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segunda-feira, agosto 02, 2010

Especialista diz que o fim das grandes empresas de cigarro oferece um guia de como obter vitória sobre as empresas pornográficas

WASHINGTON, D.C., EUA, 5 de julho de 2010 (Notícias Pró-Família) — Como é que os EUA, considerados a capital mundial da pornografia, podem se livrar do flagelo da pornografia? Simples, uma especialista da área diz para LifeSiteNews.com (LSN): faça com que a pornografia se torne socialmente tão inaceitável quanto fumar cigarros, e prepare o terreno para leis e processos judiciais que coloquem um fim no império sujo de bilhões de dólares.
LifeSiteNews.com (LSN) conversou com a Dra. Mary Anne Layden, especialista em tratar pessoas viciadas em pornografia, depois de uma apresentação oficial no Congresso, no Centro de Visitantes do edifício do Congresso, na questão de executar leis contra obscenidade em meados de junho. Layden, que é co-diretora do Programa de Trauma Sexual e Psicopatologia do Centro para Terapia Cognitiva da Universidade da Pensilvânia na Filadélfia, disse que os métodos usados por ativistas para derrubar a indústria do cigarro oferecem aos líderes pró-família e seus aliados um guia de como enfiar a estaca na indústria pornográfica.
Cinquenta anos atrás, os Estados Unidos tinham uma cultura em que “acender um cigarro” era universal e glorificado no cinema por estrelas como Humphrey Bogart, Frank Sinatra ou Grace Kelly. Hoje, fumar tem na maior parte um estigma social graças às agressivas campanhas anti-fumo que levaram a rigorosas leis anti-fumo, tais que os fumantes mal conseguem encontrar um restaurante ou bar que os deixará ter um cigarro com um café ou cerveja.
“Então, esperamos que o que fizemos com os cigarros, possamos fazer com a pornografia”, explicou Layden.
O primeiro passo na luta contra a pornografia, explicou Layden, é fazer com que os médicos comecem a dizer publicamente e em voz alta que a pornografia é um problema destrutivo, exatamente como eles começaram a dizer anos atrás que “nossos pacientes parecem estar morrendo de fumar cigarros”.
O segundo passo é fazer com que os jornalistas e pesquisadores escrevam artigos explicando o que os médicos estão dizendo acerca dos malefícios provocados pela pornografia.
Em termos de cigarros, disse ela, “conseguimos que os jornalistas escrevessem artigos, então conseguimos que os pesquisadores entrassem na questão e paramos de dar atenção aos pesquisadores do Instituto do Fumo que mentiam ao Congresso e diziam que o cigarro não era viciador nem prejudicial, pois eles estavam jogando fora todos os estudos que afirmavam isso”.
Já está havendo progresso nesta área, disse ela, pois “temos pesquisadores que estão fazendo pesquisas agora e mais pesquisas estão sendo feitas sobre as reações do cérebro à [pornografia]”.
O terceiro passo é onde os advogados entram. Exatamente como os advogados foram necessários “para mover processos em favor das pessoas que estavam sendo prejudicadas pelos cigarros”, seria necessário obter a assistência deles para esgotar completamente a vida financeira do império pornográfico de bilhões de dólares. Então conseguimos advogados para moverem ações civis e ações criminais; temos de fazer com que o governo dê dinheiro ao Ministério da Justiça”, disse Layden, “de modo que possamos ter mais casos criminais”.
“Se todas essas pessoas se unirem — os médicos, os jornalistas, os advogados, o governo, os pesquisadores — se todos eles se unirem, poderemos fazer a mesma coisa com a [indústria pornográfica] que fizemos com o vício de fumar cigarros”, concluiu Layden.

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