BÍBLIA CATÓLICA ONLINE

quarta-feira, junho 30, 2010

'RETIREM DAS ESCOLAS ESSE MODELO DE EDUCAÇÃO SEXUAL. AMANHÃ SERÁ TARDE DEMAIS"



‘Carta aberta aos pais portugueses’

WILLIAM Coulson é investigador em Etnopsicologia. Durante 17 anos foi consultor para as questões das Dimensões Humanas do Programa de Educação Médica da Universidade de Georgetown, nos EUA. Com doutoramentos em Filosofia e em Aconselhamento Psicológico, Coulson foi investigador associado de Carl Rogers. Em conjunto escreveram 17 volumes sobre psicologia e educação humanística. Neste artigo, Coulson conta que as suas teorias e de Rogers ganharam adeptos entre os técnicos de educação da SIECUS, um grupo que desenvolve os currículos de educação sexual enviados às delegações nacionais da IPPF (órgão internacional que reúne as associações de planeamento para a família). Coulson dedica hoje o seu tempo a falar a católicos e protestantes sobre os efeitos nefastos das suas teorias. Esteve em Portugal em Novembro, a alertar para os materiais de educação sexual portugueses que diz serem baseados nas filosofias que agora rejeita.

O MEU nome é William Coulson. Doutorei-me em Psicologia e Filosofia e, nos anos 60 e 70, fui colaborador muito próximo de Carl Rogers, o psicólogo americano de fama mundial. É conhecido que nós os dois coordenámos a edição de uma série de 17 livros promovendo uma nova técnica da psicologia chamada «Clarificação de Valores». O nosso objectivo era aumentar o bem-estar e a auto-estima das crianças, mas o que realmente aconteceu foi algo completamente diferente. A dada altura, desenvolvemos um currículo de educação sexual baseado nos jogos de clarificação de valores, o que incluía actividades em que as crianças eram convidadas a falar abertamente sobre sentimentos e desejos de natureza sexual.

Experimentámos esta nova técnica nas escolas dirigidas pela ordem do Imaculado Coração, na Califórnia. No início da experiência, a ordem tinha 58 escolas e 600 freiras. Em 2002, a BBC exibiu um documentário sobre a nossa experiência e o balanço que fazia era este: «O efeito da experiência foi um verdadeiro cataclismo. Em menos de um ano, 300 freiras - metade do convento - pediram ao Vaticano para serem dispensadas dos seus votos e, seis meses depois, o convento fechou as portas. Tudo o que restou foi um pequeno grupo de freiras… que se tornaram lésbicas radicais». Se o efeito sobre adultos é este, qualquer pessoa pode imaginar qual o efeito sobre crianças. Eu poderia dar-lhes muitos dados e contar-lhes muitas histórias. A título de exemplo, conto a história da Carolyn (não é o seu verdadeiro nome), uma aluna que no sexto ano seguiu um programa de clarificação de valores. Carolyn aprendeu a tomar decisões autónomas sobre todo o tipo de coisas, incluindo algumas matérias sobre as quais ela não devia sequer pensar e muito menos ter a possibilidade de experimentar.
Tal como os outros alunos dos programas de clarificação de valores, ela aprendeu a fazer escolhas autónomas e sinceras no seu quadro próprio de valores. Como disse um dos seus colegas no funeral, Carolyn acabou por se convencer que só poderia estar segura de que as suas decisões eram autónomas caso fizesse aquilo que os adultos lhe diziam para não fazer.
Acabou por achar que o maior prazer da vida era fazer o que as pessoas proíbem. Como resultado disso, num certo dia de Março, saiu da escola num intervalo com um colega e o seu tio passador de droga. Nas margens de um rio, tomou droga, foi violada e depois lançada ao rio. O corpo da criança encantadora e inteligente (ela era a chefe de turma) só apareceu três semanas depois.

Para nós, desde a experiência nas escolas das freiras, era evidente que a nossa técnica psicológica não era boa nem para as crianças nem para os adultos. Ficou claro que tínhamos desenvolvido um instrumento perigoso para a saúde dos jovens, que em vez de os enriquecer os destruía. Essa não era a nossa intenção, mas foi o que aconteceu. Infelizmente, as nossas teorias (ou uma versão delas, ainda mais extrema, promovida por Louis Raths) tornaram-se muito populares entre os técnicos de educação sexual da SIECUS, um grupo americano que desenvolve currículos de educação sexual que depois são espalhados pelo mundo inteiro pelas delegações nacionais de uma organização chamada IPPF.

Em 1983, num dos seus livros, Carl Rogers descreveu as nossas experiências como um «padrão de fracasso». Contudo, depois da sua morte, o editor (que publica livros para professores e alunos de ciências da educação) reeditou o livro removendo todas as referências ao «padrão de fracasso».

Parte deste padrão é o muro de silêncio que se constrói em torno dos seus resultados trágicos. Ainda assim, tanto hoje como então (embora não tão frequentemente quanto deveria), a realidade por vezes vem à tona. Em 1998, o «The New York Times» publicou um artigo intitulado «EUA acordam para uma epidemia de doenças sexuais». Nesse artigo, a dr.ª Judith Wasserheit, especialista em doenças sexualmente transmissíveis (DST) e ex-directora da Divisão de Prevenção de DST do US Center for Disease Control, disse ao «Times» que aquilo que se está a passar nos EUA é um «desastre nacional». Disse ainda que «a maioria dos americanos nem sequer tem consciência de que está perante uma epidemia».

Na realidade,, lentamente vai crescendo a consciência relativamente a esse facto. E talvez, bem mais cedo do que podem pensar, os portugueses descubram que algo de semelhante se está a passar com os seus filhos. Em Novembro de 2004, estive em Portugal a estudar os materiais de educação sexual enviados para as escolas em 2000. Fiquei aterrado. Talvez não haja em todo o mundo um currículo mais influenciado pelas ideias que eu e Carl Rogers testámos nos anos 60. Escrevo, pois, esta carta como um apelo. Eu sei o que vai acontecer às crianças de Portugal caso se apliquem nas escolas actividades baseadas nos jogos de clarificação de valores.
Estou certo de que vocês gostam muito dos vossos filhos. Por isso (e se me é permitido falar com emoção): retirem das escolas esse modelo de educação sexual. Amanhã será tarde demais. Eu ajudei a criar o monstro. Por favor, ajudem-me a matá-lo.

terça-feira, junho 29, 2010

Dilma: “Não há justificativa para não legalizar o aborto”

Uma vez citei aqui que o discurso eleitoral da Dilma Rousseff sobre a questão do aborto era uma defesa mal-disfarçada da legalização desse crime. Ela defende “assistência pública” à mulher que aborta, fala de “direito à saúde”, comenta que o aborto é, enfim, “questão de saúde pública”.
Tudo isso para não dizer (não dizer dizendo… porque dizer, ela diz o tempo todo!) ao pobre eleitor católico que ela é, sim, a favor da legalização do aborto. Isso ela deixou claro em entrevista à revista Marie Claire de 2009… Veja:
Revista Marie Claire: Uma das bandeiras da Marie Claire é defender a legalização do aborto. Fizemos uma pesquisa com leitoras e 60% delas se posicionaram favoravelmente, mesmo o aborto não sendo uma escolha fácil. O que a senhora pensa sobre isso?
Dilma Rousseff: Abortar não é fácil pra mulher alguma. Duvido que alguém se sinta confortável em fazer um aborto. Agora, isso não pode ser justificativa para que não haja a legalização. O aborto é uma questão de saúde pública. Há uma quantidade enorme de mulheres brasileiras que morre porque tenta abortar em condições precárias. Se a gente tratar o assunto de forma séria e respeitosa, evitará toda sorte de preconceitos. Essa é uma questão grave que causa muitos mal-entendidos.
Revista Marie Claire: Hoje, o que é preciso para legalizar o aborto no Brasil?
Dilma Rousseff: Existem várias divisões no país por causa dessa confusão, entre o que é foro íntimo e o que é política pública. O presidente é um homem religioso e, mesmo assim, se recusa a tratar o aborto como uma questão que não seja de saúde pública. Como saúde pública, achamos que tem de ser praticado em condições de legalidade.
Ponto. Espero que o assunto esteja encerrado. Dilma quer legalizar o aborto – não “apenas” descriminalizar ou expandir a assistência pública à saúde da mulher que aborta.
A entrevista está disponível no site: A mulher do presidente

