLANO, TX, EUA, 29 de março de 2010 (Notícias Pró-Família) — A organização Pais e Amigos de Ex-Gays (PAEG) está convocando todos os acionistas da empresa Pepsi a votar pela proposta de um acionista que pede que a Pepsi revele seus padrões para doar mais de $75 milhões em bens corporativos para grupos polêmicos.



PepsiCo, Inc. é a empresa que mais patrocina a entidade Pais, Famílias e Amigos de Lésbicas e Gays (PFALG). A mais recente publicação da PFALG, um guia religioso, rotula as conferências de ex-gays como conferências “contra os gays” e exorta os membros da PFALG a protestar contra as conferências religiosas que apresentam palestrantes ex-homossexuais.



O guia religioso instrui membros a realizar entrevistas coletivas à imprensa e divulgar comunicados à imprensa contra eventos religiosos de ex-homossexuais ‘para fazer as pessoas lembrarem que existe mais de uma mensagem religiosa’. (Veja PFLAG Faith Field Guide, págs. 9-11)



“Por que a PepsiCo financia organizações como a PFALG que distribui publicações exortando os leitores a sabotar outras religiões com o que a PFALG discorda?” pergunta Regina Griggs, diretora executiva de PAEG. “É essa a melhor utilização que a PepsiCo tem para seus financiamentos?”



“Em resposta a uma proposta semelhante no ano passado, a PepsiCo afirmou que seu ‘compromisso é com a diversidade e inclusão sem a imposição de opiniões pessoais’. Então por que a PepsiCo continua a financiar organizações que odeiam as pessoas que abandonaram o homossexualismo?”



“A Proposta de Acionista da PepsiCo Número 4 pede que a PepsiCo revele seus padrões para financiamento e faça prestação de contas de como as contribuições de caridade da empresa realmente são usadas, um pedido razoável”, disse Griggs. “As ações da PepsiCo afetam adversamente sua imagem pública, reputação e valor das ações”.



A empresa Pepsi tem um longo histórico de apoio às causas homossexuais. Em 2009 a Associação da Família Americana (AFA) revelou que de acordo com uma representante da PepsiCo, Philene Frazar, a empresa Pepsi é um dos fundadores de um grupo homossexual em Chicago chamado “Citywide Pride”.


Em janeiro de 2009 LifeSiteNews.com noticiou que a empresa doou $500.000 para PFALG, e outros $500.000 para a organização homossexual Human Rights Campaign.



Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com


sexta-feira, abril 16, 2010

CAMPANHA - REZEMOS PELO SANTO PADRE O PAPA

Não pode haver ocasião mais oportuna para que os católicos de todo o Brasil se unam em oração pelo Sumo Pontífice Bento XVI. No contexto de tantas críticas e difamações, calúnias e perseguições, está construído o cenário ideal para que a força dos tripulantes da barca de Pedro atue na intercessão pelo Papa. Hoje, sexta-feira, Sua Santidade comemora seu aniversário natalício e, na segunda-feira (19/04), ele completará 5 anos de pontificado.
O Evangelho deste domingo faz referência ao sucessor de Pedro. “Apascenta minhas ovelhas”, diz o Senhor. Pedro apascenta o rebanho dos cristãos; chegou a hora de agradecermos a coragem e o ânimo com o qual o Papa Bento XVI tem conduzido a Igreja nesse início de milênio. Chegou a hora de rezarmos por aquele que, todos os dias, reza por nós.
Como? Na Missa deste Domingo, ofereceremos nossas preces de forma especial pelo Santo Padre. Vale até mesmo permanecer na Igreja, ou preferencialmente diante do Santíssimo Sacramento, por alguns minutos após a Santa Missa, oferecendo a Nosso Senhor as preces de toda a Cristandade pelo Sumo Pontífice, a fim de que, pelas gloriosas e ternas mãos da Santíssima Virgem Maria, o Senhor nunca lhe permita faltar a assistência do Espírito Santo, e conceda a fortaleza, a sabedoria e a coragem, para que ele continue sendo o espelho do Bom Pastor que tem sido nestes 5 anos de pontificado, e que ele não sucumba diante das críticas e ataques da mídia secular, dos ateus, dos agnósticos, e de todos os inimigos da Igreja.

