BÍBLIA CATÓLICA ONLINE

sexta-feira, agosto 27, 2010

Edir Macedo defende o aborto

Não é nova para ninguém a estranha posição da igreja Universal do Reino de Deus acerca do aborto. Para Edir Macedo, seria melhor que o ser humano fosse abortado do que viesse ao mundo para sofrer e para se voltar contra a sociedade. O discurso determinista do fundador da igreja Universal é repugnante; e insistente. Explica o lobo que o aborto seria um verdadeiro benefício social, seja para a família (que teria melhor qualidade da vida, já que mais filhos representariam mais problemas), seja para a própria sociedade como um todo (já que um filho nascido sem planejamento familiar é um filho revoltado, pessoa que certamente se voltaria contra a sociedade).
A criatura chega a querer usar as Sagradas Escrituras para defender a prática do aborto. Não pode haver linguagem mais suja, mais covarde, mais desumana e mais cruel que a linguagem daqueles que abrem a boca para vomitar o erro e o crime. E o sr. Edir Macedo só deixa mais claro quão funestas podem ser as consequências da má interpretação da Escritura, quão terríveis podem ser as táticas usadas pelo homem para se buscar “qualidade de vida”.
O vídeo que mostra o sr. Edir Macedo defendendo a prática do aborto.

 “Eu sou a favor do aborto sim. Eu sou e digo isso em alto e bom som, com toda a fé do meu coração, e não tenho medo nenhum de pecar. E se eu estou pecando, eu cometo esse pecado consciente.” Ed Macedo.

Opnião do Blog: Senhor Ed Macedo a sua Cota no inferno está mais que garantida.


terça-feira, agosto 24, 2010

Dilma e os patos. Ou: petista faz chacota de católicos


Ainda nesta terça, porta-vozes do PT disfarçados de jornalistas escreverão coisas mais ou menos assim: “Este veículo (escolham qual) apurou que a candidata Dilma Rousseff não quer salto alto na campanha e que ela considera que ainda não venceu a disputa…” Nota: antigamente, sempre que se recorria à fórmula “este veículo apurou”, o propósito era informar alguma coisa que contestava a fala oficial da personagem da notícia. Com a chegada do PT ao poder, os áulicos conseguiram criar o estilo do “repórter farejador a favor”, que “apura” justamente o que a personagem quer que ele noticie. Franklin Martins, João Santana e José Eduardo Dutra lhes contam os “segredos” do partido, e eles não economizam: “Este veículo apurou…” Vocês sabem como “farejar” é um hábito antigo dos mamíferos, especialmente os que têm os pés no chão — os quatro, quero dizer…
Por que isso? Dilma Rousseff tinha prometido comparecer ao debate promovido ontem pela TV Canção Nova e pela Rede Aparecida de Comunicação, emissoras de rádio e TV católicas. Deu o cano. Faltou. Alegou problema de agenda. Enquanto o debate corria, a candidata postou no Twitter: “Olha q interessante, o Pato Fu interpretando músicas de sucesso usando instrumentos de brinquedo”. Alertado por assessores, o candidato Plínio de Arruda Sampaio, do PSOL, levou a informação ao ar: “Sabe o que ela está fazendo? Tuitando! (…) Os meus tuiteiros disseram que ela está agora assistindo a uma banda chamada Pato Fu”.
Dilma — ou quem quer que escreva o seu Twitter — estava fazendo chacota dos seus adversários e, obviamente, dos católicos, que, estou certo, gostariam de ouvi-la sobre alguns temas, especialmente porque a candidata acaba de assinar uma “Carta ao Povo de Deus”, em que procura negar o seu óbvio alinhamento com a legalização do aborto, tese que já chegou a defender claramente em entrevista. Não só isso: o decreto do Programa Nacional de Direitos Humanos, que ganhou forma na Casa Civil, fazia a defesa explícita da legalização.
Por que Dilma faltou com a palavra empenhada e preferiu ficar assistindo a um vídeo do Pato Fu? Porque considera que a eleição já está no papo e que o confronto entre os candidatos não é mais matéria do seu interesse. Supostamente detentora dos votos de que precisa para se eleger, não se sente na obrigação de explicar mais nada a ninguém. Candidatos não são obrigados a participar de debates, é claro — a menos que tenham se comprometido a fazê-lo.
A ausência busca caracterizar, no extremo da arrogância, o evento como um encontro de derrotados. Dilma, a rigor, nunca quis saber dos eleitores porque tem aquele que considera o único eleitor realmente relevante: Lula. O resto é só um bando de patos fu…
Por Reinaldo Azevedo - Fonte Veja