Meu GPS é Jesus

Enfim, como funciona um GPS?
Ao pegar o carro e ir para um lugar desconhecido, configura-se o endereço de destino e o GPS vai dando as direções. "Na rua fulano de tal vire a direita", mas se você se considera esperto e sabe boa parte do caminho, vai se dirigindo da forma que bem entender e o GPS vai falando, "Recalculando nova rota", e novamente está a postos para te dar as coordenadas, esperando que você as aceite.
Assim Jesus faz conosco dia a dia. Ao nascermos a nossa rota para o Céu foi traçada e ao contrário do GPS é Jesus quem fala, na "Na próxima rua vire a direita", mas quando crescemos e nos achamos mais espertos, começamos a decidir por nós mesmos o melhor caminho e não entramos na rua que Jesus indicou, por não ser tão bonita como a rua seguinte que eu decido seguir. Algumas vezes quebramos a cara, mas Jesus sempre recalcula uma nova rota e nos mostra o caminho novamente.
Existem situações em que passamos anos sem seguir o GPS, viajando somente pelas nossas próprias convicções, mas pelo arrependimento e a confissão podemos começar a seguir a rota traçada por Jesus novamente, pois sempre uma nova rota estará pronta a nos guiar.
Somos livres para seguir ou não, aquilo que Jesus quer de nossas vidas, Ele mesmo nos deu o livre arbítrio, somos responsáveis por nossas decisões durante toda a vida e por isso não temos o direito de reclamar ao Senhor.
Nunca esqueça que uma nova rota estará sempre calculada para que possamos encontrar o caminho correto, nunca desligue esse GPS mesmo que você esteja na rota errada e se por acaso tenha desligado, ligue-o novamente, pois para um lindo caminho Ele te guiará.

Fique com Deus.                                                                                               Fonte: Blog magnificatnh

segunda-feira, junho 28, 2010

Deus preenche plenamente o coração humano, afirma Papa

Durante a oração do último Ângelus do mês de junho:

CIDADE  DO VATICANO, domingo, 27 de junho de 2010 (ZENIT.org) – Bento XVI convidou os fiéis hoje a dirigirem o olhar ao Sagrado Coração de Jesus, para estarem dispostos a um seguimento radical do Senhor.




Ao rezar, ao meio-dia, a oração do Ângelus junto a milhares de peregrinos reunidos na Praça de São Pedro neste último domingo do mês de junho, o Papa retomou o tema do chamado de Cristo e de suas exigências.



“Hoje, eu gostaria de convidar todos vós a contemplar o mistério do Coração divino-humano do Senhor Jesus, para extrair água da própria fonte do amor de Deus”, disse.



“Quem fixa seu olhar nesse Coração atravessado e sempre aberto por amor a nós, sente a verdade desta invocação: ‘Ó Senhor, sois minha herança e minha taça’, e está pronto para deixar tudo por seguir o Senhor”, acrescentou.



O Pontífice destacou que “um jovem ou uma moça que deixa sua família de origem, os estudos ou o trabalho para se consagrar a Deus” é “um exemplo vivo de resposta radical à vocação divina”.



E garantiu que “esta é uma das experiências mais belas que existem na Igreja: ver, tocar com a mão a ação do Senhor na vida das pessoas; experimentar que Deus não é uma entidade abstrata, mas uma Realidade tão grande e forte como para preencher de uma maneira superabundante o coração do homem; uma Pessoa viva e próxima, que nos ama e pede ser amada”.



Também se referiu à “novidade e a prioridade absoluta do Reino de Deus que se faz presente na própria Pessoa de Jesus Cristo” e à “radicalidade que é devida ao amor de Deus, ao qual Jesus mesmo por primeiro obedece”.



Bento XVI continuou falando do seguimento radical da vocação divina indicando que “quem renuncia a tudo, inclusive a si mesmo, para seguir Jesus, entra em uma nova dimensão da liberdade”.



“Liberdade e amor coincidem! Ao contrário, obedecer ao próprio egoísmo conduz a rivalidades e conflitos”, concluiu.

domingo, junho 27, 2010

Lula culpa hipocrisia religiosa por abusos sexuais de menores

Ao participar do 3° Congresso Mundial de Enfrentamento da Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes, Lula critica “hipocrisia religiosa” em relação a temas ligados à educação sexual de crianças

De acordo com o noticiário eletrônico G1, da Globo, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva apontou a hipocrisia religiosa como uma das principais responsáveis pelos casos de abuso sexual infanto-juvenil.
Hum. Pastores e padres pregam que valorizam a família, mas têm a cara de pau de distribuir cartilhas pornográficas e livros didáticos pró-homossexualismo às crianças das igrejas. Eles dizem ter preocupação com o bem-estar das crianças, mas têm o descaramento de usar modelos de pênis de borracha para ensinar meninos e meninas das igrejas a usar camisinha. Sem mencionar que, dizendo-se totalmente contrários ao abuso sexual infantil, eles mandam instalar dentro das igrejas máquinas de camisinhas a fim de facilitar o acesso às crianças! Isso é ou não é hipocrisia?
Como é que o governo vai conseguir combater a exploração sexual das crianças quando padres e pastores incentivam meninos e meninas ao sexo?
Ops! Errei! Quem está fazendo isso não são os pastores e padres, mas sim os professores de escolas públicas. Talvez, assim como eu, Lula também tenha se enganado, confundindo igreja com escola pública.
Os pastores e padres não estão distribuindo camisinhas nem cartilhas pornográficas, pois não existe ordem de Deus para isso. Mas quando professores distribuem camisinhas e cartilhas pornográficas para crianças nas escolas, é porque existe uma ordem. Essa ordem vem do governo Lula. E essa ordem, que incentiva crianças ao sexo, contribui para a exploração sexual infantil. Nesse caso específico, essa exploração é perpetrada pelo próprio Estado.
A declaração de Lula atribuindo o abuso sexual infantil à “hipocrisia religiosa” ocorreu no dia 25 de novembro no 3° Congresso Mundial de Enfrentamento da Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes, realizado no Rio de Janeiro.
No mesmo evento, onde participam delegações de vários países, a representante alemã Ekin Deligöz, do Partido Verde, declarou: “Tanto meninos quanto meninas são vítimas de abusos, embora em intensidades diferentes. Acredita-se que os meninos sejam três vezes mais vítimas de abusos que as meninas. Os delitos são praticados na grande maioria das vezes por homens”.
Assim como Lula, Deligöz é esquerdista. Se ela estiver correta em seus cálculos de um número maior de meninos abusados, então esse enorme problema é evidência do crescimento de estupros homossexuais, pois meninos são abusados exclusivamente por homens homossexuais.
Se o homossexualismo está provocando tantos abusos contra meninos, então por que Lula, em vez de jogar a culpa na “hipocrisia religiosa”, não assume a responsabilidade de seu governo que estimula a homossexualidade entre as crianças com a distribuição de livros didáticos pró-homossexualismo nas escolas e com a estranha tolerância com programas de TV igualmente favoráveis ao homossexualismo?
O Ministro Paulo Vannuchi, da Secretaria Especial de Direitos Humanos da Presidência da República e responsável direto pela implantação no Brasil do programa federal Brasil Sem Homofobia, esteve presente no 3° Congresso Mundial de Enfrentamento da Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes. Apesar de que Vannuchi ouviu a esquerdista Ekin Deligöz dizer que um número grande de meninos é violentado por homens, o programa Brasil Sem Homofobia prossegue doutrinando crianças nas escolas no próprio comportamento homossexual que tem vitimado tantos meninos.
Portanto, Lula tem fundamento e razão para afirmar que o abuso sexual de crianças está ligado à “hipocrisia religiosa”? Ele não estaria mais correto se afirmasse que esse abuso está ligado à hipocrisia estatal? No entanto, ele não tem receio de fazer acusações falsas, com a maior cara de pau. E nenhum cristão tem coragem de confrontar a genuína hipocrisia dele, cujo governo incentiva o sexo entre crianças e promove o homossexualismo, e depois joga toda a culpa das conseqüências nos valores cristãos ou nas próprias famílias.
Dois alvos preferidos dos esquerdistas são a família e o Cristianismo. Um Estado socialista faz de tudo para enfraquecer e incriminar as famílias e os valores cristãos. O Estado quer assim assumir controle total sobre tudo e sobre todos.
Se não fosse pela oposição necessária de homens e mulheres guiados por valores cristãos, o governo sob possessão socialista traria não só camisinhas e cartilhas pornográficas às crianças de escolas públicas, mas efetivamente transformaria as escolas em motéis. Se a atual educação sexual do governo nas escolas não é abuso psicológico e sexual, então o que é? Onde está a hipocrisia, afinal?
Contudo, talvez Lula tenha razão. Existe muita hipocrisia religiosa no Brasil. Os cristãos dizem amar a Deus e sua Palavra, mas por amor a alianças políticas vendem a alma ao diabo, apoiando políticos esquerdistas que acabam não só contrariando os valores cristãos, mas até jogando sobre os cristãos a culpa pelas conseqüências imorais geradas pelo próprio liberalismo e esquerdismo.