Domingo será um dia de união. Unamo-nos com os cristãos católicos de outras partes do mundo, que também estarão intercedendo pelo Santo Padre. Unamo-nos com os santos apóstolos, as virgens, os mártires, os anjos e santos do Céu, e a Bem-Aventurada Virgem Maria, enfim, Igreja militante e triunfante, em sinal de profunda e sincera adesão ao nosso Pastor neste mundo de Exílio.
==========
Nosso compromisso: oferecer preces e orações(*) pelo Santo Padre Papa Bento XVI.

Onde: cada um em sua própria paróquia.

Quando: neste Domingo, 18/04/2010, na Santa Missa.

* Sugestão: oferecer um terço ou, ao menos, um Pai-Nosso, três Ave-Marias, um Glória e uma Salve Rainha.

sábado, abril 10, 2010

Você Nasceu Para Dar Certo


Por Adriano Gonçalves
Quantas vezes o fracasso aparece no quintal de nossa casa, bate em nossa porta e quer ocupar espaço em nossa vida. O mais engraçado é que às vezes abrimos a porta e dizemos: “Pode entrar”.
Chegamos aos 45 minutos do segundo tempo de nossa vida com um saldo de “bolas murchas” que nem mesmo sabemos dizer do que realmente aconteceu! Mas o fracasso está ali para nos levar mais e mais ao chão!
“Nesta hora é incrível como sempre aparecem pessoas com o “dom” de nos levar para mais baixo ainda, dizendo palavras como: “a vida é assim mesmo”, “nascemos pra sofrer”, “não adianta, não vai mudar”. Estas pessoas esqueceram que a vida é para ser vivida e não uma morte decidida!
Não sei o que te fez parar neste texto, pode ser que esteja se sentindo mal, um fracassado, já tenha tentado mudar de atitude, mas ainda a tristeza está falando mais alto que antes. E a conclusão que chega é a de que o passado com seus erros venceu, ele é o grande vencedor.
Queria entrar no quintal de sua casa, bater em sua porta e ocupar 3 minutos do seu tempo para te dizer:
Seu passado não tem o poder de impedir a sua felicidade! Você nasceu para dar certo! Se ainda não deu certo ainda é porque não acabou e as possibilidades estão em suas mãos! Acredite você é um acerto e não um erro. Mesmo que tenha cometido muitos erros, eles não têm o poder de fazer de você um erro. Uma vida de erros, não te faz uma pessoa-erro! Você é um acerto!
Mesmo que o jogo da vida tenha chego aos 45 minutos do segundo tempo, Deus prorroga o tempo e dá mais alguns minutos de acréscimo, isso é Misericórdia!
Feche a porta de seu coração para o fracasso, e se você já chegou ao chão e as forças são tão poucas que te impedem de se levantar, pode gritar: “Jesus eu confio em vós!”
Ele com mão forte tem o poder de mudar o placar, só Nele o fraco é forte e o derrotado sai vitorioso!
Hoje, escolha as respostas em Deus, tudo vai ser diferente. Descubra o Senhor nos pequenos detalhes da sua vida. Ele está ai!
Grite para o mundo que você nasceu para dar certo!







segunda-feira, abril 05, 2010

ROBINHO - O INTOLERANTE????

A polêmica da vez no Twitter é sobre o Robinho. Ao que parece, o jogador recusou-se a participar de uma visita a um lar espírita para crianças deficientes, porque ele é protestante e “falaram que lá dentro [no "Lar Espírita"] estaria havendo um ritual religioso (espírita)”.



Eu sou católico e não tenho nenhum interesse em defender a religião do atacante do Santos. Mas tenho muito interesse em defender o direito de ir e vir dos cidadãos brasileiros, e tenho interesse em defender a liberdade religiosa – dentro de seus limites – do jogador de futebol protestante.


Instaurou-se uma verdadeira cortina de fumaça na internet. Robinho foi pintado como “intolerante”, como se a sua religião o proibisse de “alegrar crianças espíritas”, e o episódio foi pintado como sendo uma afronta “ao ser humano independente de religião”, et cetera, et cetera.


Comecemos com aquilo com o qual eu concordo. Concordo, sem dificuldades, que a repercussão do episódio foi lamentável – mas o problema, a meu ver, não foi a “intolerância religiosa” do jogador, mas sim – ao contrário – a sua excessiva tolerância. O problema de Robinho não está no fato dele ter sido “intolerante” e não ter querido descer do ônibus do Santos quando este chegou ao lar espírita, mas ao contrário: o problema foi que ele não foi intolerante quando deveria ter sido, e não teve peito de dizer, desde o começo, que não iria fazer esta visita.