domingo, agosto 22, 2010

O MUNDO FAZ ASSIM Ó: O EFEITO CHICLETE

O mundo não muda suas táticas. Aliás, o mundo é marqueteiro mas, o produto final é sempre o mesmo. Pobre e ingênuo o cristão que acha que dá para ser de Deus e dá para ser do mundo. Como diz uma grande personagem, amiga, confidente e uma das melhores mulheres que já conheci: "quando uma pessoa vem com aquela frase 'que isso, nada a ver, é normal!' ", pode tomar cuidado. O mundo já a agarrou.

O discernimento dos espírito nos orienta a perceber o "passo-a-passo" do mundo para destruir a vida de um jovem. Eis uma das formas mais clássicas de afundar um jovem no mundo: o efeito chiclete.

Estes são os 5 passos do efeito chiclete que o mundo fará com você, ó:

Passo 1: O mundo vai te desembrulhar. Quanto mais pelada você ficar, melhor. Tire a roupa para tudo. Ponha todo o seu guarda roupas de mini-saias, pule no carro de desconhecidos e vá para a balada. Deixe que todos os rapazes vejam suas pernas e partes íntimas. Todo chiclete, antes de ser chupado, é despido.

Passo 2: O mundo vai "te" morder. Quanto mais você beijar em uma noite só melhor. Fique com todos os homens e mulheres que você conhecer. Use, abuse. Deixem que morda seu lábio, sua orelha, seu corpo.

Passo 3: O mundo vai "te" chupar. O mundo vai te mastigar, chupar, tirar o melhor de você até se tornar uma mulher ou um homem desgostoso, ruim, azedo. Ninguém mais vai querer você.
 
Passo 4: O mundo vai "te" cuspir. Todo chiclete, por melhor que seja, um dia será cuspido. E é assim que o mundo faz com você. Seus "ex" só quiseram te levar para o motel. Eles só queriam transar contigo e depois jogar fora. Você era tão gatinha e hoje, azedume jogada na rua. Nem se vestir você sabe direito. Fala palavrão, é vulgar, se entrega facilmente. Não olhe no espelho porque você virou goma ruim de mascar.

Passo 5. O mundo "te" fará grudar no primeiro pé que você achar. E é por isso que as relações não dão mais certo. Estamos tão usados e abusados que, por carência, grudamos no primeiro sapato que aparece, seja de homem, seja de mulher.

Cuidado com o mundo. Cuidado com suas amizades e com o tipo de salão que você freqüenta. Não tem nada a ver, é? Olha para seu lado. Veja quanto amigos seus já se tornaram bubaloo. Acorda, gatinha. Desperta, garotão. Seja mais esperto.

Aqui fica um alerta aos papais e mamães que praticamente jogam seus filhos em baladas, festas raves e outros "coliseos" do mundo.

terça-feira, agosto 17, 2010

AMAR E DEIXAR-SE AMAR

                     «Uma das notas mais penosas do neurótico parece ser a ausência de gratuidade com que age. Tudo faz para amar e ser amado, menos amar e deixar-se amar gratuitamente.


No jogo do amor, parece temer, no fundo, sentir-se diminuído, tentando por isto sempre impor sua presença, infelizmente, problemática. Faz-se assim agente, centro e fim das relações amorosas que, por natureza, exigem correspondência livre e generosa.


Ah, que beleza se os neuróticos descobrissem a gratuidade do amor!




Os grandes mestres da Espiritualidade sempre detectaram, nas imperfeições do amor, um desejo impulsivo de dominação. Cobranças mesquinhas, controles descabidos, ciúmes ridículos, rudezas espantosas e desconfianças estapafúrdias não passam de atestados de uma doentia insegurança psicológica.


Amar não é dominar nem muito menos aprisionar.
O caminho do amor é uma aventura rica e dolorosa que vai aos poucos nos libertando das escórias do medo e do egoísmo.

Pe. neylor J. Tonin

terça-feira, agosto 10, 2010

Superar dificuldades na família…com o auxílio de Deus!