sexta-feira, junho 25, 2010

CNBB afirma que Igreja Católica teve papel indispensável na aprovação da Lei Ficha Limpa




   Dois dos temas tratados na coletiva de imprensa desta quinta-feira, 24, com a presidência CNBB, foram eleições 2010 e a lei Ficha Limpa. Sobre a lei, o presidente da CNBB, dom Geraldo Lyrio Rocha, fez questão de agradecer a ação da Igreja no Brasil, desde as comunidades até as dioceses, que contribuíram com 1,6 milhões de assinaturas para a aprovação da lei de iniciativa popular.
“A ação da Igreja Católica foi indispensável para a aprovação da Lei Ficha Limpa, pois contribuímos desde as comunidades até as paróquias e dioceses, o que em números significa 90% da contribuição, dados que nos orgulham muito”, disse o presidente.
Dom Geraldo disse ainda que a Igreja fez sua parte e vai acompanhar o trabalho dos tribunais que irão dizer quem está apto a disputar as eleições. Ele ressaltou, porém, que a partir de agora está nas mãos da justiça brasileira coibir aqueles que não merecem disputar as eleições. “Ficha Limpa não é mais uma campanha, mas uma lei que agora está nas mãos da justiça. A CNBB através da Comissão Brasileira de Justiça e Paz (CBJP), no entanto, vai continuar acompanhando os trabalhos dos tribunais, que com certeza serão exercidos com grande competência”.
Eleições 2010
Questionado se a CNBB manifestará apoio a um candidato à presidência da República, ou irá avaliar propostas durante a corrida ao Planalto, dom Geraldo afirmou que não é competência da CNBB interferir no processo eleitoral brasileiro, mas ressaltou que a Conferência espera eleições limpas durante a disputa.
“A CNBB trabalha no campo moral, portanto, não é sua atribuição se intrometer no processo eleitoral. Manifestamos apenas a esperança  de uma corrida eleitoral justa e democrática, com respeito ao diferente e à diversidade de nosso país. Ao eleitor, pedimos que avalie bem os candidatos e lembramos que o processo eleitoral não termina ao confirmar o voto, mas continua ao longo dos mandatos”.
  Fonte: www.cnbb.org.br

Horror na China: Bebê abortado por médicos sobrevive, mas é enviado para ser cremado

CIDADE DE FOSHAN, China, 25 de maio de 2010 (Notícias Pró-Família) — Um bebê abortado deliberadamente em hospital, o qual havia sido declarado como morto pelos médicos da cidade de Foshan, China, chorou quando estava para ser cremado, mas morreu mais tarde depois que os médicos se recusaram a tratá-lo.
Um funcionário no necrotério da Funerária Nanhai ficou espantado com um choro vindo de uma caixa, cuja etiqueta dizia “lixo hospitalar”, que ele estava para enfiar no incinerador. Ele abriu a caixa e encontrou o bebê se movimentando, mas se sufocando por causa de um pouco de lã de algodão na boca, noticiou o jornal local Information Times.
Depois que o funcionário limpou-lhe a boca, o bebê bocejou e respirou normalmente. Ele foi levado de volta às pressas ao Hospital Guanyao, que havia tentado abortá-lo no começo daquele dia; mas os médicos do hospital o ignoraram e o deixaram no corredor para morrer.
Ele foi confirmado como morto mais tarde no dia e devolvido à funerária para cremação. No entanto, os funcionários colocaram o corpo num refrigerador até que ocorram mais investigações.
Liu Sanhong, uma autoridade do hospital, disse para o jornal Shanghai Daily que a equipe checou o bebê durante uma hora para se certificar de que ele estava morto. Liu não quis comentar se os médicos haviam tentado salvar ou não a vida do bebê.
Um dos responsáveis pela funerária disse para o Information Times que ele fez um vídeo do bebê, que tinha sete meses de gestação, para provar que ele estava vivo quando foi descoberto no crematório.
Depois disso, a reportagem disse que todos os funcionários na funerária haviam recebido ordem de não falar sobre o incidente.
No começo deste ano, o modo cruel e insensível com que o hospital ligado à Universidade Médica de Jining tratava os corpos de bebês abortados provocou revolta.
Em 31 de março, 21 corpos de bebês foram encontrados jogados fora no rio Guangfu a leste da Cidade de Jining, na China.
Os corpos, alguns com fraldas, alguns em sacos plásticos marcados como “lixo hospitalar”, foram encontrados debaixo de uma ponte por um homem que estava pescando.
Reportagens indicam que a maioria dos bebês mortos era do sexo feminino que haviam sido abandonados para morrer ou haviam sido deliberadamente abortados e jogados fora porque os pais queriam manter a opção aberta para um menino dentro do sistema coercivo de um único filho na China.
Embora organizações de direitos humanos e especialistas internacionais de controle populacional tenham denunciado o aborto de seleção sexual e infanticídio de meninas em grande escala na China, a agência de notícias estatal Xinhua culpou o incidente em “costumes locais e falta de regulamentos”.

Espíritos com amnésia ou mentira do diabo?

Quando perguntamos a um espírita se ele crê em vidas passadas, certamente a resposta é "sim". Quando perguntamos se ele se lembra dessas vidas passadas, a vasta maioria responde "não".E se perguntarmos por que ele não se lembra das vidas passadas, a resposta é aquele velho argumento: "Para eu não me lembrar dos meus erros, e isso me acompanhar por todas as minhas reencarnações."
Quanto a pequenina minoria que diz se lembrar de outras existências, quase todos viveram em cidades importantes e ocuparam cargos destacados. Nunca encontrei algum espírita que dissesse ter vivido no ano de 1500 entre os índios que aqui moravam.
Talvez, depois desse artigo, talvez surjam uns dois ou três. Mas vejamos como Allan Kardec, o codificador da Doutrina Espírita, explica o que ocorre entre uma vida e outra, no que se refere ao suposto "eu esqueci".