Ninguém está obrigado a freqüentar centros espíritas, nem igrejas evangélicas, nem terreiros de macumba nem absolutamente nada. Ao saber que o elenco do Santos iria a um orfanato espírita, o jogador do Santos deveria ter tido a coragem de dizer que não iria. Até onde me conste, ele não era obrigado a acompanhar o resto dos jogadores nesta visita.


[O fato muda se - como a notícia deixa a possibilidade de entender - os jogadores haviam se programado somente para entrar no lar espírita, dizer "oi", entregar brinquedos (ou o que seja) e sair; e, no entanto, quando lá chegaram, perceberam que estava havendo alguma espécie de culto espírita no ambiente, e por causa disso não quiseram entrar. Neste caso, a culpa do constrangimento é muito mais dos responsáveis pelo lar espírita do que dos jogadores protestantes do Santos.]


O que aconteceu, no entanto, foi que todos os paladinos internéticos da tolerância moderna armaram-se de mil pedras contra o jogador santista, como se ele fosse obrigado a entrar no lar espírita ainda que contra a sua consciência religiosa, ou como se não fazê-lo fosse uma espécie de intolerável preconceito e discriminação. Ora bolas, deixem o pobre do jogador do Santos em paz. Ele tem todo o direito de não querer, por motivos religiosos, tomar parte em um culto espírita. Ainda que não estivesse acontecendo um “culto espírita” no lugar, ele tem todo o direito de não querer associar a sua imagem a uma instituição espírita. Qual o problema com isso?


Por acaso os neo-paladinos da tolerância humanitária estariam obrigados a assistir a uma Vigília Pascal ao fim da qual fossem homenageadas crianças carentes? Ou, caso se negassem a encenar a Paixão de Cristo para alegrar crianças cristãs doentes, seriam uns cretinos sem sentimentos para com as pobres crianças que nada têm a ver com a (falta de) Fé deles? Se os “tolerantes” não pensariam duas vezes antes de afirmar o próprio direito de não tomarem parte em cerimônias nas quais não acreditam ou de não se fazerem presentes em lugares onde se professa uma crença da qual não comungam, qual o motivo do linchamento moral público do jogador do Santos? Hipocrisia, somente?


Repito: concedo, com muita facilidade, que houve em todo o episódio um grande constrangimento que poderia ter sido evitado. Mas o problema não está na “intolerância” nem no “preconceito” de Robinho. O problema não foi ele ter se negado a participar da “festa” no lar espírita, mas [no máximo] a maneira como isso foi feito – e a conseqüente repercussão negativa que isso teve. Critique-se, vá lá, o “jogo de cintura” do jogador ou a sua [falta de] habilidade política, mas não se critique a sua religião. Afinal, ainda não existe no país, nesta matéria, obrigação de agir contrariamente à própria consciência.

A Doutrina do Ateísmo e a Guerra á Igreja

"Uma coisa é pronunciar-se uma sentença, outra é conceder-lhe a inteligência assentimento. Se impossível é assegurar a veracidade do enunciado “Deus não existe”, o ateísmo resulta principalmente de uma opção doutrinária. Essa opção conduzirá a ser Deus substituído por um falso absoluto.



O ateísmo representa, para G. van de Leeuw, “o movimento negativo no desenvolvimento da consciência, momento que só pode surgir e vigorar enquanto supõe o momento precedente, o afirmativo da religião como culto de um Deus, senhor do homem e de seu destino”. É “uma religião de fuga diante de Deus [...] angústia de Deus, quando se recusa à fé para recair no demoníaco”.




O ateísmo não tem consistência; torna incoerente qualquer sistema filosófico e impraticável a ação e a vida. Entretanto, a opressiva e ofuscante realidade é a ameaça do ateísmo vivido e institucionalizada. Ou será ele também uma expressão meramente verbal que envolve e oculta efetivos modos de rejeitar a Divindade?

 


Não crucificaram a Jesus os ateus; Sua morte, pediram-na os judeus infiéis e não tementes a Deus, nunca esperando Rei e Reino que não fosse deste mundo; não a impediram os pagãos idólatras e tementes a César, sempre servindo rei e reino deste mundo.