"A família fundamentada no matrimônio constitui um “patrimônio da humanidade”, uma instituição social fundamental; é a célula vital e o pilar da sociedade, e isto diz respeito tanto aos crentes como aos não-crentes. Trata-se de uma realidade que todos os Estados devem ter na máxima consideração porque, como João Paulo II gostava de reiterar, “o futuro da humanidade passa através da família” (Familiaris consortio, 86).

Além disso, na visão cristã o matrimônio, elevado por Cristo à altíssima dignidade de sacramento, confere maior esplendor e profundidade ao vínculo conjugal e compromete mais vigorosamente os esposos que, abençoados pelo Senhor da Aliança, se prometem fidelidade recíproca até à morte, no amor aberto à vida. Para eles, o cerne e o coração da família é o Senhor, que os acompanha na missão de educar os filhos rumo à maturidade. De tal maneira, a família cristã coopera com Deus não somente na geração da vida natural, mas inclusive na cultivação dos gérmens da vida divina recebida mediante o Baptismo. Estes são os conhecidos princípios da visão cristã do matrimônio e da família. Recordei-os uma vez mais na quinta-feira passada, quando falei aos membros do Pontifício Instituto “João Paulo II” para os Estudos sobre Matrimônio e Família.
No mundo contemporâneo, em que se vão difundindo algumas concepções equívocas sobre o homem, a liberdade e o amor humano, nunca nos devemos cansar de apresentar sempre de novo a verdade sobre a instituição familiar, como foi desejada por Deus desde a criação. Infelizmente, continua a aumentar o número de separações e de divórcios, que fragmentam a unidade familiar e criam não poucos problemas para os filhos, vítimas inocentes de tais situações. Hoje em dia, a estabilidade da família está particularmente em perigo; para a salvaguardar, é necessário ir com freqüência contra a corrente, em relação à cultura predominante, e isto exige paciência, esforço, sacrifício e busca incessante de compreensão mútua.

Mas também nos dias de hoje os cônjuges podem superar as dificuldades e conservar-se fiéis à sua vocação, recorrendo ao auxílio de Deus através da oração e participando assiduamente nos sacramentos, de maneira particular na Eucaristia. A unidade e a solidez das famílias ajuda a sociedade a respirar os valores humanos autênticos e a abrir-se ao Evangelho. Para isto contribui o apostolado de não poucos Movimentos, chamados a trabalhar neste campo em harmoniosa sintonia com as Dioceses e as paróquias.
Além disso, actualmente um tema mais delicado do que nunca é o respeito devido ao embrião humano, que deveria nascer sempre de um ato de amor e ser já tratado como pessoa (cf. Evangelium vitae, 60). Os progressos da ciência e da técnica, alcançados no âmbito da bioética, transformam-se em ameaças quando o homem perde o sentido dos seus limites e, a nível prático, pretende subsituir-se a Deus Criador. A Carta Encíclica Humanae vitae confirma com clarividência que a procriação humana deve ser sempre o fruto do acto conjugal, com o seu dúplice significado unitivo e procriativo. Exige-o a grandeza do amor conjugal, segundo o projecto divino, como recordei na Encíclica Deus caritas est: “O eros degradado a puro “sexo” torna-se mercadoria, torna-se simplesmente uma “coisa” que se pode comprar e vender; antes, o próprio homem torna-se mercadoria… Na verdade, encontramo-nos diante duma degradação do corpo humano”.
Graças a Deus não poucas pessoas, especialmente no meio dos jovens, continuam a descobrir o valor da castidade, que se manifesta cada vez mais como uma garantia segura do amor genuíno. O momento histórico que estamos a viver exige que as famílias cristãs dêem com corajosa coerência o testemunho de que a procriação é fruto do amor. Este testemunho não deixará de estimular os políticos e os legisladores a salvaguardarem os direitos da família. Com efeito, sabe-se que se estão a acreditar soluções jurídicas para as chamadas “uniões de facto” que, embora rejeitem as obrigações do matrimônio, pretendem gozar de direitos equivalentes. Além disso, às vezes deseja-se mesmo chegar a uma nova definição do matrimônio para legalizar uniões homossexuais, atribuindo-lhes também o direito à adoção de filhos.