"Um fenômeno particular, igualmente assinalado pela observação, acompanha sempre a encarnação do Espírito. [...] O Espírito perde toda a consciência de si mesmo, de sorte que ele nunca é testemunha consciente de seu nascimento. No momento em que a criança respira, o Espírito começa a recobrar suas faculdades. [...] Mas ao mesmo tempo que o Espírito recobra a consciência de si mesmo, ele perde a lembrança do seu passado, sem perder as faculdades, as qualidades e as aptidões adquiridas anteriormente.” - Allan Kardec, A Gênese, página 187, 14a. Edição Revisada e Corrigida, Editora Ide.
O Espiritismo Kardecista ousa dizer que esse fenômeno é assinalado pela observação, talvez para dar o ar de científico. Todavia, isso não pode ser provado. Pura imaginação. É muito fácil ensinar a doutrina da reencarnação desta forma: Eu vivi vidas passadas, mas não me lembro de nada, para não viver magoado. Todavia, lembrar-se dos erros é um excelente modo de nos conscientizarmos de não errar mais.
Se uma pessoa tivesse sido assassina numa suposta vida passada, ela teria a chance de viver novamente com a pessoa que ela assassinou, e demonstrar o seu amor por ela. Ambas se lembrariam do fato, e viveriam em amor. Entre uma vida e outra, poderiam se encontrar, receber instruções de como se perdoarem, e receberem então uma nova chance. Mas sabemos que nada disso ocorre, porque está ordenado ao homem morrer uma única vez, e depois vem o juízo. - Ler Hebreus 9:27.

Lembramos também que a Bíblia ensina-nos uma verdade lógica e facilmente aceitável sobre o que ocorre depois da morte. Ao ler esse relato, observe que ela nada diz sobre o espírito pensar em retornar para uma nova vida:
"Porque os vivos sabem que hão de morrer, mas os mortos não sabem coisa nenhuma, nem tampouco terão eles recompensa, porque a sua memória jaz no esquecimento. [...] Tudo quanto te vier à mão para fazer, faze-o conforme as tuas forças, porque no além, para onde tu vais, não há obra, nem projetos, nem conhecimento, nem sabedoria alguma" - Eclesiastes 9:5, 10.

O Texto afirma que os mortos (evidentemente o espírito deles) não sabem de nada, e o contexto indica que não estão cônscios do que acontece debaixo do sol, ou seja, dos assuntos da terra. Assim, quando se diz que a memória dos que morreram jaz no esquecimento, refere-se ao espírito não ter mais acesso a nós. No que chamamos de estado intermediário, o espírito não tem mais nada a ver com os assuntos debaixo do sol.
Mas nada se diz de ele planejar voltar numa reencarnação. No além, ou no mundo dos mortos [sheol, no hebraico], não há projetos, conhecimento, nem sabedoria alguma, no que se refere aos assuntos humanos.
Claro que o Espírito tem memória, raciocina, tem consciência de si mesmo, mas não tem mais contato algum com tudo que está debaixo do sol. Ele não projeta, ou planeja, renascer aqui. Jesus nos mostra isso na parábola do Rico e do Lázaro, quando ambos morrem e têm destinos diferentes.
O Espírito do Rico, em tormentos, suplica a Abrãao que envie alguém dentre os mortos para alertar seus familiares (do Rico) para que se arrependam. Abraão, que jamais havia reencarnado, pois continuava como Abraão, e há mais tempo no mundo dos mortos (hades, em grego) responde ao recém-chegado Rico qual seria a única forma de um espírito voltar para a terra. Observe:

"Mas ele insistiu: Não, pai Abraão; se alguém dentre os mortos for ter com eles, arrepender-se-ão. Abraão, porém, lhe respondeu: Se não ouvem a Moisés e aos Profetas, tampouco se deixarão persuadir, ainda que ressuscite alguém dentre os mortos." - Lucas 16:30, 31.
Então, afirmar que o Espírito perde a consciência ao nascer aqui na terra, mas quando a criança respira ele recobra a consciência de si mesmo, mas se esquece da sua vida passada - tudo isso nada mais é do que pura estória de ficção. Para um espírito vir aqui, segundo a Bíblia, e as próprias palavras de Jesus, nessa parábola, baseada evidentemente em fatos reais, só através da ressurreição. Nem nascer aqui se menciona! Fala-se ressurreição.
Os espíritas deveriam se preocupar mais em ensinar seus adeptos a se arrependeram e buscarem a Jesus como seu Salvador e, portanto, perdoador, enquanto estão vivos. A morte de Jesus é um milagre, pois ela faz por quem O aceita em seu coração o que nem um milhão de reencarnações seria capaz de fazer - salvar o pecador.
Quanto ao "esquecimento", ou se preferir "amnésia espiritual", uma técnica muito interessante de evitar a busca de provas mais concretas, fazendo o leigo aceitar e pronto, dizemos que não estamos interessados em fábulas como essas. Fazemos nossas as palavras de Pedro:
"Porque não vos demos a conhecer o poder e a vinda de nosso Senhor Jesus Cristo seguindo fábulas engenhosamente inventadas, mas nós mesmos fomos testemunhas oculares da sua majestade." - 2 Pedro 1:16.
Todavia, assim como Satanás usou as escrituras para tentar o absurdo dos absurdos - desencaminhar o Deus encarnado, Jesus Cristo - ele tem usado a mesma tática através de seus médiuns espíritas para provar mediante as Escrituras que o Espírito, ao reencarnar, perde a lembrança de vidas passadas. Usam o caso de Jesus. Os espíritas nos perguntam:

"Jesus, enquanto na terra, tinha o mesmo grau de conhecimento que possuía antes de vir à terra? Não diz a Bíblia sobre o menino Jesus que ele "crescia e se fortalecia, enchendo-se de sabedoria"? (Lucas 2:40) Não prova isso que ele deixou de conhecer o que sabia, enquanto espírito, e precisou aprender tudo de novo, numa nova existência?"

Essa argumentação é errônea porque a Bíblia ensina que Jesus é Deus, e sendo Deus, era eternamente pré-existente. A Bíblia, a quem os espíritas buscam desesperadamente provas para suas alucinações, não ensina que nós somos pré-existentes. Os espíritas não crêem que Jesus era Deus, mas apenas um espírito criado como outro qualquer, porém mais evoluído do que todos os que aqui vieram. Então, desconhecem as duas naturezas de Jesus:
Perfeitamente Deus (João 20:28) e perfeitamente homem (1 Timóteo 2:5). Como homem, Jesus era limitado em saber de todas as coisas, pois afirmou que só o Pai sabia o dia e a hora do fim dos tempos (Mateus 24:36), mas como Deus ele sabia de todas as coisas, fato este reconhecido pelos discípulos de Jesus durante a sua vida na terra (João 16:30) e depois de sua ressurreição (João 21:17) E o próprio Jesus mostrou que, como Deus, lembrava-se da glória que teve junto ao Pai antes de haver mundo. (João 17:1-5) Por fim, usar o exemplo de Jesus como tentativa de provar que nosso espírito se esquece das vidas passadas é uma afronta ao Cristianismo. Uma heresia.
Conclusão
Os Espíritas precisam saber das verdades bíblicas sobre o que ocorre quando morremos. Infelizmente, poucos entre nós estudam o que a Bíblia ensina sobre isso. Falta de tempo não é, porque Deus não é mentiroso em afirmar que para tudo há um tempo. (Eclesiastes 3:1)
O que precisamos é usar nosso tempo seletivamente para nos aprofundarmos em assuntos espirituais, e nos capacitarmos para evangelizarmos os em escuridão espiritual.
Embora nos reportamos aos irmãos em Cristo, aqui, com palavras de ousadia e corajosas sobre a crença espírita, devemos raciocinar com eles de forma compreensiva e amorosa, sem zombaria.
Precisamos entender que eles são vítimas de um falso-deus, chamado Satanás, o diabo (2 Coríntios 4:4), que tenta promover uma crença que, se fosse verdadeira, reduziria a nada o sacrifício de Jesus por nós, visto que a doutrina da reencarnação apregoa a salvação por méritos próprios através de sucessivas reencarnações, e não pela morte sacrificial de Jesus
Fonte: Verdo de Deus

sábado, junho 19, 2010

O funk e a polêmica da erotização.