Não suportaram, outrora, judeus e pagãos, o convívio com Deus vivo e verdadeiro. Deram-lhe morte, morte de cruz. Da mesma “insuportável presença” quer também livrar-se a moderna cultura. A seu reino é anteposta a promessa de um paraíso terrestre gerado pela revolução, pelo desenvolvimentismo e pela tecnocracia. Não disse estar Ele em sua Igreja, presente nela e até a consumação dos séculos? Pretendem pois aniquilá-la, querendo-a infiel e idólatra: no mundo e do mundo; e, como supremo, final, satânico objetivo atingir pelo “cristianismo secularizado” o que chamam a “morte de Deus”.

Hélio Drago Romano, A gnose e a "Morte de Deus"

quinta-feira, abril 01, 2010

"Católicos Pelo Direito de Decidir" Era só o que faltava.

Indicado pelo meu irmão de comunidade Cadu, vai aqui um video (Assista o video)  para aprofundarmos e também desmascararmos esta tal ONG CDD (Católicas pelo direito de decidir) totalmente fora da doutrina Católica. Cuidado, se você ver algumas dessas senhoras na fila da comunhão diga ao padre, pois, são propagadoras e defensoras do aborto, o que constitui pelo Código de Direito Canônico falta gravíssima punida de excomunhão automática.
Mais uma vez as intituladas “católicas pelo direito de decidir” vem fazendo o seu barulhinho. Desta vez, segundo o jornal “O Estado de São Paulo” pag. A22 edição quarta (26), a tal ONG encomendou uma pesquisa sobre o acordo entre Brasil e Vaticano e, segundo o jornal, 75% dos católicos repudiam o acordo entre a Santa Sé e o Brasil.


Em primeiro lugar alguém poderia me dizer o que tem de Católica esta ONG? E a segunda pergunta é: será que os “católicos” - que segundo o jornal “discordam ou pelo menos tem restrições” ao acordo – leram e sabem o que significa tal acordo? Bom, pela resposta que deram à pesquisa certamente não sabem o mínimo do que se trata.
É muito fácil pesquisas com “católicos”, você sai às ruas, pega lá algumas pessoas que só vão na igreja em missa de sétimo dia ou na sexta feira santa (e olhe lá). Aquelas mesmas que dão o dízimo de seu tempo para a mídia ou passam horas prestando o seu culto às novelas e programas tendenciosos e de baixíssima qualidade moral, educacional e intelectual. Sabe como você faz para entrevistar os “católicos” ? Vai desde as principais ruas e avenidas do país até o supermercado ou ao próximo botequim da esquina. Lá você faz a seguinte pergunta: “O que o Sr. ou a Sra. acha do sexo antes do casamento, da camisinha, da pílula do dia seguinte, do aborto, ou do acordo entre o Vaticano e o Brasil?” Certamente você terá a resposta de um “verdadeiro católico” - para não dizer mesmo outra coisa.

Assim como as “católicas pelo direito de …”, tenho certeza de que 99% dos “católicos” entrevistados nesta pesquisa nem se quer sabem do que se trata tal acordo. Pela entrevista que a Sra. Maria José Rosado, coordenadora do tal movimento, deu ao jornal, tenho certeza que tal movimento não sabe nada sobre a interpretação da Constituição assim como coisa alguma sobre Catolicismo. Olha só o que disse a coordenadora: “É um acordo totalmente inadequado e absolutamente na contramão do processo histórico. A cultura brasileira é de enorme tolerância religiosa. Dar privilégio a uma única religião vai contra a Constituição” Mas… meu Deus do céu, em que o acordo fere a constituição, alguém poderia me falar? Ahh sim, vão dizer “ o Estado é laico” mas… é justamente porque o estado é laico que o acordo está para ser aprovado. Este acordo visa entre outros proteger o patrimônio cultural e histórico do catolicismo aqui construído desde o descobrimento deste país, e, entre este legado Católico está a educação, não só da religião em si mas da pessoa humana, assim como igrejas (muitas delas tombada como patrimônio histórico cultural), obras de arte, colégios, etc. Agora que tipo de processo histórico a sra. Maria José se refere ao dizer que o acordo vai de “contramão”? Os Católicos de verdade devem refletir sobre este pensamento…

O acordo não dá privilégio coisa nenhuma a Igreja Católica, ele preserva aquilo que a Igreja construiu na cultura deste país e que, diga-se de passagem, existe uma minoria ideológica muito bem articulada e interligada querendo derrubar este patrimônio. Qual é a intensão desta minoria? Os Católicos de verdade devem refletir sobre este pensamento…

O jornal desta quarta feira (26) também cita o repudio do Conselho Interdenominacional de Ministros Evangélicos do Brasil (Cimeb) do qual tem represente o pastor Silas Malafaia dizendo que “Um estado teocrático não pode fazer acordo com um estado Democrático”. Francamente pastor, com todo o respeito que tenho ao sr., a diferença entre católicos e evangélicos – neste aspecto – está exatamente em que a religião Católica é um Estado e não uma denominação. Vamos fazer o que? Abolir o tratado de Latrão?