Vastas áreas do mundo estão a padecer o chamado “inverno demográfico”, com o consequente progressivo envelhecimento da população; por vezes parece que as famílias são ameaçadas pelo medo da vida, da paternidade e da maternidade. É necessário dar-lhes nova confiança, para que possam continuar a cumprir a sua nobre missão de procriar no amor."






(Discurso do Santo Padre, Papa Bento XVI, aos participantes na Assembléia Plenária do Pontifício Conselho da Família, em 13/05/2006).

terça-feira, agosto 03, 2010

O mal que as novelas fazem.

Tudo é apresentado de maneira inteligente e com requintada técnica
 
Certa vez, um amigo chamado Franz Victor, psicólogo já falecido, disse-me que “as novelas fazem uma pregação sistemática de antivalores”. Embora isso já faça bastante tempo, eu nunca esqueci esta frase. Meu amigo me disse uma grande verdade.

Enquanto a evangelização procura incutir nas pessoas uma vida de acordo com os valores do Evangelho, a maioria das novelas estraga as pessoas, incutindo-lhes antivalores cristãos.

As novelas, em sua maioria, exploram as paixões humanas, muito bem espelhadas nos chamados pecados capitais: soberba, ganância, luxúria, gula, ira, inveja e preguiça; e faz delas objeto dos seus enredos, estimulando o erro e o pecado, mas de maneira requintada.
Mas tudo isso é apresentado de uma maneira “inteligente”, com uma requintada técnica de imagens, som, música, e um forte aparato de belas mulheres e rapazes que prendem a atenção dos telespectadores e os transforma em verdadeiros viciados. Em muitas famílias já não se faz nada na hora da novela, nem mesmo se dá atenção aos que chegam, aos filhos ou aos pais.

Assim, os valores cristãos vão sendo derrubados um a um: a humildade, o desprendimento, a pureza, a continência, a mansidão, a bondade, o perdão, entre outros; eles vão sendo jogados por terra, mas de maneira homeopática; de forma que, aos poucos, lentamente, para não chocar, os valores morais vão sendo suprimidos. Faz-se apologia do sexo a qualquer instante e sem compromisso familiar ou conjugal; aprova-se e estimula-se o homossexualismo como se fosse algo natural e legítimo, quando o Catecismo da Igreja Católica (CIC) chama a prática homossexual de “depravação grave” (CIC §2357).

O roteiro e enredo dos dramas das novelas são cuidadosamente escolhidos de modo a enfocar os assuntos mais ligados às pessoas e às famílias, mas, infelizmente, a solução dos problemas é apresentada de maneira nada cristã. O adultério é muitas vezes incentivado de maneira sofisticada e disfarçada, buscando-se quase sempre “justificar” um triângulo amoroso ou uma traição.

O telespectador é quase sempre envolvido por uma trama em que um terceiro surge na vida de um homem ou de uma mulher, casados, que já estão em conflito com seus cônjuges. A cena é formada de modo a que o telespectador seja levado a até desejar que o adultério se consuma por causa da “maldade” do cônjuge traído.
E assim, a novela vai envolvendo e “fazendo a cabeça” até mesmo dos cristãos. A conseqüência disso é que elas passaram a ser a grande formadora dos valores e da mentalidade da maioria das pessoas, de modo que os comportamentos – antes considerados absurdos –, agora já não o são, porque as novelas tornaram o pecado “palatável”. O erro vai se transformando em algo comum e perdendo a sua conotação de pecado.

Por outro lado, percebe-se que a novela tira o povo da realidade de sua vida difícil fazendo-o sonhar diante da telinha. Nela, ele é levado a realizar o sonho que na vida real jamais terá condições de realizar: grandes viagens aéreas para lugares paradisíacos, casas superluxuosas com todo requinte de comidas, bebidas, carros, jóias, vestidos, luxo de toda sorte; fazendas belíssimas onde mulheres e rapazes belíssimos têm disputas entre si.


E esses modelos de vida – recheados de falsos valores – são incutidos na cabeça das pessoas. A conseqüência trágica disso é que a imoralidade prevalece na sociedade; a família é destruída pelos divórcios, traições e adultérios; muitos filhos são abandonados pelos pais, carregando uma carência que pode desembocar na tristeza, depressão, bebida e até em coisas piores. A banalização do sexo vai produzindo uma geração de mães e pais solteiros, que mal assumem os filhos... É a destruição da família. Por tudo isso, o melhor que se pode fazer é proibir os filhos de acompanharem essas novelas. Contudo, os pais precisam ser inteligentes e saber substituí-las por outras atividades atraentes. Não basta suprimir a novela; é preciso colocar algo melhor em seu lugar. Esta é uma missão urgente dos pais.