O movimento funk tem raízes histórias e conteúdo social, mas transformou-se em atração comercial de gravadoras e televisões, que exploram e vulgarizam a imagem da mulher e colaboram com a erotização infantil.
A recente polêmica em torno da música funk reacendeu as atenções da sociedade e do movimento feminista para a imagem da mulher, a repercussão sobre a sua vida cotidiana e, para ser mais concreta, a erotização precoce das crianças.
Várias opiniões e dúvidas se expressaram nas diversas formas de comunicação, até mesmo os cientistas sociais se dividem e por vezes trocam acusações de preconceito contra as camadas mais populares, nas quais o funk criou raízes.
O antropólogo Hermano Vianna foi o primeiro a estudar e publicar opinião sobre o assunto com o seu livro “O mundo funk carioca”, já sensibilizado com as grandes festas do subúrbio carioca e com o conteúdo das suas manifestações. Em matéria do caderno “Idéias” do Jornal do Brasil, em março deste ano, a antropóloga Alba Zaluar diz: “O funk provoca uma separação brutal entre os sexos e acentua a hipertrofia da sexualidade como forma de afirmação masculina”. Já Micael Herschmann, professor de comunicação, historiador e pesquisador do tema opina: “O funk já teve outros momentos de evidência, assim como o axé e o sertanejo, faz parte de uma dinâmica cultural que tem articulação com o mercado. Antes mostravam mais os raps das comunidades, hoje dão destaque ao humor com dimensão erótica”, realçando aí o enfoque da mídia.
Com suas origens na década de 30, no sul dos Estados Unidos, a partir da música negra, o funk sofreu influências do rhythm and blues, do gospel e do soul de crescente conteúdo reivindicatório. Já na década de 60, com ritmo marcante e forte, surge com jeito próprio e novas técnicas de mixagem, e seus representantes vão conformando expressões como o rapper (repentista) e o MC (mestre de cerimônias), que misturam canto e fala nos bailes realizados em locais públicos e denunciam os problemas dos negros nos guetos de Nova Iorque.
Surgem as músicas rap, o estilo hip hop e a dança break. No Brasil, nos anos 70 e 80, iniciam-se os bailes de breve passagem pela zona sul e com instalação rápida e mobilizadora nos bairros do subúrbio e zona oeste, com participação de milhares de jovens e com produção musical expressiva da realidade de exclusão, como a música “eu só quero é ser feliz” de Claudinho/Doca, da Cidade de Deus.
Como destaca o relatório da CPI do Funk, da Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro, instalada para averiguar denúncias de violência, esses bailes passaram a representar quase que a única forma de lazer dessa juventude carente e ainda diz “As ações do poder público, em geral, resumiram-se à repressão e ao cerceamento de manifestação cultural deste segmento da juventude e da sociedade. Como, por exemplo, nos anos 70, quando diversos promotores de baile adeptos do movimento black-rio foram obrigados a prestar depoimentos aos órgãos oficiais de repressão, em virtude do caráter das mensagens difundidas nos bailes. Temas como liberdade, orgulho da raça negra, igualdade de oportunidades para todas as raças …”.
Violência
A violência não pode ser analisada fora do contexto da vida desses jovens que, em favelas ou bairros carentes, convivem com a violência do tráfico, da polícia e de casa. Dados recentes do Índice de Desenvolvimento Humano da Organização das Nações Unidas e de pesquisas da Secretaria de Segurança do Rio mostram que hoje a maior causa de mortes entre pessoas de 15 a 24 anos é a arma de fogo. Mas, apesar disso, dizem os estudiosos e freqüentadores, a violência não é a marca predominante das festas.
Modestamente, após a observação atenta de diversas opiniões e a participação em debates, quero concordar com a legitimidade do funk como movimento cultural e que tem na sua história a expressão maior da exclusão. Por isso, sim, vítima de preconceito e desprezo do poder público. No entanto, não podemos retirar de uma análise mais abrangente o papel devastador da lógica de mercado, dos interesses da mídia e da indústria fonográfica, para explicar as distorções mais recentes. Aí é onde devemos concentrar nossas preocupações. O sambista Nei Lopes, segundo matéria publicada no “JB” em março de 2001, considera que a comparação com a repressão sofrida pelo samba vale para o período em que o funk estava restrito ao gueto e expressava a insatisfação das populações excluídas, gerando o preconceito das classes dominantes. “Agora os funkeiros são brancos e chegam aos bailes em carro importado. E como virou modismo de opinião, as gravadoras vão explorar até o bagaço”.
Mesmo que não façamos a mesma generalização, este sentimento é gerado pela flagrante expansão do funk para a classe média da zona sul carioca. Como se deu essa expansão quando a realidade social é outra? Que tipo de artifícios foi utilizado? Que concessões foram feitas?
Tapinha
O funk cresce e se espalha utilizando uma face desfigurada e abjeta, mercantil, comercial, vulgarmente erotizada, de massificação de valores relativos às mulheres que negam e renegam uma história difícil e corajosa de lutas e conquistas. A promiscuidade passa a ser sinônimo de modernidade, as mulheres como brindes ou na dança das cadeiras aparentemente irreverentes. Soa natural, como deve soar a violência contra elas, afinal, “um tapinha não dói”. A feminilidade, a sensualidade, a beleza corporal ficam como que nas prateleiras e restritas a bundas e peitos siliconados, anunciados em termos pejorativos. As adolescentes são chamadas à vida como “tchutchucas”, outras como “popozudas”. As que namoram todos são as “cachorras” e ainda têm as “preparadas e purpurinadas”, se é que não me esqueci de mais algum “adjetivo”. As letras são reveladoras e, desculpe-me a ousadia, aqui as divulgo em parte:
A música do chamado Bonde do Tigrão – A máquina do sexo, diz: “Máquina do sexo, eu transo igual a animal / A Chatuba da Mesquita do bonde do sexo anal / Chatuba come cu, depois come xereca / Ranca cabaço, é o bonde dos careca  …”
Na música Barraco III: “Me chama de cachorra que eu faço au-au/ Me chama de gatinha que eu faço miau / Goza na cara, goza na boca, goza onde quiser…” e ainda na música Jonathan II, gravada por um menino de sete anos!: “De segunda a sexta, esporro na escola / Sábado e domingo, eu solto pipa e jogo bola / Mas já estou crescendo com muita emoção, eu já vou pegar um filé com popozão …”  Ai que saudade do Sítio do Pica-pau Amarelo…
É bem verdade que isso não ocorre apenas com o funk, vide os exemplos da Feiticeira, Tiazinha, É o Tchan e a Boquinha da Garrafa. Este último, o criador de um exército de repetidores da dança “sensualizada” entre as crianças, expostas inescrupulosamente em programas “infantis” de televisão no período da tarde, é claro. É como se fosse uma derrota, acredito que momentânea, da perspectiva saudável da nossa juventude.
Fonte: Jandira Feghali, Revista Presença de Mulher

domingo, junho 13, 2010

VOCÊ É CRISTÃO E CURTE LADY GAGA? vOCÊ CONSEGUE?




