BÍBLIA CATÓLICA ONLINE

sexta-feira, novembro 05, 2010

Na Itália, gayzistas protestam contra a liberdade de pensamento de Berlusconi

Recentemente, o primeiro-ministro italiano Silvio Berlusconi se envolveu em uma controvérsia pelo suposto envolvimento com garotas de programa.
Mas a polêmica nem de longe se compara ao chororô gayzista após ele ter dito que acha melhor ser apaixonado por belas mulheres do que ser gay.
Vejam abaixo, conforme publicado na Folha:
As declarações do premiê italiano Silvio Berlusconi, que nesta terça-feira afirmou que é “melhor ser apaixonado por belas mulheres do que [ser] gay”, geraram críticas entre entidades de defesa dos direitos dos homossexuais e a oposição ao governo.
“Esta frase é expressão de uma cultura machista, atrasada e ofensiva não só para as pessoas homossexuais, mas também para as mulheres”, declarou o titular da associação Arcigay, Paolo Patanè, classificando a brincadeira como “gratuita” e “vulgar”.
“Uma frase que provém de uma atitude de desprezo à dignidade das pessoas e que confirma o clima constrangedor e grotesco no qual o presidente do Conselho [de Ministros] está precipitando o país”, completou.
O presidente da entidade Equality Italia e histórico defensor da comunidade gay, Aurelio Mancuso, afirmou que a frase “inqualificável” fez com que o premiê “superasse o limite”, acusando-o de não ser “verdadeiramente digno de dirigir a Itália”.
“Que Berlusconi peça imediatamente desculpas aos milhões de cidadãos homossexuais italianos, de direita e de esquerda, e se envergonhe de uma homofobia que em qualquer outro país europeu seria imediatamente condenada por qualquer ator político democrático”, disse.
A brincadeira foi feita pelo premiê ao final de uma fala sobre seu envolvimento com a marroquina Ruby, menor de idade que disse ter ido a festas em sua casa e a favor de quem ele teria interferido — a fim de tirá-la da cadeia quando foi presa por furto. O caso vem sendo investigado pela Justiça e gerou uma intensa repercussão no país e no mundo.
“Desde sempre conduzo uma atividade ininterrupta de trabalho. Se às vezes me acontece de olhar o rosto de alguma garota bonita [...] melhor ser apaixonado por belas mulheres do que [ser] gay”, declarou ele na ocasião.
A oposição também condenou a frase. “Não só palavras homofóbicas, mas também uma desprezível tentativa de desviar a atenção do enésimo escândalo que, infelizmente, desta vez, tem envolvida uma menor de idade”, assinalou a parlamentar do Partido Democrata (PD, maior força de oposição ao governo) Donatella Ferranti.
O líder do Itália dos Valores (IDV) Antonio di Pietro foi ainda mais incisivo, ao dizer que o lugar de Berlusconi não é no palácio de governo, mas em uma “taverna na periferia”, e que ele “vive na era das discriminações raciais, sexuais, étnicas e religiosas”.
A ministra para a Igualdade de Oportunidades, Mara Carfagna, defendeu o premiê garantindo que a frase “foi uma piada, o fechamento de um discurso sério, de um teor bem diferente”, e que ele “não queria, absolutamente, nem nunca quis, ofender as mulheres ou os homossexuais”.
O porta-voz do partido governista Povo da Liberdade (PDL) Daniele Capezzone rebateu que o primeiro-ministro é “um homem profunda, intimamente respeitoso de qualquer pessoa, e portanto de qualquer identidade, orientação e preferência afetiva e sexual”.
“Estou convencido de que não se possa julgar o premiê por uma só palavra, em dias nos quais é submetido a pressões e ataques de qualquer tipo. Sei por certo que pensamentos e sentimentos desrespeitosos, ofensivos ou, pior ainda, discriminatórios estão muito longe dele”, apontou.
Nesse momento, o melhor é dizer o português claro.