Como disse dom Orani Tempesta “a Igreja Católica é um Estado e, como tal, pode assinar um acordo bilateral com o governo brasileiro, o que não acontece com outras religiões”, é claro por não se tratar de um Estado, é muito simples!

Agora o que é tão claro como o acordo é a ignorância dos entrevistados ou a tendência anti-católica de pesquisas e reportagens. Quer um exemplo? Quando o Ministério Público Federal entrou com uma petição para a retirada dos símbolos religiosos das repartições publicas no estado de SP, uma enxurrada de sites e noticiários deram a notícia em primeira mão. Quando alguns dias depois a juíza Maria Lúcia Lencastre Ursaia, da 3ª Vara Cível Federal de São Paulo, negou o pedido para retirar todos os símbolos, pouquíssimas redes de informações deram o encerramento do caso. Por que será? Os verdadeiros Católicos devem refletir…

Como disse o colunista da veja Reinaldo Azavedo “há ateus que são ateus só contra os católicos” (leia o artigo, muito bom) e eu acrescento: há protestantes que são protestantes somente para combater os católicos, há ONGS que são ONGS somente contra os católicos, e, acredite, há “CATÓLICOS” QUE SÓ SÃO CATÓLICOS PARA DIFAMAR OS CATÓLICOS. Os verdadeiros Católicos devem refletir sobre isso…

Daniel Machado

Coalizão internacional protesta contra intervencionismo da ONU no México

Matthew Cullinan Hoffman, correspondente na América Latina


CIDADE DO MÉXICO, México, 11 de março de 2010 (Notícias Pró-Família) — Uma coalizão internacional de organizações pró-vida fez com que a ONU recordasse ontem que a ONU não pode ditar políticas de aborto para países membros soberanos, especificamente destacando o México em sua defesa do direito à vida.

“A ONU foi criada para defender os direitos humanos, e não a morte”, a coalizão disse durante um debate na Assembleia da ONU, conforme citado num comunicado à imprensa nos meios de comunicação do México, os quais deram ampla cobertura ao caso.

Os grupos acrescentaram que a decisão de 18 estados mexicanos de proteger o direito à vida em suas constituições estaduais era seu direito de fazer.

As organizações incluem o Instituto para a Formação, Investigação e Estudo das Mulheres e Família do Chile, o Instituto de Políticas da Família da Espanha, a Vigilância da Dignidade Europeia, a Vigilância da Família e o Projeto para o Desenvolvimento Humano da Nigéria.

O México vem sendo pressionado por organizações pró-aborto internacionais muito bem financiadas para legalizar a matança de bebês em gestação. Tais grupos muitas vezes usam a ONU para pressionar os países membros do mesmo jeito, afirmando que o aborto é um “direito humano” — um conceito que nunca foi endossado em nenhum documento da ONU.

Embora a capital da nação, Cidade do México, tenha legalizado o aborto por qualquer motivo durante as primeiras 14 semanas de gravidez em 2007, 18 estados mexicanos desde então responderam com emendas pró-vida garantindo proteções para os bebês em gestação. Nos próximos meses, mais emendas virão.

O representante do Instituto de Políticas da Família da Espanha observou que não é papel da ONU promover o aborto, e que os países membros “não são obrigados a cumprir” suas recomendações.

A coalizão também anunciou uma nova campanha para alertar as mulheres sobre as conseqüências psicológicas e físicas do aborto. A campanha colocará anúncios no metrô de Nova Iorque com a declaração: “O aborto muda você”.

Veja a cobertura relacionada de LifeSiteNews.com:

United Nations Urges Nicaragua to Legalize Abortion

Amnesty International Demands that Mexico Force Doctors to Do Abortions

Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com

REFLEXÃO

“Sentimos raiva principalmente contra aqueles aos quais pensamos que propositadamente nos prejudicaram” Santo Tomás de Aquino

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CF 2010: Economia e vida

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