Não obstante, gostaria de frisar que, diferentemente do que muitos pensam, a tal Lady não segue a linha de Madonna, me parece muito mais próxima ao estilo do grotesco Marylin Manson, conhecido pela sua androgenia, posições abertamente imorais, culto ao bizarro.
A atmosfera sombria do clipe é extremamente assustadora. Contando com alusões à morte, sadomasoquismo e dominação, a música, como disse a cantora, foi feita em homenagem aos gays e às mulheres que se apaixonam por eles (sic!!). Os soldados efeminados oprimidos são as vítimas da cultura machista e repressiva. Tudo pensado por aquela que é considerada o “novo fenômeno do pop”, a “nova cara da década”.
O que mais me impressiona na sua estética é o grotesco, o ambiente sombrio, bestial, decante, exalando erotismo sexual e putrefação moral. Lady Gaga aparece engolindo um terço ou usando uma cruz invertida de forma sacrílega é consequência de algo muito maior, algo este que pode ser percebido em toda a contextualização musical e estética usada. A cantora sintetiza o espírito do mundo atual, a sua pequenez, irracionalidade, incapacidade de refletir e de discernir, a cultura de morte no seu sentido mais fidedigno e profundo.
A música de Lady Gaga, com toda a sua pobreza poética e excesso de compassos e ritmos, é sinal da mediocridade do homem moderno; um homem norteado pelas paixões, subjugado pela ignorância invencível, uma carcaça morta incapaz de raciocinar verdadeiramente.
Não me espanta que em pleno séc. XXI  faça sucesso – estranho seria que o Santo Padre fosse aplaudido ao condenar o aborto, por exemplo. O espanto é saber que católicos e homens de reta intenção se deixam levar por toda essa experiência sensual que carrega no seu âmago um claro projeto revolucionário.
Lady Gaga não esconde que defende a cultura gay. Faço questão de frisar o termo “cultura” já que, infelizmente, os militantes homossexuais forjaram um estilo de vida próprio que, através de ferramentas variadas – em especial a música, filmes e novelas – foi divulgado e imposto como o estilo ordinário de qualquer ser humano na face da terra.
Destarte, a globalização transporta em sua essência a crise da Civilização Ocidental a todos os cantos, assim, tanto um jovem americano, quanto um brasileiro da favela, como um rico japonês cibernético ou então um marroquino de Casablanca se vestem, se comportam, ouvem e apreciam quase as mesmas coisas, seguindo o mesmo padrão.
Se não tomarmos uma atitude concreta, eficaz e profunda veremos os nossos filhos e netos crescendo numa sociedade onde o anormal é ser homem e mulher!
Pedro Ravazzano
11/06/2010
Fonte: http://www.comshalom.org/blog/carmadelio

quarta-feira, junho 09, 2010

O inferno existe?

(Revista Pergunte e Responderemos, PR 003/1957)

«O inferno? Quase ninguém mais acredita nele!»

A razão por que muitos em nossos tempos não acreditam no inferno, é que nunca tiveram explicação exata do que ele significa: é freqüente conceber-se o inferno como castigo que Deus inflige de maneira mais ou menos arbitrária, como se desejasse impor-se vingativamente como Soberano Senhor; o réprobo seria atormentado maldosamente por demônios de chifres horrendos, em meio a um incêndio de chamas, etc. — Não admira que muitos julguem tais concepções inventa­das apenas para incutir medo; não seriam compatíveis com a noção de um Deus Bom.

Na verdade, o inferno não é mais do que a conseqüência lógica de um ato que o homem realiza de maneira consciente e deliberada aqui na terra; é o indivíduo quem se coloca no inferno (este vem a ser primariamente um estado de alma; vão seria preocupar-se com a sua topografia); não é Deus quem, por efeito de um decreto arbitrário, para lá manda a criatura. É o que passamos a ver.

Admitamos que um homem nesta vida conceba ódio a Deus (ou ao Bem que ele julgue ser o Fim último, Deus) e O ofenda em matéria grave, empenhando toda a sua perso­nalidade (pleno conhecimento de causa e liberdade de arbí­trio); essa criatura se coloca num estado de habitual aversão ao Senhor. Caso morra nessas condições, sem retratar, nem mesmo no seu íntimo, o ódio ao Sumo Bem, que sorte lhe há de tocar?

A morte confirmará definitivamente nessa alma o ódio de Deus, pois a separará do corpo, que é o instrumento mediante o qual ela, segundo a sua natureza, concebe ou muda suas disposições. Depois da morte, tal criatura de modo ne­nhum poderá desejar permanecer na presença de Deus; antes espontaneamente pedirá afastar-se d'Ele. Não será necessário que, para isto, o Juiz supremo pronuncie alguma sentença; o Senhor apenas reconhecerá, da sua parte, a opção tomada pela criatura; Ele a fez livre e respeitará esta dignidade, em hipótese nenhuma forçando ou mutilando o seu alvitre.

Eis, porém, que desejar afastar-se de Deus e permanecer de fato afastada, vem a ser, para a alma humana, o mais cruciante dos tormentos. Com efeito, toda criatura é essen­cialmente dependente do Criador, do qual reflete uma ima­gem ou semelhança; por conseguinte, ela tende por sua pró­pria essência a se conformar ao seu Exemplar (é a natureza quem o pede, antecedentemente a qualquer opção da vontade livre); caso o homem siga esta propensão, ele obtém a sua perfeição e felicidade. Dado, porém, que se recuse, a fim de servir a si mesmo, não pode deixar de experimentar os pro­testos espontâneos e veementíssimos da natureza violentada. A existência humana torna-se então dilacerada: o pecador sente, até nas mais recônditas profundezas do seu ser, o brado para Deus; esse brado, porém, ele o sufocou e sufoca, para aderir a um fim inadequado, fim que, em absoluto, ele não quer largar apesar do terrível tormento que a sua atitude lhe causa. — Na vida presente, a dor que o ódio ao Sumo Bem acarreta, pode ser temperada pela conversão a bens aparentes, mas precários..., pela auto-ilusão; na vida futura, porém, não haverá possibilidade de engano!

É nisto que consiste primariamente o inferno. Vê-se que se trata de uma pena infligida pela ordem mesma das coisas, não de uma punição especialmente escolhida entre muitas outras por um Deus que se quisesse «vingar» da criatura. Em última análise, dir-se-á que no inferno só há indivíduos que nele querem permanecer. — A este tormento espiritual se acrescenta no inferno uma pena física, geralmente designada pelo nome de fogo; certamente não se trata de fogo material, como o da terra, mas de um sofrimento que as demais cria­turas acarretam para o réprobo, e acarretam muito natural­mente. Sim; quem se incompatibiliza com o Criador não pode deixar de se incompatibilizar com as criaturas, mesmo com as que igualmente se afastaram de Deus (o pecador é essencialmente egocêntrico), de sorte que os outros seres criados postos na presença do réprobo vêm a constituir para este uma autêntica tortura (não se poderia, porém, precisar em que consiste tal tormento).

Por último, entende-se que o inferno não tenha fim; há de ser tão duradouro quanto a alma humana, a qual por sua natureza é imortal; Deus não lhe retira a existência que lhe deu e que, em si considerada, é grande perfeição. Embora in­feliz, o réprobo não destoa no conjunto da criação, pois por sua dor mesma ele proclama que Deus é a Suma Perfeição, da qual ele se alheou (é preciso, nos lembremos bem de que Deus, e não o homem, é o centro do mundo).

Não se pense em nova «chance» ou reencarnação neste mundo. Esta, de certo modo, suporia que Deus não leva a sério as decisões que o homem toma, empenhando toda a sua personalidade; o Senhor não trata o homem como criança que não merece respeito. De resto, a reencarnação é explici­tamente excluída por textos da Sagrada Escritura.

segunda-feira, junho 07, 2010

Eu estou com o Estado de Israel. E você?