Texto do Prof. Felipe Aquino.


segunda-feira, agosto 02, 2010

Especialista diz que o fim das grandes empresas de cigarro oferece um guia de como obter vitória sobre as empresas pornográficas

WASHINGTON, D.C., EUA, 5 de julho de 2010 (Notícias Pró-Família) — Como é que os EUA, considerados a capital mundial da pornografia, podem se livrar do flagelo da pornografia? Simples, uma especialista da área diz para LifeSiteNews.com (LSN): faça com que a pornografia se torne socialmente tão inaceitável quanto fumar cigarros, e prepare o terreno para leis e processos judiciais que coloquem um fim no império sujo de bilhões de dólares.
LifeSiteNews.com (LSN) conversou com a Dra. Mary Anne Layden, especialista em tratar pessoas viciadas em pornografia, depois de uma apresentação oficial no Congresso, no Centro de Visitantes do edifício do Congresso, na questão de executar leis contra obscenidade em meados de junho. Layden, que é co-diretora do Programa de Trauma Sexual e Psicopatologia do Centro para Terapia Cognitiva da Universidade da Pensilvânia na Filadélfia, disse que os métodos usados por ativistas para derrubar a indústria do cigarro oferecem aos líderes pró-família e seus aliados um guia de como enfiar a estaca na indústria pornográfica.
Cinquenta anos atrás, os Estados Unidos tinham uma cultura em que “acender um cigarro” era universal e glorificado no cinema por estrelas como Humphrey Bogart, Frank Sinatra ou Grace Kelly. Hoje, fumar tem na maior parte um estigma social graças às agressivas campanhas anti-fumo que levaram a rigorosas leis anti-fumo, tais que os fumantes mal conseguem encontrar um restaurante ou bar que os deixará ter um cigarro com um café ou cerveja.
“Então, esperamos que o que fizemos com os cigarros, possamos fazer com a pornografia”, explicou Layden.
O primeiro passo na luta contra a pornografia, explicou Layden, é fazer com que os médicos comecem a dizer publicamente e em voz alta que a pornografia é um problema destrutivo, exatamente como eles começaram a dizer anos atrás que “nossos pacientes parecem estar morrendo de fumar cigarros”.
O segundo passo é fazer com que os jornalistas e pesquisadores escrevam artigos explicando o que os médicos estão dizendo acerca dos malefícios provocados pela pornografia.
Em termos de cigarros, disse ela, “conseguimos que os jornalistas escrevessem artigos, então conseguimos que os pesquisadores entrassem na questão e paramos de dar atenção aos pesquisadores do Instituto do Fumo que mentiam ao Congresso e diziam que o cigarro não era viciador nem prejudicial, pois eles estavam jogando fora todos os estudos que afirmavam isso”.
Já está havendo progresso nesta área, disse ela, pois “temos pesquisadores que estão fazendo pesquisas agora e mais pesquisas estão sendo feitas sobre as reações do cérebro à [pornografia]”.
O terceiro passo é onde os advogados entram. Exatamente como os advogados foram necessários “para mover processos em favor das pessoas que estavam sendo prejudicadas pelos cigarros”, seria necessário obter a assistência deles para esgotar completamente a vida financeira do império pornográfico de bilhões de dólares. Então conseguimos advogados para moverem ações civis e ações criminais; temos de fazer com que o governo dê dinheiro ao Ministério da Justiça”, disse Layden, “de modo que possamos ter mais casos criminais”.
“Se todas essas pessoas se unirem — os médicos, os jornalistas, os advogados, o governo, os pesquisadores — se todos eles se unirem, poderemos fazer a mesma coisa com a [indústria pornográfica] que fizemos com o vício de fumar cigarros”, concluiu Layden.

REFLEXÃO

“Sentimos raiva principalmente contra aqueles aos quais pensamos que propositadamente nos prejudicaram” Santo Tomás de Aquino

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CF 2010: Economia e vida

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