Todos esses ofendidinhos em relação ao que o Berlusconi disse perderam não só a noção da realidade como também a vergonha na cara.
E que deixemos bem claro: essa avaliação é sobre os gayzistas (na Itália ou aqui, tanto faz), e não dos homossexuais como um todo.
Esclarecido isso, vamos em frente.
O que há de “atrasado” e “ofensivo” na situação de um homem que ache melhor ficar com mulheres do que ser gay?
Mas ora bolas, os homossexuais também não acham que é melhor dar o rabicó do que ficar com mulheres?
Quer dizer que se um homossexual disser que é melhor sair com homens do que com mulheres é heterofobia?
Claro que não.
Se Berlusconi é heterossexual, então a frase dele não tem absolutamente nada de ofensivo.
A não ser, é claro, que todas as suspeitas em cima dos movimentos gayzistas estejam confirmadas: esses movimentos não focam em evitar discriminação contra os gays, mas sim em tentar impor à sociedade a noção de que os gays devem ser tratados como cidadãos superiores, que não podem sequer ser criticados e nada pode ser dito contra eles.
Somente nessa realidade bizarra é que a declaração de Berlusconi poderia ser ofensiva.
Lamentavelmente pessoas ligadas ao Berlusconi mantiveram um tom de “desculpas”.
Não há nada do que se desculpar.
Se desculpar nesse momento é ficar submisso ao jogo desonesto das entidades gayzistas.
À esses deve ser dito assim: “Eu acho mesmo que é melhor fazer sexo com garotas bonitas do que ser gay. E aí, vai querer me proibir disso? Se tentar, eu lhe cuspo na cara”.
É assim que se responde às ladainhas gayzistas, e não com desculpinhas e justificações.
Caso contrário, o risco é acontecer como já ocorre na Inglaterra, em que se usam todos os subterfúgios para aplicarem discriminações a pessoas que tenham como princípio a valorização da família tradicional e o relacionamento heterossexual.


Veja por exemplo essa matéria, do site Holofote, que fala do caso de um casal cristão que foi impedido pela justiça de adotar uma criança somente por condenarem a homossexualidade:
Um casal heterossexual foi impedido de adotar uma criança por não aprovar a homossexualidade.
Para evitar problemas futuros de homofobia, um juiz inglês proibiu Owen e Eunice Johns de adotar.
Os dois, que são da Igreja Pentecostal, estão pedindo ajuda a líderes religiosos para protestar contra a decisão dizendo que ela fere a liberdade religiosa.
O engraçado é que a notícia, que devia ser um escândalo, pela sua inversão de valores, foi publicada na mídia brasileira somente na forma da minúscula notinha acima.
Quando consultamos o Daily Mail, vemos que há mais detalhes na situação.
Deixando as coisas às claras: o casal inglês achava que a homossexualidade é inaceitável.
Portanto, por questões de “diversidade”, é melhor que a criança não seja adotada por eles.
É claro que eles entraram com uma ação na justiça. E bizarramente, alguns bispos já entregaram o ouro, temendo que se o casal perder a ação na justiça, haveria conseqüências devastadoras para os religiosos, pois seria aberto o precedente para definir se cristãos podem ou não expressar suas crenças no país.
Mas é exatamente essa a situação em que a Inglaterra já está.
Como a militância pró-gayzismo venceu o jogo por lá, os cristãos já tem muito pouco a perder.
A coisa caminha para a criminalização daquele heterossexual que rejeitar uma cantada gay, por exemplo.
Para se ter uma idéia da petulância dos gayzistas de lá, Bem Summerskill, chefe da entidade Stonewall, disse: “Muitos pais cristãos de crianças gays estariam chocados com a visão do casal Johns, que são mais apropriadas ao século 19 que ao século 21”.
Vamos avaliar qual é a visão do século 19?
O painel do conselho disse ao casa Johns: “Vocês tem consciência de que devem dizer a eles que é OK ser homossexual?”
O Sr. Johns disse: “Eu não poderia fazer isso pois minhas crenças cristãs não me permitiriam. Moralmente, eu não poderia fazer isso. Espiritualmente, eu não poderia fazer isso”.
Quer dizer, é exatamente a mesma tática do Sr. Dawkins. Para retirar um grupo da discussão, chame-o de rudimentar ou obsoleto, em clara falácia ad novitatem.
Enfim, o casal Johns, que já adotou mais de 20 crianças, é perfeitamente normal.
Mas o ato do conselho em proibi-los de adotar uma criança, aí sim, é que deveria ser tratado como um caso de doença social.
O ato de considerar o homossexual como um alguém que não pode ser criticado é um comportamento doentio. (Isso é idolatria a uma categoria de pessoas, injustificável em todos os aspectos)
A sociedade inglesa está doente.
E tudo isso é culpa daqueles que não reagiram à militância gayzista no momento certo.
É por isso que se torna imprescindível aos conservadores italianos a defesa de Berlusconi
Berlusconi não fez nada de errado nesse caso.
E quem protesta contra ele tem que calar a boca ou ser ridicularizado publicamente.

Nenhum comentário:

Postar um comentário

REFLEXÃO

“Sentimos raiva principalmente contra aqueles aos quais pensamos que propositadamente nos prejudicaram” Santo Tomás de Aquino

Faça Sua Pesquisa Aqui

Pesquisa personalizada
XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX

CF 2010: Economia e vida

HINO DA CF - 2010