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segunda-feira, outubro 25, 2010

Como perceber e se defender de pressões ideológicas em sala de aula

Uma das principais armas da anti-religião é, hoje, a sala de aula.
Como? A sala de aula?
É isso mesmo.
Pelo Brasil todo, milhares de professores devem acreditar, ou por ignorância ou por desonestidades, que, antes de ensinar a matéria, o seu principal papel é estimular o “pensamento crítico” nos alunos. Pensamento esse que não é nada mais do que formas extrapoladas e fraudulentas de ateísmo e esquerdismo, é claro.
Se essa idéia seria considerada imoral, bárbara e até mesmo criminosa em um ambiente de neutralidade intelectual, no Ensino brasileiro não é bem assim. Tal qual vimos nos últimos posts, em vários ramos esquerdistas, os conceitos de “certo” e “errado” não existem. Nem a própria realidade existe. O que existe é uma “forma de falar” expressada por um “ato de vontade” que levará a sociedade ao “paraíso social terrestre”. E para chegar lá, vale qualquer coisa. Até manipular os próprios alunos.
Eles mentem, mentem, mentem, entra em contradição e não estão nem aí.
Um exemplo: o sr. Leonardo Boff está a todo momento reclamando da “baixaria” que é o “uso político da Igreja”, ao alertar o perigo de votar em candidatos abortisas.
Mas o que ele e a Teologia da Libertação fizeram a vida toda foi EXATAMENTE isso! Esvaziar a doutrina de seu caráter espiritual e transcendental para servir ao fim de políticas comunistas. Ou seja, o que ele critica nos outros…. é a sua principal linha de ação. O velho “Acuse-os do que você é”.
Por isso, é razoável concluir que eles não tem medo nenhum de mentir ou utilizar ilicitamente a sala de aula para doutrinar os alunos em suas visões políticas.
Constatado o problema, precisamos saber como identificá-lo caso a caso e como se defender dessas pressões. O site do professor Francisco Razzo traz uma boa síntese de como saber  se o seu professor está, ao invés de ensinar matéria, despejando lixo ideológico na sua cabeça:
Caríssimos alunos, em época de eleição é preciso tomar muitíssimo cuidado, você pode estar sendo vítima de doutrinação ideológica! Seu professor pode estar usando a sua saudável inocência e entusiasmada disposição de busca por conhecimento para depositar seus lixos ideológicos. O site Escola Sem Partido fornece uma série de critérios para identificarmos quando há doutrinação ideológica em sala de aula, saiba como identificar:
Você pode estar sendo vítima de doutrinação ideológica quando seu professor:
  • se desvia freqüentemente da matéria objeto da disciplina para assuntos relacionados ao noticiário político ou internacional;
  • adota ou indica livros, publicações e autores identificados com determinada corrente ideológica;
  • impõe a leitura de textos que mostram apenas um dos lados de questões controvertidas;
  • exibe aos alunos obras de arte de conteúdo político-ideológico, submetendo-as à discussão em sala de aula, sem fornecer os instrumentos necessários à descompactação da mensagem veiculada e sem dar tempo aos alunos para refletir sobre o seu conteúdo;
  • ridiculariza gratuitamente ou desqualifica crenças religiosas ou convicções políticas;
  • ridiculariza, desqualifica ou difama personalidades históricas, políticas ou religiosas;
  • pressiona os alunos a expressar determinados pontos de vista em seus trabalhos;
  • alicia alunos para participar de manifestações, atos públicos, passeatas, etc.;
  • permite que a convicção política ou religiosa dos alunos interfira positiva ou negativamente em suas notas;
  • encaminha o debate de qualquer assunto controvertido para conclusões que necessariamente favoreçam os pontos de vista de determinada corrente de pensamento;
  • não só não esconde, como divulga e faz propaganda de suas preferências e antipatias políticas e ideológicas;
  • omite ou minimiza fatos desabonadores da corrente político-ideológida de sua preferência;
  • transmite aos alunos a impressão de que o mundo da política se divide entre os “do bem” e os “do mal”;
  • não admite a mera possibilidade de que o “outro lado” possa ter alguma razão;
  • promove uma atmosfera de intimidação em sala de aula, não permitindo, ou desencorajando a manifestação de pontos de vista discordantes dos seus;
  • não impede que tal atmosfera seja criada pela ação de outros alunos;
  • utiliza-se da função para propagar idéias e juízos de valor incompatíveis com os sentimentos morais e religiosos dos alunos, constrangendo-os por não partilharem das mesmas idéias e juízos.
Desses, eu destacaria principalmente três:
  • se desvia freqüentemente da matéria objeto da disciplina para assuntos relacionados ao noticiário político ou internacional;
  • adota ou indica livros, publicações e autores identificados com determinada corrente ideológica;
  • ridiculariza gratuitamente ou desqualifica crenças religiosas ou convicções políticas;
  • não só não esconde, como divulga e faz propaganda de suas preferências e antipatias políticas e ideológicas;
Percebeu que o seu professor está fazendo isso? Agora, a tarefa é simples. Basta aplicar um pouco de ceticismo, sempre com calma e educação. O importante é deixar claro que não é um ataque pessoal e sim uma observação válida.
Por exemplo, se o professor disser alguma mentira ou acusação sobre a religião, do tipo “a Igreja dizia que os negros não tinham alma”, você pode replicar assim: “Professor, você sabe qual a fonte primária/documento original da Igreja que afirma isso? Temos que ter cuidados para não cair em lendas urbanas, certo? Você já viu esses documentos ou viu a referência usada pelo historiador que diz isso ? Pois se não citou o documento primário, então não vale nada…”. O mesmo vale para o caso da Terra Quadrada, Terra Plana e etc.
Como é mentira, ele provavelmente vai ficar baqueado. Se ele citar alguma coisa, peça para ele trazer o documento na próxima aula e faça uma pesquisa na internet e traga os seus também. Aí, é só ver quem estava com a razão. Se for pilantragem, ele vai ficar desmoralizado perante a turma.
Se ele ridicularizar alguma crença religiosa ou política, ou alguma figura pública, a resposta pode ser algo nesse sentido:  “Professor, me permite um aparte? Em nome do respeito, o senhor se importaria de não fazer mais esse tipo de comentário? Tenho certeza que deixa alguns alunos incomodados e também tenho certeza que não é isso que um sujeito como você quer… Se importaria de atender meu pedido?”. Se ele fizer de novo, é só relembrá-lo de quando ele disse que ia parar. Se ele disser que é brincadeira, diga que você sabe, mas mesmo assim gostaria que não ocorresse de novo. Continue pedindo para parar. Já se ele disser que não, vai perder o respeito de todos.
Se ele pregar explicitamente alguma doutrina (como ateísmo e comunismo), indicar só autores ou fizer comentários sobre fatos políticos atuais, retruque nessa linha: “Professor, vi que você defende ou simpatiza um [certo ponto de vista], não é? Olha, eu até concordo em parte com algumas coisas que você disse. Mas não  seria mais interessante, já que estamos em um ambiente de formação, que o senhor falasse da mesma forma do ponto de vista contrário/indicasse autores que defendam o capitalismo também? Assim teremos os dois lados para escolher. Dessa forma, não aprenderíamos melhor?” Mais uma vez, ele não vai ter saída.
São todas frases simples. Levam alguns segundos para ser ditas e geram um benefício enorme. Tome um pouco de coragem, faça esses questionamentos e desmascare um picareta.
O seu cérebro agradece.

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“Sentimos raiva principalmente contra aqueles aos quais pensamos que propositadamente nos prejudicaram” Santo Tomás de Aquino

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