Por Julio Severo
O governo turco está se mobilizando para que as autoridades israelenses sejam julgadas pela Corte Criminal Internacional em Haia, na Holanda, porque Israel “ousou” inspecionar navios “humanitários” destinados aos árabes palestinos. Os navios, que saíram da Turquia, continham também armamento escondido.
Afinal, como é que os árabes palestinos conseguirão prosseguir seus ataques contra Israel sem a ajuda “humanitária” de armas?
A Turquia, país esmagadoramente muçulmano que tem um longo histórico de derramamento de sangue cristão, ficou histérica com as ações de Israel, que desmascarou o humanitarismo disfarçado. Os “pacifistas” enfrentaram os inspetores militares israelenses com extrema violência. E receberam o devido tratamento e resposta.
Desde quando armamento para uso contra cidadãos israelenses é ajuda “humanitária”? Se, num ousado cenário oposto, uma flotilha com semelhante “ajuda” fosse destinada à minoria separatista curda da Turquia, os turcos reagiriam com delicadeza? Aliás, a mesma Turquia que exige de Israel um estado para os árabes palestinos também persegue a minoria curda na Turquia, por querer um estado! Os bondosos turcos estão determinados a exterminar o desejo dos curdos.
Para os turcos, pode haver perseguição e derramamento de sangue à vontade, desde que não seja contra sua religião muçulmana favorita. Esse é o motivo por que a Turquia condena as tentativas da ONU de condenar o Sudão, cujo governo muçulmano assassinou aproximadamente meio milhão de sudaneses que não são muçulmanos. A maioria dos massacrados são cristãos.
No Conselho de Segurança da ONU — onde há décadas Israel é condenado sistematicamente por pressão dos países islâmicos —, o Sudão é protegido de toda condenação. Mesmo que seis milhões de judeus estivessem sendo assassinados hoje, por pura pressão ideológica a ONU acabaria dando um jeito de condenar Israel e inocentar o Sudão.
O primeiro-ministro turco Recep Tayyip Erdog disse: “Não é possível um muçulmano cometer genocídio. É por isso que estamos à vontade [com a visita do presidente islâmico do Sudão à Turquia]”.
A Turquia não tem motivo nenhum para reconhecer e se opor a genocídios cometidos por islâmicos. Logo antes da 1ª Guerra Mundial, o governo islâmico da Turquia assassinou a sangue frio centenas de milhares de homens, mulheres e crianças armênios cristãos. Até hoje, a Turquia não tolera quando alguém diz que esse massacre de inocentes foi genocídio.
A Turquia fala a partir da posição de quem cometeu genocídio e de quem hoje defende o governo genocida islâmico do Sudão.
Israel responde a partir da posição de quem sofreu o genocídio de mais de 6 milhões de judeus durante a 2ª Guerra Mundial. Com essa trágica experiência, Israel nunca pode descuidar da defesa de suas famílias, mesmo quando um carregamento de armas vem disfarçado em “inocentes” navios de ativistas esquerdistas da paz trazendo bombons e remédios.
Quanto à Corte Criminal Internacional, que tal a Turquia e o Sudão prestarem contas por suas atrocidades contra populações inocentes?
Versão em inglês deste artigo: Flotilla of the disguised peace receives forceful defense of Turkey 

domingo, junho 06, 2010

POR QUE NÃO SOU ATEU.

(Revista Pergunte e Responderemos, PR 361/92)

Em síntese: O artigo examina três razões que podem levar alguém a não ser ateu: 1) o testemunho da ciência contemporânea; 2) a pré-história e a história da humanidade; 3) a insuficiência do homem para bastar a si mesmo. Considera outrossim cinco dificuldades para crer: 1) o mal no mundo; 2) o desconhecimento da doutrina da fé; 3) obstáculos de ordem moral; 4) o contratestemunho de pessoas de fé; 5) o claro-escuro da fé.

O ateísmo é uma atitude que se vai difundindo em nossa sociedade, nem sempre sob a forma de militância anti-religiosa, mas freqüentemente como indiferentismo; dir-se-ia que o homem contemporâneo não precisa mais de Deus, pois consegue, mediante os avanços da ciência e da técnica, criar para si mesmo um bem-estar que lhe dá certa satisfação, tida como suficiente.

Esta atitude suscita a muitos as questões: "Por que não és ateu também tu? Será que ainda precisas das muletas ou do tapa-buraco da Religião para te equilibrares na vida?"

A resposta a tais perguntas fará o conteúdo deste artigo, que vamos distribuir em duas Partes: I. Por que não sou ateu? II. Dificuldades para crer hoje em dia.


I. POR QUE NÃO SOU ATEU?

Três principais razões me impedem de ser ateu:

1.1. A Ciência Contemporânea

Houve tempo em que se dizia que a ciência é inimiga da fé. Atualmente, ao contrário, verifica-se que a ciência tende a reconhecer cada vez mais os vestígios de uma Inteligência e de um Poder Supremos, que têm o nome DEUS. O mundo, com suas dimensões vertiginosamente grandes e pequenas, não pode ser produto do acaso, como hoje geralmente se reconhece, mas dá testemunho do Criador,... Criador distinto da natureza e anterior a ela, não força cega que vai evoluindo e se identifica com o próprio mundo. São muitos os testemunhos de grandes cientistas que apontam a existência de Deus:

Max Plank (1858-1947), físico alemão, criador da teoria dos quanta, Prêmio Nobel 1928:

"Para onde quer que se dilate o nosso olhar, em parte alguma vemos contradições entre Ciências Naturais e Religião; antes, encontramos plena convergência nos pontos decisivos. Ciências Naturais e Religião não se excluem mutuamente, como hoje em dia muitos pensam e receiam, mas completam-se e apelam uma para a outra. Para o crente, Deus está no começo; para o físico, Deus está no ponto de chegada de toda a sua reflexão":

Albert Einstein (1879-1955), físico judeu alemão, criador da teoria da relatividade, Prêmio Nobel 1921:

"Todo profundo pesquisador da natureza deve conceber uma espécie de sentimento religioso, pois ele não pode admitir que ele seja o primeiro a perceber os extraordinariamente belos conjuntos de seres que ele contempla. No universo, incompreensível como ele é, manifesta-se uma inteligência superior e ilimitada. - A opinião corrente de que eu sou ateu, baseia-se sobre grande equívoco. Quem a quisesse depreender de minhas teorias científicas, não teria compreendido o meu pensamento":

Werner von Braun (1912-1977), físico alemão e pesquisador da energia atômica:

"Não se pode de maneira nenhuma justificar a opinião, de vez em quando formulada, de que na época das viagens espaciais temos conhecimentos da natureza tais que já não precisamos de crer em Deus. - Somente uma renovada fé em Deus pode provocar a mudança que salve da catástrofe o nosso mundo. Ciência e Religião são, pois, irmãs e não poios antitéticos".

M. Hartmann (1876-1962), Diretor do Instituto de Biologia Max Plank:

"Os resultados da mais desenvolvida ciência da natureza ou da Física não levantam a mínima objeção à fé num Poder que está por trás das forças naturais e que as rege. Tudo isto pode aparecer mesmo ao mais critico pesquisador como uma grandiosa revelação da natureza, levando-a a crer numa todo-poderosa Sabedoria que se acha por trás desse mundo sábio".  Continue lendo este artigo...

quarta-feira, junho 02, 2010

HOMOFOBIA. UMA GRANDE MENTIRA

A mentira que ganhou asilo

Homossexual brasileiro obtém asilo nos EUA colocando o Brasil na estranha categoria de um dos campeões mundiais em violência e assassinatos de homossexuais

Julio Severo
Desde 2003, o governo Lula vem promovendo e impondo a agenda gay, não só no Brasil, mas também no mundo. Sob Lula, o Brasil foi o primeiro país a apresentar, em 2003, uma resolução na ONU classificando o homossexualismo como direito humano inalienável. O mesmo tipo de resolução foi apresentado pelo governo brasileiro na Organização dos Estados Americanos.
Sob o governo Lula, há crescentes mecanismos políticos e legais para amedrontar e amordaçar as pessoas que discordam do comportamento homossexual. O programa federal “Brasil sem Homofobia” exige interferência pró-homossexualismo do governo em todas as áreas da sociedade brasileira.
Mesmo assim, o homossexual brasileiro Augusto Pereira de Souza, de 27 anos, obteve asilo do governo de Barack Obama. Motivo? Perseguição. Ele alegou que não pode voltar ao Brasil porque o Brasil é um dos países mais violentos contra homossexuais. Aliás, o argumento para sua obtenção de asilo, conforme informa o blog gay “Queerty”, coloca o Brasil como um dos maiores assassinos de homossexuais do mundo, “com 180 assassinatos de LGBT registrados só em 2008”.
O maior propagandista do número de homossexuais assassinados no Brasil é o Grupo Gay da Bahia (GGB), cujo fundador é Luiz Mott, que é acusado de defender a pedofilia. O GGB, que foi a primeira grande organização homossexual militante do Brasil, afirma que entre 1980 e 2005 foram assassinados 2.511 homossexuais em todo o Brasil. O GGB não tem dúvida: o Brasil é o país mais homofóbico do mundo.
A defesa de Souza foi feita pela professora Suzanne Goldberg, da Clínica de Direito para Sexualidade e Gênero da Universidade de Columbia, juntamente com seus alunos. Goldberg usou dados do GGB para defender asilo para Souza.
De acordo com o site da Universidade de Columbia, “A concessão de asilo, decretada pelo Ministério de Segurança Nacional dos EUA, chega num tempo em que as condições para indivíduos gays, lésbicas, bissexuais e transgêneros (GLBT) no Brasil estão ficando mais perigosas”. Sim, você leu direito: A Universidade de Columbia está dizendo efetivamente que sob as fortes políticas pró-homossexualismo do governo Lula, as condições para os homossexuais no Brasil estão ficando “mais perigosas”. Diante dessa paranóia vinda diretamente da Universidade de Colúmbia, ficamos tentando imaginar se as condições para os homossexuais estão ficando “mais seguras” no Irã e na Arábia Saudita.
Se o Brasil ficou “mais perigoso”, então por que Souza não pediu asilo no Irã ou Arábia Saudita?
Entre 1980 e 2005, somente homossexuais foram assassinados no Brasil? Dados oficiais mostram que nesse exato período foram assassinados mais de 800.000 homens, mulheres e crianças no Brasil. Hoje mais de 50.000 homens, mulheres e crianças são assassinados no Brasil por ano.
“Espere um minuto”, um ativista homossexual poderia dizer. “O governo diz que somos mais que 10% da população. Por isso, o número de homossexuais assassinados deveria ser 80.000!”
Se o Grupo Gay da Bahia fosse o Grupo Hetero da Bahia, aí a reação seria totalmente diferente: “2.511 é um número totalmente homofóbico, preconceituoso e discriminatório, pois não chega nem a 1% de 800.000. Exigimos no mínimo 10% da fatia desse número alto. Queremos igualdade! Se a população está sofrendo um elevado índice de assassinatos, exigimos o mesmo direito!”
E sobre os mais de 50.000 brasileiros assassinados por ano?
“Queremos 10% disso também. É nosso direito! Não aceitamos esse número homofóbico, insignificante e medíocre de apenas 180 homossexuais assassinados por ano!”
Eu também não entendo como o número de homossexuais assassinados não é muito maior, devido aos perigos a que eles se expõem. Oswaldo Braga, presidente do Movimento Gay de Minas, declarou que os travestis são a maioria dos homossexuais assassinados. Ele disse: “São homossexuais que estão mais envolvidos com a criminalidade, como prostituição e tráfico de drogas, ficando mais expostos à violência”. (Tribuna de Minas, 09/03/2007, p. 3.)
O número de 800.000 brasileiros assassinados mostra que falta segurança no Brasil. E faltam viaturas policiais. E agora, por causa do favoritismo governamental para com a agenda homossexual, as poucas viaturas disponíveis para a população terão de ser transferidas para proteger ambientes de prostituição e tráfico de drogas freqüentados por homossexuais?
Nasci em São Paulo, a cidade em que Souza alega que sofreu “perseguição”. Lembro que 25 anos atrás eu e um amigo, que éramos muito jovens, estávamos indo para a igreja. Passamos bem perto da Praça da República — um antigo ponto homossexual bem no centro de São Paulo —, e um bando de uns 6 homossexuais correu atrás de nós, gritando palavras lascivas. Foi uma experiência assustadora para dois jovens. Comportamentos homossexuais bizarros desse tipo eram comuns na Praça da República e, é claro, tinham o potencial de atrair reações violentas de quem não tivesse disposição de correr.
Eu devia temer mais que Souza. Cada vez mais, de forma descarada, shopping centers e outros lugares estão sendo usados como pontos de prostituição — bem nos banheiros masculinos. E, talvez por temor, os homens olham e ignoram. Já presenciei homossexuais que, dentro do banheiro do shopping, ficam ali como canibais do sexo anal, olhando cada homem que entra, esperando uma oportunidade de ataque. O que aconteceria se eu fosse reconhecido como Julio Severo no banheiro de um shopping?
Baseado em dados do Grupo Gay da Bahia, a Universidade de Columbia diz: “No Brasil, a polícia rotineiramente deixa de investigar a violência cometida contra indivíduos GLBT”.
A polícia brasileira tem imensa dificuldade de investigar todos os 50.000 assassinatos por ano, onde os heteros são vítimas. Se os EUA quiserem conceder asilo para todas as vítimas de crimes violentos no Brasil, os pedidos de asilo aumentarão para no mínimo 500.000 por ano. Por que achar que no Brasil somente homossexuais são vítimas de violência e assassinato num sistema socialista onde criminosos fortemente armados são livres para atacar vítimas fortemente desarmadas? A população inteira do Brasil é vítima desse cruel sistema.
Enquanto estou escrevendo este artigo, o Brasil está abalado com o desaparecimento e assassinato de seis adolescentes (Diego, de 13 anos; Paulo Victor, de 16; George, de 17; Divino, de 16; Flávio, de 14; e Márcio Luiz, de 19). O caso ganhou repercussão nacional nesta semana com a prisão do criminoso, Admar de Jesus, que é homossexual. Ele havia cumprido pena de quatro anos de prisão por pedofilia em Brasília, mas logo que foi solto começou a estuprar e matar rapazes. Há milhares de meninos brasileiros anualmente vítimas de estupradores homossexuais. A Universidade de Columbia lutará para que eles também obtenham asilo nos EUA?
Contudo, o pedido de asilo de Souza pode ser parte de um grande esquema político entre ativistas gays dos EUA e ativistas gays do Brasil — e a presença do Grupo Gay da Bahia é evidência do ativismo envolvido. Uma forte lei anti-homofobia já foi aprovada nos EUA e o asilo de Souza pode dar ao governo de Obama a desculpa perfeita para pressionar o Brasil a aprovar uma lei de “proteção” aos homossexuais que até agora Lula e seu governo não conseguiram passar, devido à resistência cristã.
Essa “proteção”, é claro, protegerá, promoverá e imporá ainda mais a agenda gay no Brasil.
A maioria dos 800.000 brasileiros assassinados não procurou zonas de prostituição e tráfico de drogas. Eles também não tinham direito à asilo nos EUA.
Mas muitos homossexuais preferem morrer a deixar suas Praças da República. Com a rota de asilo aberta por Souza, agora eles poderão ter uma segunda opção: as “seguras” zonas de prostituição e drogas dos EUA.
Portanto, num certo sentido, o Brasil deveria ser muito agradecido à Universidade de Colúmbia: Se todos os homossexuais brasileiros seguirem a rota de Souza, os meninos brasileiros nunca mais sofrerão desaparecimentos, estupros e assassinatos cometidos por estupradores gays, e o Brasil ficará livre dos ativistas gays, suas mentiras e tirania.
Versão em inglês deste artigo: The lie that got asylum
Fonte: www.juliosevero.com


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REFLEXÃO

“Sentimos raiva principalmente contra aqueles aos quais pensamos que propositadamente nos prejudicaram” Santo Tomás de Aquino

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